O Amor Nao Morre apenas Adormece
Não é timidez, é medo de perder as esperanças. Se a esperança é a ultima que morre, oque seria de mim sem ela.
Me chame de vida, se for capaz de me colocar na sua…
Mas não me chama se for pra me deixar morrer em você.
O sentido da vida não é sobreviver, é significar.
A maioria nasce, cresce, trabalha, sonha e morre — mas poucos entendem por que estão aqui.
O verdadeiro sentido não está em possuir muito, nem em evitar a dor, mas em viver de um modo que o céu se manifeste através da gente.
PRINCÍPIOS DA SERENIDADE
1. Princípio de imortalidade do Sujeito:
O Homem não morre, o que morre são as suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência ou Personalidade e os seus bens materiais!
2. Princípio de estado da Atenção do Sujeito:
O Homem deve viver no estado da Atenção, e recorrer ao estado do Pensar e da Reflexão apenas momentaneamente para melhorar alguma condição da sua existência ou da existência dos outros Homens!
3. Princípio de igualdade dos Sujeitos:
Todos os Homens são iguais, a diferença está nas suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência e os seus bens materiais!
4. Princípio de projeto de vida do Sujeito:
Cada Homem deve ter o seu próprio projeto de existência secular e concretizar o seu projeto a seu próprio ritmo em harmonia com as normas socialmente estabelecidas!
5. Princípio de serviço voluntário do Sujeito:
Cada Homem deve procurar servir um propósito universal no seu próprio ritmo através de um serviço voluntário de melhoria das condições de existência da sociedade em que o seu Organismo se encontra inserido!
Estes Princípios são Interdependentes!
Fome...
Uma têm e morre por causa dela.
Outra não têm e a leva para morar em sua casas.
Sobre a ditadura da beleza
Adoro ser Mulher...
Este ser meio enigma
que sangra e não morre
que carrega no ventre outra vida
que alimenta a sua cria
que se doa, que briga, chora...
Adoro ser esta mulher inteira
que saboreia a vida
que tempera o amor
com doses de encanto
usa a alquimia dos cheiros e sabores
para encantar seu homem
Sou mulher guerreira
sou mulher amada
que ama por amor
que levanta e vai a luta
que despreza a mentira
que olha nos olhos
sem vergonha de ser feliz
Sou mulher...
sou meio bagunçada
sou tímida ate certo ponto
que já viveu tristezas
que disse adeus sem querer
que chorou num cantinho
por medo da vida
que se sentiu um bichinho acuado
assustado, que pediu colo um abraço
Sou mulher... Com todas as limitações,
com todas as dificuldades ...
Que chegou a idade madura
sem se deixar apodrecer
valorizando tudo...
As dores, as alegrias...
Parabéns a mim e a todas as mulheres
que de uma maneira doce é muito
mais forte que muitos homens ...
Elaine Coletti
O Tempo passa mas não envelhece e também não morre. O tempo é o exterminador do futuro... O Upgrade da Humanidade.
Naturalmente as tempestades do mar da vida induzem-nos a fazer grandes petições. Quem não reza morre pecador, quem reza se transforma num grande pescador.
Quem não morre para o pecado já se matriculou na Escola do Sofrimento, onde o inimigo dita lições e oferece falsas promessas de cura.
Deus é eterno. O homem foi criado. Não existia. O homem morre. Não é infinito. O homem perante Deus é e será sempre finito. Deus é infinito. O homem tem vida eterna, mas não é eterno no sentido da eternidade de DEUS.
A crueldade da vida, não é entender a condição do hoje!!! Mas o pulsar da esperança que nunca morre...
A fé que não nunca morre .
As vezes a luz diminui e parece que se apagou, mas não, isso é devido a dor do momento, mas ela voltará com brilho mais intenso novamente!
As vezes as lágrimas, serão inevitáveis, mas acredite, voltará a sorrir novamente...
As vezes a correção será dura, mas necessária, ouça, pois dela depende sua conquista!
As vezes perderemos pessoas e coisas, tudo isso para que uma força a qual ainda não sabemos que temos, apareça dentro de nós!
As vezes, irá querer ficar sozinho(a) fique , será necessário, as vezes estará no meio da multidão e se sentirá sozinho, também é necessário!
As vezes dirá palavras, as quais irão fazer indiferença, sentirá que não vale a pena falar, mas se for necessário fale, para que essas palavras façam justiça!
As vezes será desprezado e provará o vazio, ao qual o Pai lhe preencherá por completo!
As vezes a dor será tão intensa que sentirá que está sozinho (a) também será necessário!
As vezes não irão ti entender, apenas compreenda onde você está agora e respeite o propósito de cada um, pois há pessoas que nunca irão mudar e haverá outras que não vêem a hora de se encontrarem com a mudança, apenas seja parte dela!
As vezes há coisas que irão se resolver sozinhas, não se preocupe demais com nada, apenas faça sua parte e confie!
África Não Se Morre
Em África, não se morre.
Não porque os corpos não tombem. Não porque os cemitérios estejam vazios. Mas porque nunca aceitamos a morte como um fim natural — aceitamos apenas como erro, injustiça ou conspiração.
Entre nós, ninguém morre simplesmente.
Se a doença vence, houve feitiço.
Se o acidente acontece, houve inveja.
Se a idade chega, houve abandono.
Se o coração para durante o sono, houve mistério.
Em África, a morte nunca é destino — é sempre julgamento.
Recusamo-nos a aceitar que a vida tem prazo. Precisamos de culpados porque admitir o destino seria reconhecer a nossa impotência diante do inevitável. Preferimos acusar o vizinho, o médico, o parente, o sistema, o invisível… qualquer coisa, menos o facto de que nascer já é começar a morrer.
Mas e se a morte não for tragédia?
E se for apenas cumprimento?
Acredito que cada existência já carrega consigo o seu ponto final. O dia, a hora, o lugar — traçados num mapa invisível. Pode-se fugir de um país, mudar de continente, esconder-se na tecnologia ou na medicina mais avançada. Se o destino escreveu Moçambique, será Moçambique. Se escreveu doença, será doença. Se escreveu silêncio durante o sono, será silêncio.
A morte não consulta opinião.
Ela não debate cultura.
Ela não negocia crenças.
Talvez o verdadeiro drama não seja morrer, mas aceitar que não temos controlo absoluto sobre o fim. E essa é a ferida do ser humano: queremos ser eternos num corpo que nasceu com data de validade.
Chamamos de feitiço o que não compreendemos.
Chamamos de injustiça o que não controlamos.
Chamamos de culpa aquilo que é condição humana.
Em África, não se morre — porque não permitimos que a morte seja apenas morte. Transformamo-la em tribunal, em mistério, em acusação.
Mas a verdade permanece nua: nascemos e morreremos. E talvez a sabedoria não esteja em procurar culpados, mas em viver com consciência de que cada respiração é provisória.
A morte é um ladrão, sim — mas não porque rouba.
É porque nos lembra que nunca fomos donos de nada.
O QUE NÃO MORRE
Eis o que não morre
Pois tem suas garras cravadas na garganta do tempo
Ela está entre a humanidade desde o início dos tempos...
Fera que ronda a terra
Louca besta devoradora
O mundo teme suas garras afiadas
Rasgando ventres vazios,
Infernal sempre é sua presença
Arrastando quem há tanto tempo não come,
No prato vazio revela seu nome
O maldito nome é: Fome... Maldita fome
Fome.
