Nunca Diga que Ama uma Pessoa
"Nunca saberemos o
dia do último abraço a
hora da última palavra
e nem quanto isso doi
cuide dos que te amam"
Você ter aparecido na minha vida foi a melhor coisa que já me aconteceu. Nunca vou esquecer o seu sorriso lindo; quando estávamos juntos, era como se fôssemos almas gêmeas. Parecia que só existíamos nós dois neste mundo, como se o tempo parasse só para a gente.
Cada conversa nossa é um refúgio, e o som da sua voz é o lugar onde meu coração escolheu morar. Em você, encontrei não só o amor, mas a paz que eu nem sabia que estava procurando. Quero mergulhar na profundidade do seu olhar e descobrir todos os dias um novo motivo para te amar.
Quero viver para sempre entre juras de amor, carinho e toda a admiração que sinto por você. Prometo ser o seu porto seguro, assim como você é a luz que ilumina os meus dias mais cinzentos. O que temos é raro, é sagrado, e eu pretendo cuidar de nós com toda a força da minha alma.
De amor para meu amor
Nunca esqueça o quanto vc é importante pra mim pro meu coração pra minha alma a minha alegria é vc sempre será
Bom dia amor da minha vida 😍
Os maus nunca verão a face de Deus, pois seus olhos estão cegos pela sombra.
Os maus não herdarão a terra, mas os mansos, os justos, os puros de coração receberão como herança o solo fértil e a paz eterna.
Os maus jamais conhecerão a mente de Deus, nem sentirão o pulsar do Seu coração, porque a sabedoria é revelada apenas aos humildes.
Os maus não serão sábios, não tocarão a beleza que nasce da luz, não entrarão no Reino que é eterno.
Os maus nunca serão plenamente felizes, pois a alegria verdadeira não nasce da injustiça, nem floresce no coração endurecido pela maldade.
Os maus jamais conhecerão a paz interior, porque a felicidade não se constrói sobre o ódio, nem se sustenta na mentira e na violência.
Mas os bons, os que caminham na verdade, os que semeiam justiça e amor, estes serão chamados filhos de Deus, estes habitarão para sempre na Sua presença.
E os bons, os que amam e perdoam, os que buscam a verdade e praticam a justiça, estes encontrarão a felicidade que não se perde, estes viverão na plenitude da vida, porque em Deus está a fonte da alegria eterna.
Vejo o vazio das pessoas vazias
Conversam sobre outras pessoas, nunca sobre elas mesmas
São conversas rasas, recheadas de esquecimento
Esquecidos de quem são
Vivem sobrevivendo
Sem olhar para dentro
A inveja é minha vizinha
Ela olha e pensa:
“Eu queria ser você, mas eu não sou”.
Mal sabe as dores que carrego e já suportei
Porém, a paz que habita em mim transcende o ego da matéria
O brilho incomoda quem está no escuro
Quem está no escuro, mal se enxerga
Vê a beleza do outro com aspecto negativo
Esquece-se de lapidar a si mesmo.
Talvez essa dor nunca passe
Esse sofrimento nunca passe
Essa angústia de ser de verdade permaneça
Mas fui eu quem escolhi ser assim
Desde o céu
Aqui na terra é caótico
Há sofrimento, ilusões
E sofrimento, muito sofrimento
Para ambos os lados.
Eu lembro dessa cena como quem lembra de um filme ruim que eu nunca escolhi assistir, mas que ficou rodando na minha cabeça como reprise maldita de domingo à tarde. Porque tem coisa que não faz barulho, não quebra nada por fora, mas por dentro… minha filha… faz um eco que parece morar na gente sem pagar aluguel. E olha, banheiro de trabalho já não é exatamente um spa cinco estrelas, né? Eu entro ali querendo dois minutos de paz, um respiro da correria, um intervalo digno entre uma obrigação e outra… e de repente, sem aviso, vira palco de tensão, de alerta, de instinto gritando mais alto que qualquer razão.
E o mais absurdo, quase cômico se não fosse trágico, é como o meu corpo entendeu tudo antes da minha mente. Eu ali, sentada, tranquila, vivendo um momento absolutamente comum, quando do nada bate aquele incômodo estranho, aquela sensação de que tem algo fora do lugar, como quando o silêncio fica barulhento demais. Aí eu olho… e pronto. O mundo não acaba, mas dá aquela travada constrangedora, como internet ruim na hora errada. Não era só um olho. Era invasão. Era desrespeito escancarado numa frestinha ridícula de fechadura, uma coisa pequena por fora, mas gigantesca no impacto.
E naquele segundo, eu virei outra pessoa. Estrategista, calculista, quase uma agente secreta do próprio corpo. Me cobri, apaguei a luz, me recolhi como quem tenta desaparecer do mapa. Tudo em silêncio. Tudo sozinha. Porque nessas horas não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem roteiro bonito. Só tem eu e o instinto de sobreviver à situação do jeito que dá.
E depois… ah, o depois. O depois é pior. Sempre é.
Porque o problema não fica no que aconteceu. Ele se instala no que fica. Naquela pergunta insistente, irritante, que pinga igual torneira mal fechada: por que eu não falei? Por que eu não denunciei? Por que eu congelei? E eu respondo com a honestidade de quem sentiu na pele, no feminino, no íntimo: porque eu não fui ensinada a reagir, eu fui ensinada a suportar. A calcular, a medir, a prever reação dos outros antes da minha. A pensar no constrangimento, no julgamento, no “será que vão acreditar em mim?”. É um peso invisível que cai justamente em cima de quem já estava sendo invadida.
E a ironia, porque a vida adora uma ironia bem colocada, é o tal do “funcionário de confiança”. Confiança de quem, exatamente? Porque claramente não era confiança de caráter. Era confiança de costume, de rotina, de conveniência. Aquela confiança preguiçosa que ninguém questiona… até o dia que deveria ter questionado antes.
Mas no meio disso tudo, eu também reconheço uma coisa que às vezes a gente ignora: a minha força. Sim, força. Porque eu não fiquei vulnerável pra sempre. Eu mudei minha postura, cortei contato, levantei um limite silencioso, mas firme, daquele tipo que não precisa de anúncio, mas deixa claro: daqui você não passa mais. E talvez, naquele momento da minha vida, foi o que eu consegui fazer. E tudo bem. Tudo bem reconhecer isso sem me transformar na vilã da minha própria história.
A gente romantiza demais a coragem, como se ela sempre viesse gritando, denunciando, causando escândalo. Mas tem coragem que é quieta. Que é discreta. Que é feita de afastamento, de olhar que não cruza mais, de porta que se fecha, de respeito exigido sem uma única palavra.
E no fundo, o que mais revolta nem é só o ato. É essa tentativa ridícula da culpa de se instalar depois, como se eu tivesse que ter feito mais, sido mais, reagido melhor. Mas não. O erro nunca esteve em mim, ali, vivendo a minha vida. O erro sempre esteve do outro lado da fechadura.
E ainda assim, fica a lição, daquelas que ninguém quer, mas aprende. A minha intuição não falhou. Ela nunca falha. Quando algo parece errado, geralmente é porque está gritando errado, só que sem som.
E me diz… quantas vezes eu já me calei só pra manter uma paz que nem era paz de verdade? Pois é. A vida ensina. Às vezes com delicadeza… e às vezes na frestinha de uma porta maldita.
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No fim das contas, aquela árvore foi mais leal do que muita gente ali. Porque ela nunca fingiu ser algo que não era. Já as pessoas… ah, essas fazem teatro melhor que muito artista premiado.
“A maior doença do idoso muitas vezes é a solidão. A velhice é sinal de sabedoria e nunca de discriminação.”
