Nunca Magoe uma Mulher

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Uma prática em que o calvinismo é muito hábil é a de se apropriar e revisar aquilo que não lhe pertence. Eles estão fazendo essa apropriação e revisão indevida dos fatos históricos, dos personagens cristãos, da doutrina bíblica e da Ortodoxia há muito tempo. O calvinismo é o grande revisionista do cristianismo.

Nenhum homem pode realizar uma obra grandiosa e duradoura para Deus se não for um homem de oração, e nenhum homem pode ser um homem de oração se não dedicar muito tempo à oração.

Uma vida cristã vivida inteiramente sem a prática da oração é uma vida vazia do poder, do consolo e da direção do Espírito Santo. É tentar cruzar um deserto espiritual contando apenas com as nossas próprias e limitadas forças humanas.

A maior, mais sublime e eterna recompensa de uma vida de oração não são as bênçãos recebidas, mas a presença do próprio Deus. Descobrir que o Provedor é infinitamente superior e mais desejável do que a própria provisão é o ápice da fé.

Uma igreja sem o fogo do Espírito é como um altar sem o sacrifício aceitável.


Sermons on Various Subjects, Sermão XI, p. 230.

⁠"É uma grande verdade universal que, muitas vezes ou na maioria delas, ninguém nesta vida consegue manter com frequência uma consciência totalmente limpa. Encarando a realidade, para ser honesto, ninguém ao longo do caminho que iremos percorrer nesta existência conseguirá manter-se 100% nesse quesito."

Raphael Denizart

⁠"O verdadeiro amor é como uma chama constante, que aquece sem queimar, ilumina sem ofuscar, e perdura além das estações."

Raphael Denizart

Para mim, o maior tédio do amor é quando você está ao lado de alguém especial e sente uma paz enorme, gigantesca... Aquela paz que vem de Deus, sabe? Você só quer ficar ali o resto do dia, deixando as horas passarem, porque do lado dela o mundo para!


Raphael Denizart

⁠Em uma vida repleta de desafios, recordemos o exemplo de Daniel, que optou por ser lançado na cova dos leões em vez de abrir mão da oração. Essa decisão corajosa nos inspira a ponderar sobre a relevância da comunhão com o divino, mesmo nos momentos mais árduos.
Adentremos nesse pensamento, reconhecendo que, assim como Daniel, confrontamos nossos próprios leões diariamente. Por vezes, as circunstâncias parecem intimidadoras, e a tentação de desistir é poderosa. Contudo, a oração nos conecta a algo maior, algo que transcende nossos receios e inquietações.
Em Daniel 6:10, deparamo-nos com um claro exemplo dessa postura perseverante: "Daniel, três vezes ao dia, se ajoelhava, orava e dava graças diante do seu Deus, como costumava fazer." Mesmo diante da proibição do rei, Daniel optou por manter sua prática de oração, evidenciando sua confiança inabalável no Senhor.
Assim como Daniel enfrentou os leões com fé e oração, que possamos encontrar vigor em nossa comunhão com Deus. Que, nos momentos desafiadores, possamos eleger a cova da oração em vez de sucumbir ao medo. Que nossa confiança no divino nos conduza, assim como conduziu Daniel, e que a presença do Senhor esteja conosco, fortalecendo-nos perante qualquer adversidade.

O que é plantado no oculto não permanece escondido para sempre. A vida tem uma forma silenciosa de trazer à luz aquilo que o coração tentou encobrir. Por isso, mais do que temer a exposição, é sábio cuidar da intenção, do caráter e das escolhas quando ninguém está olhando.
A ruína não começa quando algo é revelado, começa no momento em que se decide plantar no escuro aquilo que não se teria coragem de cultivar na luz.

Às vezes, aquilo que parece uma descida é apenas o caminho silencioso para uma ascensão.

**“Talvez uma das formas mais profundas de ingratidão seja devolver o esquecimento àqueles que, um dia, nos ensinaram o valor da presença, da lealdade e da gratidão.”**

Pois a vergonha que me pesava
foi sepultada no Calvário,
e no lugar dela,
nasceu uma nova canção:
“Eu sou d’Ele, e Ele é meu.”


"Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8:1).

O louvor libera estratégias do Céu,
Em 2Cr 20, Josafá recebe de Deus uma tática inusitada: colocar adoradores à frente do exército.


O louvor muda a atmosfera espiritual e abre caminho para que Deus combata por nós.


Atos 16:25-26 – Paulo e Silas não foram libertos por uma chave, mas por um cântico.

O louvor é mais do que uma música bonita: é uma arma de guerra espiritual, uma chave para destravar milagres e um decreto de vitória.
Quando o povo de Deus aprende a adorar antes de ver a solução, o inimigo já é derrotado no mundo espiritual.

O louvor não é apenas um ato emocional ou musical; ele é uma expressão profética da fé. Quando louvamos, declaramos a soberania de Deus acima das circunstâncias, entronizamos o Senhor no meio da batalha (Sl 22:3) e enfraquecemos as estratégias do inimigo.

Quem ama renuncia, desce, se entrega,
lava os pés do irmão, não busca uma regra.
Maior não é quem sobe, mas quem desce a servir,
pois no Reino eterno é amando que se faz existir.


"Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva."
(Mc 10:43)

“Não é o relógio que te desperta todas as manhãs… é a misericórdia de Deus te dando mais uma chance de vencer, de recomeçar e de viver o propósito dEle.”

“O relógio desperta o corpo, mas é a misericórdia de Deus que desperta a vida.”

Quando se tem uma experiência com o Senhor Jesus, entendemos que Ele é suficiente : suficiente para curar a alma, para preencher o vazio, para restaurar o que foi quebrado e para dar propósito onde antes só havia confusão. Quando Ele se revela, percebemos que nenhuma riqueza se compara à Sua presença, nenhuma conquista supera Sua paz e nenhum amor é tão profundo quanto o dEle.

O amor de Deus não é uma licença para pecar — é força para morrer para o pecado.