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O Amor Nao Morre apenas Adormece

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“Pouco a pouco, o céu morre. Tudo vai ficando cinza.”

Tudo aquilo que amo, morre no instante em que nasce.

Tenho dó do homem
Que sofre — sozinho.
Luta sozinho,
Morre sozinho.


Tenho dó de quem vive só —
Come só,
Dorme só.


Temo pelo homem que sabe.
Ser consciente é carregar o mundo.
Mesmo que o mundo não seja dele.

Quanto mais se vive para agradar os outros, mais se morre por dentro.

Cuidado com suas escolhas. A felicidade mora ou morre dentro de você.

"eu descobri que... nem tudo é material ou tangível, e o cientista morre sabendo que sabe, enquanto o pobre morre de fome por que o cientista nem o deu dinheiro, a vida não é algo ruim ou mal, e sim algo melancólico, cheio de fios, que queimam sub luzes de esperança irreais, sonhos e pesadelos, levando a outros planos de existência além do nosso, nada é real, mas tudo é real, com esta virtude em forma de lobo, o luar sub o céu cheio de nuvens, o olhar de um caído, que se repete ao som do fim."

" Nada se perde, tudo se transforma", inclusive o corpo físico quando morre. E a consciência, essa que é a "cereja do bolo", não poderia ascendente a outros planos de energias mais sutis?
Os limites onde uma vida acaba e outra recomeça poderiam ser, sim, uma boa estratégia do universo para dar uma nova oportunidade àqueles que não completaram seus ciclos de vida aqui na Terra, permitindo-lhes corrigir seus erros. Ou será que todos serão condenados para sempre ao "fogo do inferno" de seus próprios pecados?
Fica aí o questionamento !

O indeciso morre na praia

Já nem acho tão pungente

Um Cristo morto na cruz,

Quando morre tanta gente

Nas longas filas do SUS.

Nosso porto inseguro

Morre um pouco de vida no sonho frustrado,
mas o sonho dá muda e renova o caminho,
revisita o passado em razão do futuro
que se rende às verdades de boa raiz...
Vivo desse voltar das entranhas do fim;
desse fundo que o poço no fundo não tem,
quando quem o conhece não quer prosseguir
pela sombra do nada e sua desistência...
Os que nascem das mortes vivem como nunca,
têm o sempre nas margens do seu nunca mais
lá na praia e no cais do seu porto inseguro...
Há um tempo a ganhar onde o tempo perdido
reconhece o sentido de voltar ao sonho,
recompor a vontade que se decompôs...

Os artistas têm alma de pássaro
Quando o seu corpo morre
Eles continuam a voar no tempo

Quem divide conhecimento nunca morre na imensidão da estupidez. Dinheiro você perde, mas conhecimento ninguém tira de você.

O rico nunca morre quieto, porque sua riqueza o importuna.

A lealdade nunca se quebra e muito menos morre, pois aquele que a tem constrói fortalezas e honras memoráveis.

Sobre o sono da morte, Inferno e Paraíso. Ninguém está no Inferno, quando a pessoa morre ela dorme. Quando Jesus voltar vai ressuscitar os salvos que dormem no pó da Terra. Se os mortos fossem direto pro Paraíso não precisaria Jesus voltar. O ladrão na cruz acordou no Paraíso.

“A bajulação medra onde morre o direito de criticar.”

o apressado morre na areia

⁠O poeta nasce, vive e morre sozinho!

Um Mestre para a Eternidade.


Morre o Homem; nasce a Lenda.
Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade.
Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social.
Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres.
Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão.
Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça.
Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele.
O mestre se vai.
O legado permanece.
E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

O codependente morre de medo de magoar alguém, por isso está sempre magoado.