Nunca me Levou a Serio
"O fantasma, na visão lacaniana, é o eco do desejo que nunca foi saciado, um laço entre o corpo pulsional e a falta no Outro."
Calvino era tão fanático por Agostinho que nunca reconheceu as heresias de seu guru espiritual; Agostinho nunca ensinou a salvação somente pela Graça; mas ensinava uma salvação hibrida de boas obras através dos sacramentos, começando com a regeneração pelo batismo infantil, salvação via igreja romana e pelo uso da força até a morte. Mas essas heresias não passaram despercebidas pelo Lutero maduro que escreveu: “no começo, eu devorava [os escritos de] Agostinho, mas quando [...] entendi o que era realmente a justificação pela fé, descartei-o”.
Marcelo Rissma - Timothy George, Teologia dos Reformadores (São Paulo, SP: Edições Vida Nova, 1993), p. 70.
Foi no Concílio de Niceia que a caixa de Pandora foi aberta e nunca mais foi fechada; promovendo assim a fissura para entrada de todo tipo de especulações teológicas dentro da Igreja de Cristo.
Embora o ego e o orgulho sejam ferramentas incríveis de autodefesa, ambas nunca serão capazes de superar a razão.
Desde que Jesus pisou na Terra, as trevas foram dissipadas. Quem o segue nunca mais andará em trevas!
Respeite a todos!!!
Más nunca diminua seu próprio Valor
Independente da posição
social ninguem e mais que
ninguém na Lei do
Universo!!!!
Sou quilombola, carrego em meu ser o eco das lutas ancestrais e o poder de um povo que nunca se rendeu.
Rosane Jovelino
Águas que correm vida que passa
Momentos únicos nunca mais se encontram
Aprende a valorizar cada instante
Pois a vida como o rio não para
Correndo ao encontro do destino
Como águas ao rio a vida flui
Cada momento uma gota preciosa
Não desperdice, valorize.
Quantos se ferem tentando alcançar coisas que talvez nunca consigam. Reconhecer as próprias limitações, porém, é o primeiro passo para alcançar as maiores conquistas.
Nunca diga o quanto dói uma dor que não é sua, independentemente da sua interpretação sobre a causa ou o sofrimento. A dor é subjetiva, carregada de significados únicos que, muitas vezes, nem mesmo quem a vive consegue compreender completamente.
Quando o Passado Vive no Presente
O passado nunca vai embora, ele simplesmente se transforma. Ele se mistura com o presente de uma forma silenciosa, como uma lembrança que insiste em se fazer presente, mesmo sem pedir licença. A cada passo que damos no agora, há um eco de algo que já foi, mas que continua vivo dentro de nós.
Às vezes, não percebemos, mas o passado está lá, moldando nossas escolhas, nossos sentimentos e até nossas reações. Ele se esconde nos sorrisos que damos, nas palavras que falamos, nas decisões que tomamos. E é engraçado, porque parece que o tempo não consegue apagar o que realmente importa. O que foi vivido, o que nos tocou, continua sendo parte de quem somos.
É o cheiro daquela tarde de verão, o toque de um abraço que nunca se esquece, o som da risada de quem amávamos. O passado não é algo distante. Ele vive nas pequenas coisas, nos gestos simples que ainda guardamos com carinho.
Quando o passado vive no presente, ele não traz dor, mas memória. Ele é a força que nos impulsiona, a sabedoria que adquirimos. E, em muitos momentos, ele é o que nos mantém firmes, lembrando-nos de onde viemos e do que conquistamos.
O passado não é só uma recordação. Ele é uma parte de nós, que continua a existir no presente, nos moldando e nos ensinando, como uma luz suave que nunca se apaga.
Saudade: O Amor Que Nunca Vai Embora
A saudade é como um amor silencioso, que não exige palavras, mas que nunca nos abandona. Ela fica ali, guardada no peito, no fundo da alma, lembrando-nos constantemente de algo ou alguém que já não está mais ao alcance das mãos. Ela não é apenas falta, mas uma presença sutil que se manifesta a cada lembrança, a cada suspiro.
É o sorriso que ficou guardado na memória, o toque que não se esquece, a risada que ainda ecoa nos cantos do coração. A saudade não é uma dor permanente, mas uma doce lembrança de que o que foi vivido foi real, foi intenso, e, de alguma forma, permanece vivo em nós.
Ela nos ensina que o amor, quando verdadeiro, nunca se apaga. Ele pode mudar de forma, pode se distanciar com o tempo, mas sempre estará ali, imortalizado na saudade. Porque quando amamos de verdade, carregamos a essência dessa pessoa, desse momento, para onde quer que vamos.
A saudade não é um vazio; é um espaço preenchido por memórias, por sentimentos que resistem ao tempo. E, no fim, ela é o testemunho de que, mesmo distantes, aqueles que amamos nunca vão embora. Eles permanecem, eternos, nos pedaços de nós que guardamos com carinho.
O Coração Sempre Lembra
O coração, com sua sabedoria silenciosa, nunca esquece. Ele guarda em seu fundo as lembranças mais profundas, aquelas que nos moldaram e nos marcaram para sempre. Mesmo que o tempo passe e as circunstâncias mudem, o coração sempre lembra do que foi vivido com intensidade, do que foi amado com a alma.
Ele não apaga as risadas compartilhadas, os momentos de aconchego, os olhares que diziam mais do que mil palavras. O coração guarda essas memórias com um carinho que só ele compreende, e, quando menos esperamos, elas surgem de volta, como um sussurro suave, trazendo à tona tudo o que foi bonito e verdadeiro.
A memória do coração não é uma lembrança passageira. É algo que resiste, que permanece, como uma marca de tinta permanente, que, por mais que o tempo passe, nunca se desvanece completamente. A saudade, muitas vezes, é a prova de que o coração nunca esqueceu o que foi vivido.
O coração sempre lembra, porque ele é feito de histórias, de sentimentos e de pessoas que marcaram sua jornada. Ele guarda, mesmo que em silêncio, tudo o que foi importante, e quando a saudade aparece, é o coração nos dizendo: "Eu nunca esqueci."
Aquilo Que Nunca Se Apaga
Há coisas que o tempo não consegue apagar. São como marcas invisíveis, que ficam tatuadas em nossa alma, resistindo ao passar dos anos. São momentos que, mesmo quando se afastam, não deixam de arder suavemente dentro de nós, como uma chama que nunca se apaga, não importa quão forte seja o vento.
Aquilo que nunca se apaga é o que realmente importa: o amor que sentimos, as pessoas que tocaram nossas vidas, os instantes que nos marcaram profundamente. Mesmo que o tempo tente suavizar, há uma intensidade na memória que persiste, como um farol que ilumina, mesmo à distância.
A saudade, muitas vezes, é o reflexo disso. Ela é o vestígio do que foi vivido, do que deixou uma marca indelével, e, por mais que o mundo siga em frente, aquilo que nunca se apaga continua a viver em nós. Como um perfume, uma canção, ou um sorriso que ainda se faz presente na nossa mente, mesmo quando a pessoa não está mais ao nosso lado.
O que nunca se apaga não precisa ser visível para ser sentido. Está ali, guardado no coração, na memória, na essência de quem fomos e no que se tornou parte de nós. Às vezes, basta fechar os olhos para sentir, para saber que, mesmo com a distância, aquilo que é inesquecível nunca se apaga.
