Nunca Magoe uma Mulher

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“Quando Deus te faz brilhar, até a escuridão reage”

Nunca vi um inseto atacar uma luz apagada.

Os “insetos” sempre são atraídos pela luz acesa, porque o brilho incomoda. E sabe por quê? Porque a luz revela as sombras e expõe aquilo que estava escondido.

Quando Deus acende uma luz sobre a sua vida, ela incomoda quem vive na escuridão. O inimigo sabe que uma nova vitória está a caminho e, por isso, envia pessoas para tentar roubar a sua paz, a sua alegria e a sua fé.

Mas não se preocupe. Quem te traiu, te humilhou, te desprezou ou faltou com a palavra será obrigado a ver a sua luz continuar brilhando. Não porque você é maior, mas porque o Deus que te sustenta é fiel.

O Deus que você serve não falha. Ele promete e cumpre. Ele dá a palavra e não volta atrás. O que Ele preparou para a sua vida ninguém pode impedir.

Continue brilhando. A sua luz é a prova de que Deus ainda está escrevendo a sua história.

Quem nunca ouviu falar "quando uma porta se fecha várias outras se abrem"


Pois é...quando se fecha a porta da consciência, se abre a da ignorância, a da intolerância, a da violência...etc


Vigiai... é a Lei

A verdade

Aquele que descobre uma traição nunca mais amará como antes.

Aprendi uma coisa nesta vida: quem mais critica quase nunca faz ou se dedica ao trabalho como você.

⁠Nunca duvide da capacidade de uma pessoa, até que ela te prove o contrário.

A verdade nunca se revela inteira: aproxima-se como um sussurro, fere como uma lâmina e logo se esconde atrás de novos véus; por isso, mais sábio é quem aprende a habitar a penumbra do que quem exige a claridade absoluta

⁠Certa vez, uma pessoa me disse: você nunca amará alguém da mesma forma que amou o seu primeiro amor. Se vocês, de alguma maneira, terminarem juntos para sempre, significa que tiraram a sorte grande na vida. Mas se por um acaso, isso não acontecer, tudo bem. Mas não espere outro amor com a mesma intensidade, paixão e emoção, pois isso não acontecerá. O primeiro amor sempre será o que marcou mais.

“Uma sombra nunca pode impedir alguém de viver — ela não toca a vida, apenas a parede onde a luz decide não brilhar.” ✨

♊ Gêmeos – Duas versões, mil ideias e uma mente que nunca tira férias. 🌪️

Me lembro de uma colina
Que eu via na minha infância
Nunca fui lá
Só via de longe
Aquela paisagem tão mansa
Poderia desejar
muita coisa nesta vida
Mas se eu pudesse fazer um pedido
Queria hoje romper a distância
Que o tempo cruel demarcou
E estar lá agora com minha amada
Sentar-me com ela
E olhar o mundo ao longe
Fazer fogueirinha
declamar para ela poesia
Erguê-la lá no Céu
Somente com palavras
Convencê-la de que a amo
Olhá-la sorrindo
Perceber o quanto é lindo
o seu sorriso contrastando
o Sol que finda mais um dia
À noite olhar estrelas
As que estão no firmamento
E mais aquelas que subiriam
Em movimentos lentos
Ao despregar-se da fogueira
Deitar-me ao lado dela
Fazer planos...
Passaram-se tantos anos
O Sol se pôs muitas vezes
Fizemos coisas complicadas
estando juntos
Mas esta coisa delicada e pura
Não
Passa-se a vida
E a gente deixa escapar
a oportunidade de realizar
os sonhos mais singelos
Que foi deixando pra depois
e quando a gente vê
Passou-se quase tudo
E a gente pensa na colina
distante no tempo e no espaço
O amor, este permanece
A colina
Acho que não existe mais
Esquece!

As Pontes Invisíveis


Vivemos em uma era estranha. Nunca foi tão fácil atravessar continentes com uma mensagem e, ao mesmo tempo, nunca pareceu tão difícil encontrar pertencimento. Cercadas por conexões instantâneas, muitas pessoas seguem isoladas. Cercadas por discursos sobre liberdade, muitas continuam aprendendo a esconder quem são.


Talvez uma das grandes tarefas do nosso tempo seja reconstruir aquilo que as fronteiras, os preconceitos e os interesses dividiram. Não através de novas muralhas, mas por meio de pontes. Não por meio da uniformidade, mas pelo reconhecimento da pluralidade humana.


Há uma força silenciosa que atravessa povos, idiomas e culturas. Ela aparece quando alguém estende a mão sem exigir semelhança. Quando uma pessoa protege outra sem esperar recompensa. Quando o respeito supera a necessidade de controle. Quando a solidariedade se torna mais importante do que a identidade.


As grandes transformações raramente começam nos palácios ou nos parlamentos. Elas nascem em pequenos gestos, em encontros improváveis, em redes invisíveis de confiança que se espalham lentamente até formarem algo maior do que a soma de suas partes.


O século XXI exige novas formas de comunidade. Formas que não dependam da geografia. Formas que não imponham uma única visão de mundo. Formas capazes de reunir pessoas diferentes em torno de princípios simples: dignidade, proteção mútua, autonomia, respeito e cooperação.


Uma comunidade verdadeira não é aquela que exige obediência. É aquela que inspira responsabilidade. Não é aquela que determina como todos devem pensar. É aquela que permite que cada pessoa pense por si mesma sem medo de ser abandonada.


Em tempos de intolerância, proteger torna-se um ato de coragem. Em tempos de vigilância, confiar torna-se um ato de resistência. Em tempos de fragmentação, construir laços torna-se um ato revolucionário.


Nesse horizonte, a obra de William Contraponto ecoa como um lembrete de que toda estrutura humana precisa permanecer aberta ao questionamento, sob risco de se transformar naquilo que diz combater.


Talvez o futuro pertença menos às instituições rígidas e mais às redes humanas capazes de atravessar fronteiras sem carregar consigo a pretensão de dominar. Redes discretas, porém presentes. Diversas, porém unidas por valores comuns. Invisíveis para quem procura poder, mas essenciais para quem procura pertencimento.


Porque toda época produz seus muros.


Mas são as pontes que sobrevivem.

A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão


Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?


Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.⁠

⁠“Eu nunca ganhei um pincel, nem por isso deixei de ser um artista, eu nunca ganhei uma caneta, nem por isso deixei de ser um escritor.”

⁠“Uma mente criativa nunca está vazia.”

"Você nunca verá um ignorante refazendo o trabalho de uma pessoa inteligente, mas verá o inteligente refazendo o trabalho do ignorante."

Nunca pergunte quem sou
Não vou saber responder
Hoje sou uma pessoa
E outro ao amanhecer.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/08/2026

morango.


Morango tem uma coisa curiosa, parece frágil, mas nunca passa despercebido.


Talvez seja a cor. Aquele vermelho vivo, quase exagerado, como se tivesse sido feito para chamar atenção mesmo quando está perdido no meio de tantas outras frutas. Talvez seja o contraste entre o doce e o azedo, entre aquilo que parece delicado por fora e aquilo que permanece na boca depois da primeira mordida.


Eu nunca gostei de morango.


E talvez seja justamente isso que torne tudo mais bonito.


Porque, antes de você, morango era só uma coisa que eu não gostava. Não fazia questão, não procurava, não sentia falta. Se estivesse na minha frente, provavelmente eu deixaria para lá.


Até você aparecer e, de algum jeito, me fazer gostar.


Não sei exatamente quando aconteceu. Talvez tenha sido aos poucos, como quase tudo que realmente muda a gente. Um dia eu provei. Depois outro. E, quando percebi, aquilo que antes eu não gostava já tinha se tornado uma das pequenas coisas que eu gostava.


E agora eu gosto de morango.


Só que existe um problema nisso.


Eu gosto de morango e lembro de você.


E talvez você tenha percebido hoje.


Ou talvez não.


Porque eu passei o dia inteiro falando de morango para você.


Morango pra cá.


Morango pra lá.


Uma hora era sobre comer morango, outra era sobre gostar de morango, outra eu simplesmente dava um jeito de colocar morango no meio da conversa.


E você não entendeu.


Achou que eu estava falando de morango.


E eu estava.


Mas não estava só falando de morango.


Esse era o jogo.


Você funciona assim pra mim, como o morango hoje.


E o morango?


Ai vem na cabeça o morango, falo sobre o morango, penso no morango, o morango hoje como foi pra você.


É como se o morango tivesse instalado numa parte lá, e fica chato, repetitivo, e porque você tá falando do morango o dia inteiro? porque você escreve sobre o morango o dia inteiro?
nem você mesma se fosse um morango iria querer ouvir falar do morango o dia inteiro.


Imagina como deve ser para as pessoas que me ouvem falar de morango.


A graça estava justamente em deixar a palavra passar pela sua frente o dia inteiro sem explicar por que ela estava ali. Eu queria ver se, em algum momento, você perceberia que eu estava tentando dizer alguma coisa sem realmente dizer.


Porque, para qualquer outra pessoa, era só uma fruta.


Para mim, era você disfarçada de fruta.


E talvez seja engraçado pensar que eu passei o dia inteiro te falando de morango sem falar de você nenhuma vez.


Ou melhor, falando o tempo inteiro.


Penso nas coisas que você gosta, nos pequenos detalhes que talvez nem perceba que deixou pelo caminho. Na maneira como certos sabores parecem ter sido feitos para você, nas pequenas preferências que foram ficando conhecidas por mim quase sem perceber.


E morango acabou entrando nesse lugar.


Talvez porque tenha a mesma contradição que você carrega. Uma coisa bonita, doce, quase delicada, mas que também sabe ser intensa. Que não precisa fazer esforço para ocupar espaço. Que basta aparecer para mudar alguma coisa ao redor.


E existe uma parte engraçada nisso tudo.


Porque eu posso olhar para um morango hoje e pensar que é só um morango. Posso cortar, comer, deixar de lado. Mas em algum momento vou lembrar que existe uma pessoa que fez aquela fruta significar alguma coisa diferente.


Você me fez gostar de uma coisa que eu nunca gostei.


E talvez você nem saiba o tamanho disso.


Porque algumas pessoas passam pela nossa vida e deixam fotos. Outras deixam frases. Outras deixam lugares.


Você deixou tudo isso, incluindo gostos novos.


Deixou pequenas preferências espalhadas em mim, como se tivesse colocado um pouco de você em coisas que continuam existindo mesmo quando você não está.


E talvez, se algum dia ler essas palavras, vá entender imediatamente.


Talvez você entenda e finalmente perceba que eu estava tentando te contar uma coisa.


Que quando eu dizia morango, eu queria que você pensasse em você.


Que quando eu insistia em morango, talvez estivesse esperando que você percebesse a coincidência.


Que eu nunca gostei de morango.


Mas você me fez gostar.


E agora eu gosto de morango.


E por gostar de morango, eu lembro de você.


Talvez seja justamente por isso que eu não precise dizer seu nome.


Porque morango já basta.


Você sabe.


Eu sei.


E, no fim, existem coisas que só fazem sentido para duas pessoas. O resto do mundo pode olhar e enxergar uma fruta vermelha, bonita, doce, comum.


Eu olho e vejo tudo aquilo que, de alguma maneira, ficou associado a você.


O gosto.


A cor.


As coisas que você gosta.


E aquela brincadeira que você não entendeu .


Talvez agora entenda.


Talvez tenha entendido e só tenha fingido que não.


Mas tudo bem.


Alguns jogos são melhores quando a outra pessoa demora para descobrir a resposta.


E a minha resposta foi simples:


morango.


Porque eu nunca gostei de morango.


Até você.


E agora, toda vez que eu gosto de morango, eu lembro de você.

⁠A vida é uma longa preparação para algo que nunca acontece.

William Butler Yeats
The The Collected Works of W.B. Yeats vol. III.

Nota: Trecho ligeiramente adaptado da citação original, que diz "Minha própria vida me parece uma preparação para algo que nunca acontece".

...Mais

"A desorganização espiritual nunca é uma virtude; ela revela negligência para com Deus. Quem abandona a disciplina da oração, da Palavra e da comunhão torna-se relapso na fé, pois o Senhor exige que tudo seja feito 'com decência e ordem' (1 Co 14:40), exorta-nos a não sermos 'preguiçosos, mas diligentes' (Rm 12:11) e adverte: 'Sejam sóbrios e vigiem' (1 Pe 5:8). A verdadeira espiritualidade bíblica não floresce na desordem, mas na obediência, na vigilância e na perseverança diante de Deus."

Que vergonha! Tenho 49 anos e nunca vi uma seleção pior! Fiasco total! Mas, nem com o Pelé! Falta coração e fé!⁠