Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Nunca vi resistência que não acabasse em uma guerra, por isso, quem resiste ao amor trava uma luta contra si, e a resistência ao amor é o que destrói o ser humano.
Nunca desejei ter acesso a portabilidade do tempo, mas por uma razão ou outra... O presente nos faz uma breve alusão de como será nosso amanhã, pelo simples fato de ontem termos feito a mesma coisa de sempre... Nada.
Os Cinco E de uma vida que nunca se acaba!
*Estrada
Não importa o caminho traçado por você, não posso me colocar a disposição para ser seu guia, porém estarei ao seu lado sempre que você pensar estar sozinha.
*Espelho
Nas incertezas que a domina, e nas tristezas que a consome, o espelho é o único capaz de lhe mostrar no mais íntimo do teu querer a quão poderosa você é. E se mesmo assim a dúvida continuar a torturar o teu SER, não importa o que aconteça, estarei sempre disposto a abrir teus olhos e te entregar o poder que você emite sempre que necessário se faça.
*Esperança
Sem batalha para travar. Sem ideais para seguir. Sem motivos para viver, somos apenas meros coadjuvantes de uma vida que não merecemos.
*Estrela
Em um céu repleto por estrelas e uma LUA que domina grande parte do horizonte, nada se perde entre brilhos e clarões, pois se nuvens se tornam obstáculos, raios dispersos em meio a tempestade assume o poder para combater aqueles que te ofuscam.
*Elo
Se existe uma conexão de almas e as nossas estão interligadas, não importa a distância que agora estamos, saiba que continuo pensando em você 24 horas por dia.
Há corações que, mesmo distantes, nunca deixam de se pertencer. O amor verdadeiro é uma ligação que vai além do espaço e do tempo, que permanece intacta, mesmo quando os corpos não estão mais juntos.
Estar comigo não é uma questão de tempo ou escolha... é uma sorte que você nunca alcançou, pois preferiu seguir pelo caminho mais fácil da vida.
O ser humano tem uma facilidade enorme em achar os defeitos alheios, e quase nunca reconhece suas próprias desvirtudes.
Eu sempre reconheci as coisas que tenho mas ontem ao deitar na minha cama eu nunca senti isso uma sensaçao boa de ter onde dormir ,um cobertor ,ventilador as vezes nós temos mt e não agradecemos e isso não me impedirá de querer mais mas sim de reclamar menos .
As oportunidades são como nuvens, nunca passa uma igual e as vezes somem, mas sempre reaparecem acompanhadas de outras.
Nunca te vi, mas posso nutrir uma amizade profunda apenas por sinais de fumaça, cartas, telégrafos, telefones, e-mails...afinal, nós a construímos por algumas afinidades de idéias ou empatias.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Ser ansiosa é antecipar uma dor que pode nunca existir,
É querer trazer aquilo que pode não ter fim.
É esperar algo de alguém que nunca vem.
É gostar de sofrer, mesmo sem ter ninguém.
Então nao venha criticar alguém que sofre de ansiedade, meu bem!
Se eu pudesse escrever uma poesia pra me declarar há você,
Te juro Meu Amor, que eu nunca iria escrever.
Pois inúteis são minhas palavras, se você não consegue perceber
Muitas vezes me arrependi e nunca senti uma reciprocidade da vida, em relação ao meu arrependimento!!!! Em todas as vezes, parecia que eu estava em uma montanha gritando para nada...
E depois que a vida, me deu uma migalha do amor humano!!!! Ela já se foi e provavelmente nunca mais voltaria. Não sei porque, mais comigo foi assim... Não deu tempo de nada mais.Talvez meritocracia deve ser isso mesmo...
Tudo passa, tudo se esconde em mim.
Da memória, uma tela se desenha,
lugares onde nunca pisei,
ecos de um passado que não é meu.
Sofá gasto, mofo que invade o silêncio,
tristeza que habita os cantos escuros.
E a selva, vasta e imensa,
tribos, índios, sombras que me cercam.
Pindorama, terra de águas e verdes,
animais que correm, horrores que calo.
Lugares que não são meus, mas me tocam,
fragmentos de um mundo que habita em mim.
Antes dos beijos selvagens,
antes das trilhas tortuosas,
sinto o ar inflar meus pulmões,
o cheiro da mata, o pulsar da vida.
Corro com os medos, com os gritos,
mil vozes que ecoam dentro.
E, no fim, retorno ao meu centro,
à casa que sou, ao silêncio que me completa.
Deixo a tela cair,
queimando o inútil, o que não me serve.
Renasço do fogo, limpo, livre,
pronto para sentir, para ser.
