O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Deus não nos pede nada, a não ser os nossos corações. O sentido bíblico de coração é: Corpo, Alma, Mente, Espírito. O coração sob o controle de Deus, tudo o que procede do bem entra em harmonia e, o mal vai perdendo sua atração e eficácia.
DEUS NÃO Nos pede nada, a não ser que voluntariamente ofereçamos nossos corações e gratidões. Nós não temos nada a perder neste mundo, porque nada nos pertence.
O vermelho pede para não ir
O amarelo pede atenção
O verde te manda seguir
São sinais para sua proteção
Se você se importa diz, corre, pede desculpas, chora, diz que ama, que não quer perder, que sonha, imagina, fantasia, almeja, respira, pede pra ficar. Isso não é desonroso! Pelo contrário, isso valoriza o ser humano que existe dentro de você e mortifica o robô que insisiti em tomar controle de tudo, até o que não se deve ser controlado.
Moça,
Aprenda...
A enfeitar o seu silêncio à quem não te pede palavras....
E,
sua ausência à quem não aprecia sua presença!!
..
O desafio está quando você não faz o que a pessoa pede e sim o que ela precisa, e assim a surpreende de um jeito que a deixa mais encantada ainda. Com isso você quebra a dureza do muro construído ao longo da vida e a deixa sem defesas... De fato como precisa ser para que você entre e cante uma boa música... Simplesmente isso.
Deus não é simplesmente um nome, uma imagem ou um ser de imaginação no qual você pede e abusa de sua bondade.
Deus é mais do que isso, Deus é amor, é bondade...
Deus é aquele que daria tudo para ver um sorriso em seu rosto.
Mas muitas vezes você procura o motivo errado para sorrir.
Deus quer sempre o seu melhor, por mais que você não entenda mas ele sempre quis, e sempre fará o melhor em seu viver.
🜏 MANIFESTO DO SIGMA
O silêncio que não pede licença
Ele caminha só, não por fraqueza, mas por escolha.
Enquanto o mundo grita por atenção, ele cala por inteligência.
Ele não odeia ninguém — apenas ama a própria presença.
Não precisa provar nada. Já é. Já sabe. Já sangrou demais pra mendigar pertencimento.
O Sigma não é arrogante. É autossuficiente.
Não despreza os outros — apenas aprendeu que poucas presenças somam, muitas drenam.
Por isso, ele prefere a solitude à plateia.
Prefere a introspecção à exposição.
Prefere ser ponte para si mesmo do que caminho para os outros o pisarem.
Ele é um líder invisível.
Não precisa da luz para ser farol.
Quando todos se desesperam, ele silencia.
Quando todos atropelam, ele observa.
E quando ele age, ninguém entende como.
Só enxergam o resultado. Nunca o processo.
O Sigma não bate no peito. Não se gaba. Não coleciona seguidores.
Mas onde ele passa, ele deixa rastro.
Não de barulho. Mas de respeito.
Purificação
A Morte, Inimiga Cruel
A morte é uma inimiga cruel.
Não pede licença, não dá aviso. Ela chega sem compaixão, levando com ela não apenas uma vida, mas também os sonhos, os sorrisos, os segredos e as lembranças que aquela pessoa carregava.
Ela destrói não só quem se vai.
Ela devasta o que fica: famílias, lares, amizades, histórias.
Ela silencia vozes que amávamos ouvir.
E com elas, se vão também os planos, os abraços futuros, os caminhos que nunca serão trilhados juntos.
A dor da ausência pesa.
É um vazio que não se preenche com palavras, mas com lembranças.
E mesmo essas, por mais bonitas que sejam, às vezes doem como punhais — porque nos lembram do que não teremos mais.
Mas mesmo diante dessa perda brutal, seguimos.
Porque amar alguém é também carregar sua memória, sua essência.
E mesmo que a morte leve o corpo, ela jamais apaga a presença de quem foi verdadeiramente amado.
Assim como um rio não apressa seu curso e uma árvore não força o desabrochar, a vida também pede tempo. É no som da água que corre mansa, no vento suave e no canto paciente dos pássaros que aprendemos: tudo o que nos mantém de pé precisa ser cuidado dia após dia.
A vida se desenha em planos, metas e esperanças. A morte, por sua vez, não pede licença — ela se infiltra nas brechas, nos instantes de descuido, nas curvas do acaso. Não é arquiteta, é oportunista. Não constrói, apenas interrompe.
Altair Monte da Silva
Não importa o que aconteça, a vida pede um pouco de ousadia. Tem que tentar, quebrar a cara. Não tem problema. Mesmo que te julguem ou tentem te impedir de acreditar.
não é solidão.
é invasão consentida.
um tipo de presença que não pede licença
porque sabe que ainda tem a cópia da chave.
•
o lado esquerdo da cama cede.
não por hábito.
mas por teimosia do lençol.
o corpo ausente continua exigindo espaço ~
e eu cedo.
•
a toalha continua úmida.
não sei se é da última vez
ou de alguma memória que escorreu
quando eu não estava olhando.
•
o som do gelo ainda cai no copo.
como se tivesse a quem servir.
mas ninguém brinda comigo.
nem o silêncio.
•
a morte não te levou.
ela só desfez o contrato.
ficou com o nome,
com os papéis,
com a parte que convence os outros
de que você se foi.
mas o resto ficou.
os ruídos leves no corredor.
o perfume que reaparece ~ sem explicação.
essa mania absurda de eu ainda saber
o ritmo da sua respiração
mesmo sem você.
•
ninguém me disse que o luto fala baixo.
que ele deita do meu lado
e às vezes respira junto.
que eu ainda viraria de lado à noite
esperando um corpo
que aprendeu a não chegar.
•
não sei se sinto falta
ou se me converti naquilo que faltava.
na forma da ausência,
no vulto do costume,
no intervalo entre a porta abrindo
e ninguém entrando.
•
não sei mais se sinto falta.
ou se já sou feita só disso.
da tua falta com forma.
com corpo.
com tempo marcado.
com trilha sonora que insiste
em tocar quando não devia.
•
isso não é saudade.
é ocupação indevida.
com senha do wi-fi.
com chave da porta.
com espaço no armário.
uma ausência que não partiu.
só se instalou.
e tem me mantido acordada
no mesmo ponto
em que você deixou de me amar.
como se esse ponto fosse
casa.
fim.
ou castigo.
Juliana Umbelino • O Luto Sou Eu
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A mulher que confia em si desestrutura, não vive para servir e não pede licença para ocupar. A mulher segura ameaça e humilha quem se alimenta de um sistema onde a fragilidade feminina é a muleta emocional de egos frágeis e conscientes de sua própria pequenez
