Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Descobri que amar-se não é um destino,
é o caminho de volta após uma longa viagem.
É perdoar as próprias quedas,
abraçar as cicatrizes como quem conta histórias
e decidir que, daqui para frente,
minha melhor companhia sou eu.
So de pensar, no espaço tempo;
Curto período de tempo;
Uma troca de olhar;
Uma troca de sorrisos;
Uma demonstração de carinho;
Um final de tarde juntos;
Um momento sem igual;
Se limpando ao fim do dia;
Como se fosse tudo tão natural;
Um momento sem igual;
Uma vontade natural;
E no final de tudo;
Um beijo surreal...
E de longe veio a sorrir, de uma forma meiga, difícil não retribuir;
Lá, com uma alegria contagiante, uma vontade invejável;
Ao provocar inusitadamente, um olhar, e que penetrante era esse olhar...
Após tempos de procura, o ás chegou ao destaque principal;
Não pude deixar de sorrir, ela me trouxe o sonhar;
Antes mesmo de eu pedir, já havia encontrado ali;
Logo após meu sofrimento, uma nova esperança foi-me surgir
Agora não sei mais como descrever, cada sensação a me corroer;
Uma amizade que veio me libertar, me fez voltar acreditar;
Real ou irreal, minha mente não para de pensar, só não deixarei passar;
Ao menos posso voltar a me permitir sonhar, imaginar, desejar e quem sabe depois de tanto tempo, eu volte finalmente à [...]
Sob o sol de Ipanema, onde a brisa enlaça,
Uma garota de encanto, a praia a enfeitiçar.
Ela passa, grácil e rara como a maré,
Trazendo saudade, uma dança no ar a pairar.
Quando bate aquela saudade profunda,
Notas de nostalgia ecoam na onda.
Memórias dançam, entrelaçam o olhar,
Na melodia do passado, a vida a relembrar.
Calmô é a canção, sereno é o mar,
Sob o céu aberto, a alma quer flutuar.
Ritmo que embala, no compasso da maré,
Nossos corações dançam, se deixam envolver.
E só sei dançar com você, a melodia declara,
No palco da vida, nossa dança rara.
Compassos alinhados, corações a vibrar,
Juntos seguimos, no ritmo de amar e sonhar.
Garota de Ipanema, saudade a abraçar,
Entre danças e versos, a memória a ecoar.
Quando a música toca, nossa história se refaz,
Em cada acorde, um eterno compasso de paz.
#=#=#=#=#-_-_ INFINITÚRBIO -_-_#=#=#=#=#
Um sussurro que é tempestade,
uma linha entre o céu e o abismo,
onde o instante se alonga até o infinito
e cada batida do coração é um universo em expansão.
No silêncio, explode o mundo:
cores que nunca existiram,
palavras que queimam e acalmam,
um fio de eternidade que atravessa o peito.
É tudo e nada,
o canto que não termina,
o fogo que não consome,
o sonho que é real,
o verso que transcende o próprio papel.
Devemos sempre priorizar a escuta em vez da fala, uma vez que, dependendo do momento, expressar opiniões pode prejudicar nossa capacidade de tomar decisões. Como diz o provérbio: 'é tarde para ouvir, mas cedo para falar'.
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? As crônicas do Guardian e o reino de Kamelot fariam do nosso brinde um pacto imortal!"
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? O Blind Guardian abriria o portal e o Kamelot assumiria o trono do Metal!"
“Viver em uma cama de hospital é uma condição não opcional, olhar para os lados, veremos as janelas, mas com um suave ventinho de história dos mestres da filosofia, torna o ambiente menos pesado”
Se um dia eu pregar o Evangelho a uma criança e ela não entender, devo me entristecer, pois eu preguei de tudo menos o Evangelho.
Seria impossível te olhar e não sorrir
Se quando te olho meu coração se enche de uma forma tão especial
Parece que o tempo para, apenas pra um sorriso
Encontrei-me em uma situação complicada
Já não conseguia ver mais nada
Procurei em todo canto
O culpado que sem encanto
Bagunçou o meu futuro morto
Perdido no meu caminho
Não consigo sentir nada
Não o acho em lugar algum
Esse coitado que sem um rumo
do meu passado tirou até o sumo
Sem saber para aonde eu irei
devo aprender a ter tato?
ir procurar em outros matos?
aquele que calado foi embora
e o presente ele irá estragar
Voltar ao inicio
Estou preso em uma espiral
não precisaria mais procurar
ㅤㅤ,esse eu já achei
,sou eu quem fez isso.
Experimentei uma época em que as residências possuíam muros baixos, de cerca de 1 metro, e costumávamos deixar as janelas abertas durante a noite, enquanto as pessoas trocavam saudações mesmo sem se conhecerem. Hoje, mesmo com muros de 3 metros e cercas elétricas, ainda enfrentamos o problema de invasões. Que tipo de maldade afetou a sociedade? Essa é a dúvida!
Tudo dando errado e ninguém sabe o que fazer, traçamos metas, fizemos planos e mais uma vez foi tudo um grande engano.
E eu me pergunto, até quando vamos continuar acreditando que tudo é novo depois das 00h do dia 31/12?
Ser estranho é uma forma sofisticada de lucidez. Uma consciência em carne viva que sente o mundo com excesso de precisão. Não é excentricidade, é viver em descompasso com o consenso, ouvir o ruído no meio da música, perceber o vazio por trás das certezas.
A dor vem da dissonância entre o que se vê e o que se finge não ver. Enquanto a maioria se protege com ignorância conveniente, o estranho sofre de clareza. Nietzsche chamaria de “doença do espírito elevado”.
E ainda assim, amar. Amar o humano mesmo quando o entende demais.
Ser estranho é viver tonto de liberdade, duvidar até da própria dúvida. Os outros chamam de “confusão”, mas é só alma demais.O estranho é o herege das convenções, o que “rompe tratados e trai os ritos”.
Há delícia também: ser inclassificável, ver poesia no que escapa ao óbvio, rir de si mesmo enquanto o mundo desaba. Perceber o padrão invisível que Jung chamaria de sincronicidade.
O estranho sente o tempo de outro modo: lento por dentro, rápido por fora. Sente o amor como místico, o tédio como luto. Nada é raso, tudo fere, tudo ilumina. E quando o chamam de “intenso”, ele sorri — intensidade é só estar vivo demais num tempo de gente anestesiada.
Ser estranho é viver num exílio fértil, criar, refletir, desobedecer. Estranheza é antecipação do que o mundo ainda não está pronto pra entender. Ser estranho é ser o rascunho do que ainda não tem nome e sorrir, discretamente, sabendo que a habilidade de lidar com o desconforto é um puro sinal de autenticidade e um atestado de maturidade.
(Douglas Duarte de Almeida)
