Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Equilíbrio incomum...
A minha vida tem sido uma roda gigante, sempre com altos e baixos,
nesse meio termo sem base sólida existe de certa forma um equilíbrio incomum, ele vai além dos meus domínios e quando eu penso que não tenho soluções ai as coisas se assentam naturalmente e eu consigo continuar a caminhar com a mesma brisa do mar saudável que me acompanha nas minhas doces lembranças e emoções.
Uma noite, um dia...
Já fui tratado como um fantasma,
me tornaram invisível por algum tempo,
o frio e as madrugadas zombavam do meu anonimato,
curiosamente a minha sombra reagiu a tudo em silêncio até que,
uma chegada repentina me trouxe uma mudança generosa e assim do dia pra noite comecei a ser acompanhado pelos olhares atentos da lua bem como fui recebido pelo sol com seus aplausos e abraços quentes,
hoje ao lado dela caminho vendo o mais belo horizonte.
Amor frio
Não toca mais a pele que te deseja,Mas almeja a frieza de uma vida imaginária e fria.Em meio a tanta tecnologia,Sua ausência se tornou constante.Em meio a poucas trocas de conversa,A tela distancia amores e alegrias.Vivendo no imaginário,Em uma vida que não é real...Porque a sua própria vida,Já foi largada há muito tempo.
— Roseli Ribeiro 2026
Mentalidade da Excelência representa uma evolução na maneira de compreender a gestão, a liderança e a geração de valor.
Mais do que desenvolver competências para alcançar objetivos, ela desperta a consciência para que cada decisão produza impacto positivo nas pessoas, nos processos e nos resultados.
Muitos políticos vendem uma imagem de populares, quando, na verdade, são populistas! Demagogos disfarçados de salvadores!
Do fundo de uma prateleira, numa despensa escura e cheia de mofo, foi encontrada essa conserva rançosa e malcheirosa, que causou enjoo nos fortes e infectou os fracos!
A cultura organizacional de uma empresa deve ser trabalhada com o mesmo cuidado que um jardineiro dedica a uma árvore. Se deixar de ser regada e cuidada diariamente, ela seca.
Em uma sociedade, é preciso haver homens bons que utilizem meios violentos para proteger pessoas indefesas da violência de homens maus.
Há um ponto da consciência em que a solidão deixa de ser uma emoção e se revela como a única realidade que jamais nos mentiu. Todo o resto, amor, pertencimento, esperança, identidade, talvez não passe de uma arquitetura frágil erguida pelo medo para impedir que enxerguemos o vazio em sua forma mais pura.
A multidão não nos salva. Apenas multiplica a evidência de que cada ser humano está condenado à prisão de uma consciência inacessível. Ninguém atravessa a fronteira do outro. Compartilhamos palavras, gestos, corpos e lembranças, mas nunca o peso exato daquilo que somos. Existimos lado a lado, separados por um abismo que nenhuma linguagem consegue preencher.
Olhar para dentro é cometer um crime contra todas as ilusões que tornavam a vida suportável. Quanto mais profundamente descemos, menos encontramos uma essência. Há apenas camadas de medo, de memória e de desejo, até que, por fim, resta um silêncio antigo, indiferente, onde até mesmo o "eu" começa a se dissolver. Talvez nunca tenha existido alguém ali. Apenas uma sucessão de pensamentos tentando convencer o vazio de que possuía um nome.
O sofrimento não nos purifica. Não nos torna melhores. Apenas retira, um a um, os véus que protegiam nossos olhos. E quando o último deles cai, compreendemos que o universo jamais precisou de nós para continuar existindo. A nossa ausência teria o mesmo peso da nossa presença: nenhum.
É nesse instante que a solidão alcança sua forma definitiva. Já não esperamos ser compreendidos, porque percebemos que compreender completamente outra consciência é impossível. Já não esperamos sentido, porque todo sentido nasce da necessidade humana de suportar o insuportável. Já não esperamos consolo, porque até o consolo é apenas uma pausa antes do mesmo silêncio.
Talvez a lucidez seja isso: a lenta destruição de todas as mentiras que chamávamos de vida, até restar apenas uma consciência desperta diante da imensidão indiferente do universo. E então compreendemos a verdade mais cruel: não é o vazio que habita dentro de nós. Somos nós que, por um breve e inexplicável instante, habitamos o vazio.
- Tiago Scheimann
A existência possui uma ironia silenciosa: concede-nos consciência suficiente para compreender a fragilidade de tudo, mas nunca poder suficiente para impedir que tudo se desfaça.
A vida é uma eterna caixa de surpresas, cada momento, cada acontecimento, são únicos e exclusivos!
Descobri que o que existe de melhor em mim é exatamente a capacidade de me surpreender, de me emocionar e me comover com as mais corriqueiras atitudes, com os mais cotidianos fatos e ocorrências do meu dia a dia!
Percebi também que meu coração é composto basicamente de água que constantemente brota em meus olhos!
O que mais me alegra é que a grande maioria dessa descarga de emoções é positiva, vem da alma, surge exatamente da minha fragilidade em administrar as maravilhas as quais sou exposto diariamente, não canso de me surpreender com a capacidade do ser humano de se reinventar e principalmente com sua solidariedade e amabilidade!
Como é Belo o Viver! ❤❤❤🥰🥰🥰
"Amar é como estar no miolo de um furacão, uma enorme segurança dentro e uma destruição sem limites fora..."
Situações felizes e memoráveis só quando vividas na intensidade de uma amizade, o fluir dos sentimentos, a cumplicidade, a generosidade e o amor....
Seria impossível sem vocês, o mundo não seria o mesmo, as coisas seriam diferentes, os momentos seriam simples ocorrências temporais e a vida não teria graça!
Em uma bela noite, estava eu, rindo, olhando o céu, lembrando do momento em que parei no tempo, olhando o chão vivo da terra que pisamos. Pensei, repensei: se pudesse voltar naquele ponto e somente falar, mesmo sem olhá-la: "Eu te amo. Você me ama?". Queria escutar a voz mansa dizer: "Tá bem? Claro, amor da tia...", mas só...
Parei, voltei à realidade. Senti a brisa no pescoço, que mostrava-me vivo, vivo da carne que cortava, que doía, mas que mal sentia; dos gestos que não sentia, pois a rotina acabara. Lembrei que o todo se transformou em empatia, em só ajudar, pois não era nada para mim. Concluía que transformara no significado que dará à vida, que mudará a depender do tempo, mas que sempre era veloz, nada nítida, mas linda nos maiores, mais belos e horríveis dias.
Não aprendera a ver o mal. Tentara imitá-lo na tristeza, mas queria rir dela. Será que aprendi a verdade, ou aprendi a desaprender? Choro, rio, grito e me descasco em sangue. Será que fui eu quem mudou, ou foste tu que nunca exististe como lembro?
