Nunca Diga que Ama uma Pessoa

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Abra uma porta.

Abra uma porta qualquer da vida e siga.
Abra um abraço deixando de ser carente.
Entre tantos outros dias que chovia você desanimou e parou.
Abra o guarda-chuva, ou melhor, ande pela chuva

Saia correndo contra o vento e ouça o que ele te diz
Mesmo que te sufoque o nariz
Não reclame do tempo por que ele muda, mas você também.

Não vire as costas e desista por que amanha você ira acordar.
Desafia esses obstáculos, pois eles se alicerçam a cada momento.
Abra seu sorriso que pode modificar as circunstancia.

Entendam que tantos são tantas e nada é igual
Mas a sua diferença é que recria o mundo

Faça do seu dia o melhor possível, obstáculos foram feitos para serem vencidos
O tempo às vezes custa a passar, mas saberemos amanha que o ontem já foi.

Entenda que essa pode ser a diferença do teu sorriso
Isso nos da força para continuar.

Sorria, hoje e tente ser feliz
Não deixe que a vida custe caro.
Não deixe que a luz se apague.

Abra uma oportunidade de reconquistar e superar

Abra o coração e consciência que na sua frente, existe o tempo.

Abra então uma porta qualquer da vida e siga
Abra o sorriso que deixa de ser carente
Abra seus braços num abraço feliz e recomece mesmo achando
Que ainda é o fim.

Corra na direção da felicidade.
Mesmo que te digam que o caminho é outro.
Não existe contra mão. Certezas do coração.
Não aceite, não resista, insista.
Por que a porta que procura é a da vida
E ela ainda pode estar aberta.

...Jornais, cigarros, café, bebidas, músicas...
Um bilhete, uma foto... Uma flor!
Na verdade... eu devia dizer não, eu realmente devia dizer não...

Não espere uma atitude quando esta atitude for só sua.

Vale mais romper de uma vez do que alimentar permanente suspeita.

⁠Você é apenas uma ilusão. Você não passa de um personagem que eu criei.

A liberdade, que supõe ter tempo para viver, (…) é uma civilização contra o tempo livre, que não se paga, que não se compra e que é o que nos permite viver as relações humanas”, porque “só o amor, a amizade, a solidariedade, e a família transcendem”. “Arrasamos as selvas e implantamos selvas de cimento. Enfrentamos o sedentarismo com esteiras, a insônia com remédios. E pensamos que somos felizes ao deixar o humano”.

Design não é arte, como definimos arte. Considero uma coisa orgânica no sentido social, cultural e econômico. Não considero uma coisa especial. As pessoas vêem coisas que fiz e não sabem que fui eu e eu acho ótimo. A busca da perfeição é o caminho do design.

"A emoção que é sofrimento deixa de ser sofrimento no momento que dela formamos uma ideia clara e nítida."

Todo mundo tem uma escolha,toda escolha tem uma consequência.

Era uma vez chamado Vale dos Sentimentos. Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com seu nome: alegria, riqueza, sabedoria, determinação.

Apesar de serem tão diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como orgulho, tristeza e vaidade não tinham problemas entre si. Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais bonito de todos os sentimentos. O AMOR. Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele ficavam mudados porque eles sabiam que dentre eles, o amor era o melhor. Porém no mesmo vale, num lugar mais afastado havia um castelo. E lá também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom... Era a raiva. E a raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale. Por isso, quando acordava de mau humor fazia de tudo para estragar a beleza do lugar.

Certo dia, a raiva teve uma boa idéia. Foi até o calabouço e preparou a poção mais esquisita e estraga-prazeres de que se teve notícias. A fumaça da poção tomou conta do lugar, e o vale e se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes.

Quando o vale se encheu de raios, chuvas e ventos, todos correram para se proteger. O egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás. A alegria deu risada de alívio por ter se salvado rapidinho. A riqueza recolheu tudo que era seu, antes de se abrigar. A tristeza, a sabedoria, a vaidade, todos conseguiram chegar as suas casas a tempo. Todos, menos o amor. Ele estava tão preocupado em ajudar aos outros que acabou ficando pra trás.

Então uma coisa aconteceu. Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o amor. A raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir. Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas aliviados. Mas ao saírem eles sentiram uma coisa diferente no ar, o que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram...
- O que aconteceu com o amor?
- Ele não se mexe...
- Tá tão parado que parece que... Morreu.

Nisso a tristeza começou a chorar. O orgulho não aceitava. Disse que era mentira. A riqueza disse que era um desperdício. E a alegria pela primeira vez, não sorriu.

Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos começaram a ter desavenças, porque sem o amor para uní-los, as diferenças apareceram. A situação já estava bem ruim quando eles repararam que estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes. Então, o estranho se ajoelhou na frente do amor, tocou-o calmamente e ele abriu os olhos.
- Ele não morreu. O amor não morreu. Gritaram todos. Foi aí que todos puderam ver o rosto do estranho que se chamava tempo.

E todos comemoraram porque o amor estava vivo e sempre vai estar, porque não ha nada que acabe com o amor tendo o tempo ao seu lado para ajuda-lo. E sabe o que aconteceu com o amor e o tempo? Eles se uniram e tiveram três filhos: experiência, perdão e compreensão, que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundinho do coração.

Precisamos de fazer algo quando as pessoas acham a ideia louca. Quando acham que é uma boa ideia é porque já há alguém a fazer isso.

Guardo uma beleza no olhar, coisas que só meus olhos conseguem enxergar. Vejo riquezas nas coisas simples e sentimentos nos pequenos gestos. Eu aprecio a humildade e sei que a grandeza está nas pequenas coisas que se transformam em aprendizagem. Costumo fotografar em pensamentos imagens dos mais diversos momentos, guardo tudo o que foi bom no álbum da minha memória e o que foi ruim, não revelo para ninguém. Tenho um sexto sentido de dar inveja, sei de coisas que ainda vão acontecer e consigo ler o que ainda irão escrever. Não faço ideia do que se passa na sua cabeça, mas consigo decifrar a sua má intenção. Às vezes caio nela, às vezes não.
Eu gosto das minhas roupas e do jeito que elas me vestem, me fazem esconder o que por dentro costumo levar. Eu coleciono cartas, algumas jogo fora, outras escrevo sem te mandar. Eu te dou pistas, te esbarro de palavras, mas você não consegue me decifrar. E entre o meu silêncio, na minha acomodação, no meu canto eu grito sem ninguém me escutar.
Tenho saudades do tempo que não volta e costumo voltar para tentar resgatar.Tem dias que acordo sem me levantar, tem dias que levanto sem acordar. Tenho manias de emprestar sorrisos e sonhos, uso todos e depois eu devolvo. De rancores eu não posso negar, já guardei alguns na mala, mas ficou muito pesado para carregar. Algumas vezes caio em contradição e outras vezes na sua mão. São coisas que eu não conhecia, coisas que de mim eu não sabia. Agora eu sei.

Desapego não é desamor, é uma maneira saudável de se relacionar cujas premissas são a independência, dizer não à posse e não à dependência.

A ansiedade dói de uma forma angustiante.
Sinto meus pulmões e coração sendo destroçados, esmagados. Sinto que meu peito arde e a respiração dói como lâminas cortando por baixo da pele.

Uma das piores coisas é sorrir chorando.

Muito antigamente a gente era feliz, eu sonhava com uma cabana numa praia deserta e você deitado numa rede tomando água de coco. Hoje não tenho mais sonhos, nem praia, nem rede nem agua nenhuma. Hoje só a desilusão me açoita todos os dias por eu ter sonhado um sonho que era mesmo somente um sonho e nunca foi verdade.
A vida acaba quando os sonhos se vão. Enquanto os sonhos fazem parte da nossa vida, há esperanças, quando não, há tormentas e arrependimentos. Hoje você me conhece mais do que nunca e vive me dizendo que estou diferente como quem não gosta do que vê. Que pena meu amor, porque meus olhos pararam no tempo e nunca te vi diferente do dia em que te conheci. Mas, com toda essa névoa que cobre nossas vidas, tenho deixado de ver teu ser como era antes e deixado de pensar como pensava antes e deixado de acreditar no que acreditava antes. Hoje, nem mesmo sei quem sou, para que vivo e por que. Sente o que eu sinto? Não sei mais se sente mesmo ou... Deixar a vida me levar, é o que eu faço hoje, deixo sempre as coisas acontecerem como devem acontecer. Interferir nos planos da vida não está nos meus planos mais. Vou seguir sentindo,pensando em tudo o que ja vivi mas sem sonhar.Sonhos são para aqueles que ainda acreditam que felicidade existe!(05/10/2010)

⁠Você só é livre quando faz o que não quer! Essa frase de Immanuel Kant nos convida a uma jornada de reflexão profunda sobre a essência da verdadeira liberdade. A liberdade não está simplesmente em seguir nossos desejos imediatos, mas sim em resistir a eles quando entram em conflito com a razão e a moralidade. É ao agir de acordo com princípios universais e racionais, superando nossas inclinações pessoais, que alcançamos uma liberdade autêntica. Libertemo-nos das amarras dos desejos efêmeros e abracemos a coragem de agir em conformidade com a razão e a vontade moral. Assim, seremos verdadeiramente livres, desfrutando de uma existência plena e significativa. A liberdade está ao nosso alcance, quando nos tornamos senhores de nossas escolhas, transcendo o desejo imediato e abraçando a nobreza de agir em consonância com a razão.

A Quimera do Amor,

Eu descrevo nosso amor como uma tarefa inglória, sem o charme de uma conquista constante, sem o glamour das promessas, só com o lado obscuro da despedida que antevê sempre sufocado no silêncio de palavras que nunca serão ditas, ficam lacunas, hiatos de vontades não realizadas e de quimeras que lentamente se apagam quando confrontadas com a realidade, e que irá a qualquer momento se retirar de forma sábia para hibernar quando não puder mais viver com restrições.

No fundo toda mulher tem uma Paola Bracho dentro de si. Eu tenho duas.

O dom dos bruxos, dos artistas… O dom dos padeiros… Deve ser uma dádiva dada pelos deuses, não?