O Amor Nao Morre apenas Adormece

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As nossas maiores dissimulações são desenvolvidas não para esconder o que há de ruim e feio em nós, mas o nosso vazio. A coisa mais difícil de esconder é aquilo que não existe.

Existem duas espécies de idiotas: aqueles que não duvidam de nada e aqueles que duvidam de tudo.

Ter escravos não é nada, mas o que se torna intolerável é ter escravos chamando-lhes cidadãos.

Porque o arrependimento, como o desejo, não procura analisar-se, mas sim satisfazer-se.

Podemos muito bem perguntar-nos: o que seria do homem sem os animais? Mas não o contrário: o que seria dos animais sem o homem?

As mulheres vêem tudo ou não vêem nada, segundo as disposições da sua alma: a única luz delas é o amor.

As melhores coisas na vida não são coisas.

Desconhecido

Nota: A citação é erroneamente atribuída ao humorista norte-americano Art Buchwald, mas sua verdadeira autoria é desconhecida até o momento.

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O saber que não vem da experiência não é realmente saber.

A verdade não é a estrada para a riqueza.

O homem que age não sofre.

Se temes a solidão, não tentes ser justo.

A agitação contínua numa vida tumultuosa não é atividade saudável, mas inquietação.

Não é a fome, mas, pelo contrário, a abundância, o excesso de energias, que provocam a guerra.

Não há prazer em possuir algo sem companhia.

A alma humana é feita para não estar sozinha.

Teilhard de Chardin
Escritos do Tempo de Guerra

Quem não aguenta o trote não monta o burro.

Não gosto de trabalho, nem quando é outro a fazê-lo.

A vida humana não tem só um nascimento, só uma infância, é feita de vários renascimentos, de várias infâncias.

O elogio que se conquista em não se deixar ofender supera a glória que se ganha vingando-se.

Geometria dos ventos

Eis que temos aqui a Poesia,
a grande Poesia.
Que não oferece signos
nem linguagem específica, não respeita
sequer os limites do idioma. Ela flui, como um rio.
como o sangue nas artérias,
tão espontânea que nem se sabe como foi escrita.
E ao mesmo tempo tão elaborada -
feito uma flor na sua perfeição minuciosa,
um cristal que se arranca da terra
já dentro da geometria impecável
da sua lapidação.
Onde se conta uma história,
onde se vive um delírio; onde a condição humana exacerba,
até à fronteira da loucura,
junto com Vincent e os seus girassóis de fogo,
à sombra de Eva Braun, envolta no mistério ao mesmo tempo
fácil e insolúvel da sua tragédia.
Sim, é o encontro com a Poesia.

(Poesia feita em homenagem ao poema Geometrida dos Ventos de Álvaro Pacheco)