Nunca se Afaste dos seus Sonhos
"Há sua volta tudo estava em constante transformação,seus melhores amigos,seus colegas e sua forma de viver.
Em pouco tempo nascia pêlos onde não havia e acredite essa é a mudança menos significante.
Enquanto nascia um homem alguns ainda o achavam criança,e seus colegas tinham convicção que ele não era tão legal.
E pouco a pouco ele se moldou a todos em sua volta e ele bateu as mãos e assustou sua criança interior,algum tempo depois bateu as mãos pela segunda vez e assustou a pré adolescência.
Ainda não estava bom aos olhos,ele queria ser notado!
Então mudou a forma de assustar e trocou por uma arma e o primeiro tiro deu em sua humildade.
Matou sem perceber com apenas um tiro sua identidade.
Ele estava quase perfeito,porém precisava fazer como os outros e se tornar igual a todos.Sim!
Ele precisava matar a sua felicidade e ele não teve coragem.
Correu,gritou e clamou.De repente caiu no chão e chorou,uma criança o cobriu e uma outra maior o abraçou.
Eles conversaram e o homem adulto se culpou por matar cada um de seus aspectos e a criança de bom grado lhe deu a felicidade o pré adolescente lhe ofereceu a humildade.
E logo atrás deles estavam todos de pé, seus colegas e amigos.
A criança e o pré adolescente bateu palmas e o adulto largou a arma e bateu palmas e eles se assustaram.
Depois de se buscar interiormente o rapaz podia seguir a vida sem ser igual.
Agora ele podia contar com a felicidade de criança e a humildade de um pré adolescente e sem mais teve a identidade de um adulto."
Texto:Interiores
José Marcelino
"Quis um pedaço,teve o pedaço porém dentro de ti mora dois e cada um com seus aspectos cruéis e leais.
Quis um mundo lhe mostrei onde deveria reinar e avançou para um lugar que poucos pisaram,seu lado leal respeitou os limites mas o teu lado cruel pisou no ego e fez baderna até acordar a tristeza e a balbúrdia levantou o orgulho.Eu lhe disse para parar e nem deu ouvidos soltando os para si e em luta foi expulso do pedaço...
Te dei um pedaço e sendo assim preferiu o mundo,fez baderna no coração e foi expulso de onde deveria reinar."
"Quer enganar quem?
Você só escreve coisas belas e fala dos seus sentimentos quando já se esgotou de tanta negatividade.
E você faz bem,ainda enxerga o copo meio cheio tem gente que está com sede se é que me entende."
"E é necessário ter a imponência de um tigre no espírito,saber correr atrás dos seus objetivos e rugir a cada mérito.
Como um tigre é preciso treinar e treinar suas táticas e ver quais oponentes são seus parceiros a luta ou quais serão sua derrota.
Mostrar sua pele com suas marcas e rugir quando as dores não caberem no peito.
E mostrar toda sua beleza mesmo que os olhos alheios não enxerguem.
Seja um tigre."
Quero um chapéu onde o sol se enamore dele, e pousem passarinhos com florzinhas coloridas em seus biquinhos.
Um chapéu de várias cores, feito um arco íris, que reflita as gotinhas da chuva em dias ensolarados.
Um chapéu que cutuque a minha imaginação e me faça acreditar que até em dias frios, ainda é verão!
__ (Do momento "Que saudades do verão" da Mell Glitter)
Nao deixe de louvar, orar e buscar a Deus todos os dias, converse com Ele, diga seus temores, seus planos. Peça orientação e deposite em Deus sua confiança.
SEJA VENCEDOR EM NOME DE JESUS!
#FlaviaLeticia
Um dia meus olhos cruzaram com os seus, nosso amor nasceu, me entreguei, me dediquei, por vezes fui ao contrario de tudo que acreditava, por amor a ti, por tentar te fazer feliz, por nós, por mim, demonstrei fraqueza em te entregar meu coração e você se desfez dele, pisou, humilhou, um dia lembrará da pessoa que realmente cuidava de ti, que ficava feliz só de ver seu sorriso...espero estar já curado de tudo que passou vivendo um grande amor..e seja o momento de você passar por tudo isso que estou sentindo.
Tenha bastante cuidado com quem você confidência seus problemas. Nem sempre as pessoas são dignas de sua confiança.Manter-se em silêncio com determinado tipo de gente é uma atitude inteligente. Se algo te incomoda e você precisa desabafar, faça isso com a pessoa certa: procure ajuda de um terapeuta!!!
Admirável é o poeta
O abstrato transforma em vida.
Rompe o sol, descortinando paisagens.
Seus olhos refletem luz
Sabedoria de vidas
Explicações para dores...
Saudades...
Assim, é o poeta...
IRREFUTÁVEL #01
Entre tantas outras coisas, seus olhos são meu desequilibro,
O deslumbro em tua face passiva sobre o luar do equinócio,
Nem o mais belo dos Blues pode descrever o olvidado amor.
O Celestial cai em prol de sua pureza.
Teus gestos gentis transformam a maldade,
Ora, passe a tarde ao meu lado, — Querida flor
Junte-se a minha individualidade e faça de mim sua estrela,
Mostre-me tuas inquietas travessuras e serei eternamente grato.
Transforme meu frouxo luar na tua estupenda tentação moral,
Mude meus dias com um lindo e sincero, Eu Te Amo.
Forje sua preciosa respiração sobre meus ombros,
Para que eu possa enfatizar sua misteriosa aparição.
Lute pelos seus objetivos até derramar o último pingo de suor, até esgotar o último ponto de sua bateria, até atingir o limite máximo, até que seus sonhos seja realizado...
Assim nos Amamos
Ama-se alguém, a convivência traz seus
contratempos, mas enfim a esse alguém amamos.
Dia a dia tudo se renova, a cada minuto surge
uma ideia nova.
Passeios, distração, e neles às vezes surge o
ciúme, só porque para alguém olhamos.
Mas assim vamos nos amando.
Novidades surgem, trabalho em feriados,
viagens, despedidas, tempo ausente mais
demorado.
Sempre ao partirmos quando a porta fecha,
vemos que um pedaço de madeira, nos separa
de quem queremos, avaliamos ali o tamanho do
nosso amor.
A falta é grande, o coração pela boca quase salta,
ai vem a vontade de voltar, e sem pensar
meia volta damos, e a quem se quer do lado de lá,
buscamos.
Precisamos dela, o pedaço maior que nos faz inteiro.
Nós sempre assim fazemos.
Por que?
Porque nos amamos.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Encontro
Mal saíra do Hotel Meridien, onde seus amigos paulistas o convidaram para uma caipirinha. Quase uma da tarde. Nada demais, apenas o fato de ele não tomar caipirinha. Mas era uma amizade que vinha de longe, e não seriam algumas doses que iriam separá-los. Deglutira galhardamente três doses com alguns salgados e, após ouvir as indefectíveis piadas cuja validade havia expirado, despediu-se dos casais amigos e decidiu andar um pouco.
Colhido pelo bafo quente, olhou para a direita e viu o mar indecentemente azul, que em algum ponto lon¬gínquo engolia um céu de um azul mais claro, apenas manchado de algumas nuvens esparsas de algodão de um branco duvidoso. Andar um pouco pela Avenida Atlântica e olhar as beldades em uniformes de conquista não eram o ideal naquele momento. Tinha dei¬xado trabalho no escritório e, apesar de o celular não reclamar nenhuma atenção, no momento, sabia dis¬por de menos de meia hora antes de enfrentar o mundo além túnel.
Além do túnel, acaba a Cidade Maravilhosa, era o seu bordão predileto. As malditas doses haviam tor¬nado seu andar ligeiramente menos decidido que de costume. Na verdade, não sabia como matar a meia hora. Lá longe o Posto Seis e o Forte pareciam chamá-lo. Resistiu ao apelo e, muito a contragosto, decidiu andar um pouco pela Gustavo Sampaio. Um pouco de sombra, já que os prédios projetavam suas silhuetas no asfalto e lá também havia gente, muita gente andando sem muita pressa, com o ar tranquilo e um “xacomigo” zombeteiro estampado no rosto.
Relembrou a sessão de piadas. Achava que deveria haver algum dispositivo legal, ou pelo menos um acordo, que determinasse prazos além dos quais as anedotas seriam arquivadas e frequentariam somente as páginas das coletâneas ditas humorísticas. Ter de dar risadas ao ouvir pela centésima vez a mesma piada, ou variações sobre o mesmo tema, poderia ser perigoso para a paciência dos ouvintes, ou reverter em agressão física em detrimento de um contador desatualizado. Até que seria uma boa ideia colocar avisos nesse sentido. Ou, então, seguindo o exemplo das churrascarias rodízio, introduzir o cartão de dupla face, a verde autorizando a continuação e a vermelha decretando o final da sessão. Muito compli¬cado. Como fazer no caso de divergência? Decidir por maioria simples. Ou, devido à importância do assun¬to, haveria de ter a concordância de pelo menos dois terços dos ouvintes? Os desempates seriam decididos pelo voto de Minerva do criminoso, isto é, do conta¬dor. E se houvesse daltônicos na platéia?
Será que há exame médico para garçons de rodízio, eliminando os daltônicos?
Mas, na falta de regulamentação, como resistir à sanha do contador de “causos”? Não dar risada? Interromper? Contar a sua versão? Esses expedientes eram ainda piores. Olhar a paisagem do terraço, sim, e acompanhar a gargalhada dos outros foi a solução encontrada. Providencialmente. A regulamentação ficaria adiada, procrastinada, decidiu com uma risa¬dinha interior.
E tem aquela do português que chega em casa... E aquela outra da freira que... Ah, a melhor de todas, acabaram de me contar: o Joãozinho pergunta para a professora...
Afinal, era um bom passatempo, com a vantagem de observar fisionomias alegres. As reações eram muitas vezes mais engraçadas que as piadas.
Será que eles também conheciam TODAS aquelas anedotas, ou somente algumas?
Esbarrou num transeunte, balbuciou uma desculpa qualquer e teve direito a um bem humorado:
– Ô meu, olha só, estou na preferencial!
O peso pesado já estava se afastando e as ideias voltando a se agrupar depois da desordem causada pelo baque.
A ligeira dor de cabeça pedia uma parada numa farmácia. E farmácia era o que não faltava na rua.
Entrou e aguardou que a balconista o notasse. Entre ser notado e a pergunta:
– O que deseja? se passaram alguns intermináveis segundos.
– Duas passagens para Paris em classe executiva. E ante o misto de espanto e divertimento da moça, completou:
– Bom, já que não tem, qualquer coisa para a dor de cabeça. Poderia tomar aqui mesmo? Tomou o analgésico, agradeceu e, instantes mais tarde, estava de volta à calçada esburacada.
Olhou para o Leme Palace e resolveu voltar cami-nhando pela Atlântica.
Evitou o segundo esbarrão da meia hora de folga.
Em frações de segundos, os olhares se cruzaram. Era uma beldade, outonal, mas, apreciador de Vivaldi, as quatro estações são arrebatadoras, pensou.
O andar sinuoso, os pequenos sulcos rodeando os olhos, carimbos ainda piedosos no passaporte da vida, cabelos cortados Chanel, ombros e decote plena¬mente apresentáveis e não apenas um tributo pago ao calor daquele verão, pernas bonitas, e medidas ten¬dendo à exuberância. O rosto comum, tinha o olhar faiscante a valorizá-lo.
Naquele instante, o tempo parou, não o suficiente, porém, para que, da extrema timidez dele, brotasse algo mais inteligente do que um sorriso vagamente encorajador. “Pergunte algo, as horas, o caminho para algum lugar, o nome da rua, qualquer coisa”, rebelou-se dentro dele uma voz indignada por jamais ter sido ouvida no passado.
Continuou, como que petrificado, enquanto, sem deixar de olhá-lo, ela passou por ele longe o suficiente para não tocá-lo, e perto o bastante para deixa-lo sentir o perfume discreto que a envolvia.
Ele continuou imóvel e virou a cabeça, contemplando a desconhecida, que continuava andando, afastando-se aos poucos. Alguns passos depois, ela virou a cabeça e o olhar, mesmo àquela distância, lançou um convite mudo ou, pelo menos, assim pa-recia.
Sem reação, ele a acompanhou com o olhar. Ela deu mais alguns passos e novamente olhou para trás. A voz interior estava se desesperando. Ele mesmo não entendia o porquê da sua imobilidade. A desconhe¬cida estava se afastando cada vez mais, confundia-se no oceano de cabeças e, mesmo assim, pareceu-lhe que lá longe uma cabeça estava se virando uma última vez para trás.
Era um adeus. Sentiu que o que se afastava não era uma desconhecida. Era um pedaço de si mesmo, de uma juventude da qual não havia sabido desfrutar e agora lhe acenava de longe, mergulhada num misto de lembranças e saudade.
Estabeleça seus princípios de acordo com a sua moral de espelho, adeque as suas limitações e concilie-os com os seus desejos, procure evoluir e ajudar aos outros, pense e não faça de cabeça quente, lembre-se do plano, as prioridades você vai conhecer no caminho, olhe bem para sua base e se lembre dela quando estiver no alto. Misture tudo em um copo e beba isso todas as manhã antes de sair de casa.
Frase do dia 19/08
Procure resolver seus problemas de acordo com seu alcance e prioridade. Fora isso tropeçará nas próprias pernas.
Se qualquer profissional tem que estudar, investir seus recursos, trabalhar e desenvolver com criatividade suas carreiras, por que o político, para conquistar seus projetos pessoais de poder, precisa de financiamento público? Por que, se querem ser eleitos, não buscam apenas o apoio financeiro dos que os admiram e o próprio patrimônio? Por que temos que tirar recursos da saúde, educação e segurança para patrocinar as carreiras políticas de indivíduos que, em grande parte, são suspeitos de corrupção e na sua maioria são improdutivos e ineficientes?
Tem mais rímel no seu rosto que nos seus cílios, não adianta negar, você passou a noite inteira chorando. Mas está tudo bem menina, você não precisa ter vergonha de transbordar vez ou outra, a gente tem que deixar os sentimentos ruins saírem para vagar espaço para as coisas boas. Não adianta tentar negar toda a sua dor, está escrito em sua testa, está exposta naquela foto com legenda de superação que você postou semana passada tentando parecer bem. Você não precisa provar para ninguém que seguiu em frente, apenas para você mesma, não precisa se forçar a ficar bem, se na verdade você não estiver, porque é preciso respeitar o próprio luto para poder sobreviver a morte de um amor, não adianta ir pra balada, encher a cara e ficar se lamentando no cantinho enquanto a madrugada passa e você lembra como era bom estar com ele, como era bom quando vocês riam e dançavam no meio da pista de dança, eu sei que você quer provar pro mundo e principalmente, pra ele que as coisas andam boas, mas pra isso, você tem de deixar que elas fiquem de verdade, precisa permitir que a dor evacue dai de dentro pra poder estar livre dessas amarras que te prendem ao passado e isso a gente só consegue quando sente tudo o que precisa sentir. Não adianta tentar enganar os outros quando não enganamos a nós mesmos, ninguém vai cair nesse seu sorrisinho falso e no papo de que já enterrou o passado, o mundo todo percebe que no fundo você só quer que ele volte atrás, que ele te ligue dizendo que está com saudade e que quer te ver, mas olha só, ele não vai vir, nem hoje, nem amanhã e nem quando perceber que te perdeu e quer saber? Melhor assim! Melhor porque ele nunca quis somar contigo, nunca quis acrescentar. Ele só sabia te sugar, te sugar e te sugar e nós precisamos de alguém que nos ajude a transbordar, então desabe de uma vez, desabe sem medo do que vão pensar, achar ou até comentar, porque não temos obrigação nenhuma de fingir que está tudo bem. Não há nada de errado em recusar o convite pra festa e passar a sexta-feira vendo filme romântico na televisão e chorando com um pote de sorvete de creme, no fundo isso é menos patético que borrar a maquiagem no banheiro da balada. Ninguém é feito rocha pra precisar parecer inquebrável!
"Descanse sua alma no Deus do impossível, pois seus problemas terão forças mediante ao tamanho do seu medo."
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