Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Nascemos e crescemos com inúmeras incertezas na vida, com uma única certeza, de que nada é eterno. É essa impermanência que nos leva a valorizar o presente.
Mesmo que a noite estenda o seu véu frio
E o vento sopre um canto de descrença,
Há uma luz que, sutil e intensa,
Nasce no fundo do maior vazio.
Ela é o broto em meio ao solo estio,
A voz que fala onde a dor é imensa,
Uma certeza, doce e indefensa,
Que guia o barco em curso de um rio.
Pois se o outono despiu toda a árvore,
E o peito se fez duro como o mármore,
A vida insiste em nova floração.
A esperança é o sol que o medo espanta,
É a semente que no escuro canta,
Fazendo eterno o humano coração.
CORPO OCO...
Pensamento estagnado no vazio…
Sinto uma inquietude nesse silêncio…
Fico dolente e de repente vem o arrepio…
E ele chega…
Quem?
- Um anjo trazendo minha alma que fugiu…
As lágrimas que derramas hoje será o colírio para uma visão mais nítida e resiliente para o teu amanhã.
Alma em fuga...
Acordei um pouco vazia, sensação de vazio... e uma nostalgia (mas passa) são coisas da vida, talvez a idade avançando, a incerteza e até certezas do que a vida nos apresenta num mix de alegria e também de frustração, alguns planos feitos outros desfeitos, é interessante como em certo momento de nossa vida nos deparamos com essa sensação, aí o peito estufa e o suspiro solta profundo...profundo...ai lembro minha mãe e volto imergir no útero materno e me coloco na posição fetal e sinto o acolhimento da alma e volto a suspirar novamente... E a vida segue seu curso comigo dentro daquele barquinho de papel que fiz na infância navegando no líquido amniótico de agora....nessa saudade imensa de outrora...
A vida é uma caixinha de surpresa que Deus envia todos os dias, e que a cada amanhecer floresça amor em teu despertar...
X+Y=Z
Assim como nesta equação a vida também e uma incógnita...não nescessariamente a vida precisa ter um sentido e aceitar isso faz com que ao inves de pensarmos sobre um proposito ainda não existente faz com que nos tentarmos criar um por nos mesmos.
Deus é uma velha gorda devoradora de almas, e no seu paladar insaciável ela prefere devorar sempre as almas mais espiritualizadas!
Deus não é luz, nem pai, nem abrigo. Deus é uma velha obesa, sentada sobre o acúmulo de séculos, devoradora de almas. Sua fome não conhece saciedade, e seu paladar é seletivo: despreza os vazios, ignora os medíocres, cospe os indiferentes. O que lhe dá prazer são justamente as almas mais espiritualizadas — aquelas que se purificaram, que se elevaram, que acreditaram. Quanto mais consciência, mais sabor. Quanto mais transcendência, mais apetite. A espiritualidade não salva: engorda o monstro.
Você não deve temer alguém que tem uma biblioteca e lê muitos livros; você deve temer alguém que tem apenas um livro, e o considera sagrado, mas nunca o leu.
