Nunca Traia Ninguém
RELÓGIO DE BOLSO
O tempo é uma dádiva.
Ninguém o vê quando passa.
O passado é uma lembrança,
O presente é o que somos.
E o futuro, ah, o futuro...
O futuro é tudo.
O futuro e o passado se unem
Pela corrente de um presente de aniversário.
Porque eles não existem agora, só no dia—
São promessas descabidas, são mentiras,
Pois ninguém sabe a hora de ir embora.
O presente é uma bênção líquida,
Que o tempo nos entrega de presente.
Somos todos gratos,
Por isso paramos por instantes...
Depende de mim mudar quem fui,
Depende de mim pensar quem sou.
Mas qual é a graça em mudar? Em pensar?
Os astros são legítimos, mas estão longe.
A lua reflete a luz, mas não se vê de dia.
À noite, o mar não aparece—
Então por que parecia?
O tempo... só o sentimos
Quando não temos mais.
Julgamentos apressados e céticos não mudam o destino de ninguém, mas servem apenas para revelar quem tem medo de acreditar, quem prefere duvidar em vez de tentar e quem escolhe ser um espectador crítico em vez de um protagonista da própria história.
O mais engraçado é que, quando você começa, ninguém quer ajudar, ninguém quer investir, ninguém quer comprar nada, mas depois que você vence, todo mundo aparece fingindo que sempre acreditou, que sempre torceu, que sempre viu potencial no seu trabalho.
Duas coisas que você precisa saber sobre "Deus"
1. Deus não considera ninguém inocente
2. Deus não é cúmplice do pecado
Reflita!
Caráter é quem você é quando ninguém está olhando. Respeito é como você trata os outros quando ninguém pode te cobrar. Sabedoria é entender que sem os dois, não existe verdadeira educação.
A vida é um hospital
Onde quase tudo falta.
Por isso ninguém se cura
E morrer é que é ter alta.
Ninguém pode escrever sobre velhice sem entrar nela.
Por mais decepcionada que eu esteja, não desejo o mal a ninguém, desejo que Deus derrame a luz da sua benção sobre aqueles que insistem em semear trevas em meu caminho.
Sobre as críticas que me lançam,
Não absorvo nenhuma importância.
Ninguém joga pedras,
em colmeia sem mel.
Servos de Ninguém (2011)
Tal qual formigas
as mais rainhas do que fadas
serviam somente enquanto aladas
sem asas não mais do que lombrigas.
Por tudo, seguro em vós
Nem sempre um sermão de nós
Alegre e irreverente,
nem sempre serpente a sós.
De outro mundo
de repente, planeta oriundo
com outros sóis,
esperando de repente a voz.
Nas profundezas de uma caverna
da America Central
esticado em uma linha de varal
como vertebra de outra raça espiritual.
De guerreiros semigente semianimal
que usam um cometa em vez de nave espacial
Em sua casa a lava arde irracional
onde a dor é um flagelo incondicional.
E as serpentes que aqui rastejam,
servas e prepotentes da água e da seiva
projetam sua calma em caminhos não mais trilhas
caminhos de veredas patrimoniais.
Que pela mente se protegem dos descasos do destino
que se atinam pela falha de seu sexto tino
que embora não recordem o badalar do sino
sabem que é a fuga do trilhar do hino
aquilo que lhe faz como se queira adulterino
não mais que uma sombra, um mero albino.
E onde fostes tu caminhar-se
em um beco escuro
que por cima do muro
se faz negro com relações as forças
que ja se perdem a direção
entre tantos sentidos
nada mais é união
Nada mais é uno, nada mais é ino
nada mais é indo
tudo há, sempre hão verdades de aparecer
lúcidas e sandálias, sândalos da maré
que aconchega as noites frias
na baía de uma praia qualquer.
Ninguém deveria cobrar o mínimo.
Minguém deveria agradecer por receber o mínimo.
Ninguém deveria cobrar agradecimento por proporcionar o mínimo.
"Não é sobre inveja. Ninguém inveja pobre. É sobre despeito. Não é sobre o quanto você é grande.
É sobre o mínimo que faz, despertar no bom, o bem e no ruim a sensação de irrelevância, não é sua responsabilidade, mas deles. Preserve os bons, os ruins, apenas deixe que saibam que você os reconhece."
