Nunca me Levou a Serio
O calvinismo não é bíblico, nunca foi e nunca será enquanto não abandonar a incondicionalidade! Esse é o primeiro de muitos passos que ele terá que dar para ser bíblico é ortodoxo. Por enquanto, o calvinismo e apenas um grande esforço de engenharia teológica humana, numa tentativa desesperada de acomodar e adaptar as Escrituras e Deus em um esquema determinista e fatalista.
Algumas pessoas quando tomam conhecimento dos crimes de Calvino me perguntam: Porque ele nunca se arrependeu ou pediu perdão por seus crimes? Minha resposta é que psicopatas não se arrependem, pois o sistema límbico deles não funciona!
A porta não passou por reformas e nunca passará; ela continua e continuará estreita como ensinou Jesus em
Mateus 7.13-14.
Infelizmente muitas pessoas nunca encontraram a cura para suas feridas, pois elas insistem em manter laços com aquilo que as adoeceu.
Aquele que já teve uma experiência com Deus nunca será dissuadido por argumentação humana.
O batismo no Espírito Santo que os discípulos experimentaram nunca se tronou uma mera lembrança de algo que aconteceu no passado distante. Foi uma realidade sempre presente.
Teologia Arminiana
Um líder que não lê é um líder limitado e nunca formará discípulos relevantes para as próximas gerações. A leitura é uma chave que desperta e liberta o indivíduo. Assim, um líder que não lê faz um desserviço para o Reino de Deus e para sociedade.
90% das pessoas que se dizem calvinistas, nunca seriam se lessem as institutas de Calvino. Existem pelo menos duas razões para isso: Primeiro, Calvino se contradiz várias vezes nas institutas; e segundo, as institutas de Calvino contradizem várias vezes a Bíblia e a Ortodoxia.
A morte de Cristo nunca é tratada como pagamento pelo pecado na Escritura. Ela é tratada como pagamento pela libertação dos escravos, como compra para a liberdade. Isso aponta para uma diferença entre duas maneiras de ver a salvação:
Em uma, "Deus" é o problema. Na outra, Deus é o libertador.
Quando Thomas Jefferson tinha 80 anos, ele escreveu ao ex-presidente dos EUA, John Adams: “Nunca poderei concordar com Calvino sobre a forma que ele compreendia Deus. Ele foi de fato um ateu, o que eu nunca poderei ser; ou melhor, sua religião era o demonismo. Se alguma vez o homem adorou um deus falso, ele o fez. O ser descrito em seus 5 pontos não é o Deus que você e eu reconhecemos e adoramos, o Criador e governador benevolente do mundo; mas um demônio de espírito maligno. Seria mais perdoável não acreditar em nenhum deus do que blasfemar contra ele pelos atributos atrozes de Calvino.”
Algumas pessoas nunca se arrependerão por terem pecado, e sim remorso pelo pecado ter sido revelado.
(Lucas 12.2)
Andarão dois juntos se não estiverem em acordo? Nunca! Assim é a doutrina calvinista e a Doutrina Bíblica.
Wesley escreveu a Isaac Andrews: “Nunca disse ou pensei que todo aquele que vive e morreu como calvinista está condenado. Eu acredito que milhares que viveram e morreram com essa opinião estão agora no seio de Abraão. E, no entanto, estou persuadido de que essa opinião levou muitos milhares para o inferno”.
Carta, 24 de junho de 1776.
Jesus deu um golpe final nos teólogos liberais. E foi este: Ele nunca muda. “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13:8). Jesus é sempre o Professor, o Escriba, porque seus ensinos são definitivos. Não precisavam ser reinterpretados no segundo século, nem no século 12 ou 18. Tampouco necessitam ser reinterpretados no século 21. Aquilo que as palavras de Cristo significavam para seus ouvintes originais é exatamente o que querem dizer hoje.
Calvino era tão fanático por Agostinho que nunca reconheceu as heresias de seu guru espiritual; Agostinho nunca ensinou a salvação somente pela Graça; mas ensinava uma salvação hibrida de boas obras através dos sacramentos, começando com a regeneração pelo batismo infantil, salvação via igreja romana e pelo uso da força até a morte. Mas essas heresias não passaram despercebidas pelo Lutero maduro que escreveu: “no começo, eu devorava [os escritos de] Agostinho, mas quando [...] entendi o que era realmente a justificação pela fé, descartei-o”.
Marcelo Rissma - Timothy George, Teologia dos Reformadores (São Paulo, SP: Edições Vida Nova, 1993), p. 70.
