Nunca Vou te Esquecer Filha

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Nunca vou desistir de terminar a minha história. Entre cada linha, cada rascunho, cada detalhe, tem muita experiência do que aprendi, muitos tombos e muita coisa para contar, chegar até aqui não foi fácil, de algumas coisas me arrependi, com outras me fortaleci, tem pessoas que chegaram e algumas que apenas passaram, mas todas contribuíram para meu amadurecimento. Não sei quando vai terminar essa história que Deus tem me permitido trilhar, mas vou viver com toda força e entusiasmo que tenho.

Deixe-me colocar sua mente à vontade: eu nunca vou te contar tudo.

Meu problema, é que nunca vou mudar

Vou sofrer e vou chorar. Mas eu nunca vou me arrepender.
(Rider)

Vou contar um segredo... o salário, por melhor que seja, nunca será tão digno quanto o trabalho que executamos com dedicação. Por isso, e já que temos que trabalhar de qualquer maneira, façamos dignas as nossas horas de lazer. Um salário ruim não é culpa nossa, mas um final de semana ruim, sim.

Eu nunca vou me acostumar com o descaso... Posso seguir em frente, ornamentar o meu caminho com novas pessoas, me doar outra vez, mais sempre ficará uma lacuna, um vão e uma seta me indicando como é perigoso amar assim, tão desmedidamente sem limite. Arrependimento? Não tenho! Só existe uma voz insistente aqui dentro me dizendo como sou tola em me doar desta forma. Mas sei que o tempo há de passar, e as feridas que estão abertas se fecharão, e por fim, de tanto me entregar e recuar, encontrarei outras formas de amar sem me machucar tanto...

Eu tenho medo dos monstros que guardo na minha mente... se eu solta-los... Eu nunca mais vou conseguir os prender

Sabe Deus quantas vezes vou para a cama com o desejo, sim, até mesmo com a esperança de nunca mais acordar!

Eu nunca vou ser boa o suficiente para você, né?

Nunca vou ser o que os outros querem.

Eu posso prometer duas coisas...
Uma é que
Nunca vou ser pior do que já sou...
e a segunda...
é que eu nunca desistirei de você.
Nunca.

Nunca mais vou amar, nunca mais, ninguém.
É só você e eu!

O Gótico tem uma vantagem sobre nós. Eles nunca enfrentam aquele dilema: Hoje vou usar azul ou amarelo???

Eu te amo,
E nunca vou te magoar,
Eu não vou embora,
Nem agora
Nem nunca
Eu te amo, Hannah.
-por que não me disse isso quando eu estava viva?

Você nunca acreditou que eu pudesse mudar,
bom agora eu vou, só que não mais pra você.

⁠Vou embora da sua vida pra nunca mais voltar. Depois que eu virar as costas, não adianta chorar me pedindo pra ficar!

"Eu nunca mais vou respirar se você não me notar. Eu posso até morrer de fome se você não me amar."

Dessa vez eu vou pensar só em nós
E o que eu errei prometo nunca mais errar
E se você perdoar nosso amor
Os nossos sonhos podem se realizar

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Doi,gostar de quem não gosta mais mim
Doi,não sei porque você me trata assim
Doi,mas nunca vou dizer que não te quero

Doi, o quanto você me iludiu
Doi,você me fez sofrer também sumiu
Doi, mas amor eu sempre terei pra te dar