O Amor Nao Morre apenas Adormece
Acalma o seu coração, pois a espera dói, o processo dói, a luta dói, mas não desista, porque vai ser lindo o que te espera.
Não coloque a culpa em alguém porque você é infeliz. Pessoas ruins vão te dar uma lição, que você deve aprender, e pessoas boas vão dar felicidade e lembranças, que você nunca vai esquecer.
Não deixe que as dificuldades e os problemas diários tirem o que tem de mais puro e bonito em você: o seu sorriso.
Um dia desses, tu disse que esse ano seria o melhor ano da sua vida. Não se esqueça, por favor, foque em você.
Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.
Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.
Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.
O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.
E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.
Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.
Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.
A história não nos conhece por inteiro — escolhe um erro para nos matar ou um acerto para nos santificar.
Janeck Tolentino
Letra de música
Estou amando uma mulher que não presta.
Ela consegue acalentar a minha dor.
Ela é aquela bruxa faceira que me ama sem cobrar o meu amor.
Estou andando com uma mulher que não presta.
Ela é aquela bruxa doce amor.
Ela sabe me tirar do sério.
Na cama no civil do amor.
Ela é uma bruxa feiticeira depravada.
Ela é amada pelo meu amor.
Ela é uma loba solitária
Uma mulher de verdade.
Ela é o meu amor
Não presta, mas a amo.
Houve uma época em que os homens eram sinônimos de machão, hoje vemos que esse folclore não passava de animações gráficas e gibis, o verdadeiro machão é ter responsabilidade e pagar suas contas, não ser preso achando que é malandro, porque os verdadeiros malandros estão livres e com seus impostos pagos e sem dívidas com a lei.
Amar é dar liberdade ⛓️💥
é criar um laço sem apertar o nó,
não te sufoca, não te domina,
não fica fazendo cobranças enciumado, amar é dois pássaros 🐦🐦 livres pra voar pra qualquer lugar, mas que voam sempre juntos 😍😻
Se não der certo hoje, amanhã acorda mais cedo e tenta tudo de novo, porque desistir não faz parte de quem carrega a fé no peito!
Corremos em velocidade máxima, mas ainda assim não alcançamos o que é essencial. A pressa nos empurra para frente, porém não nos ensina o caminho. Somos corredores do cotidiano, gastando forças dia após dia, sem direção clara e sem a certeza de que estamos indo para onde realmente importa. Avançamos muito, conquistamos pouco, e quase nunca paramos para compreender o sentido da própria corrida.
Vivemos cercados por mistérios, enigmas e segredos que a vida nos apresenta como metáforas e parábolas silenciosas. Elas não existem para confundir, mas para provocar consciência. No entanto, preferimos ignorá-las, tratando o tempo como inimigo, quando ele é, na verdade, o juiz que pesa nossas escolhas. Tudo é colocado na balança do tempo, e nela se revela o que foi superficial e o que teve valor.
O grande problema não é a falta de respostas, mas a ausência de equilíbrio. Não aprendemos a medir nossos passos, nem a reconhecer o momento de parar, refletir e corrigir a rota. Enquanto não entendermos que correr não é o mesmo que avançar, continuaremos exaustos, carregando perguntas sem respostas e repetindo erros antigos. A verdadeira evolução começa quando trocamos a velocidade pela consciência e aprendemos, enfim, a caminhar com sentido.
A dor não vem para te definir, mas para te revelar: ela mostra forças que o conforto jamais exigiria de você.
