Nunca Diga que Ama uma Pessoa

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⁠Reconexão com a Alma – Entre as Sombras e a Luz

Hoje, me encontro em uma fase de profunda introspecção e dor. A depressão, como uma sombra silenciosa, me impede de fazer o que amo, de pegar o equipamento, de capturar a beleza que o mundo me oferece. Vejo minhas fotos acumuladas, como se esperassem, pacientemente, para serem vistas e compartilhadas. A vontade de me conectar com as pessoas, de retornar às ruas e à arte que tanto amo, está aqui, mas não consigo encontrar forças para avançar.

Recebo cobranças, palavras que pedem que eu volte, que eu movimente as redes sociais, que eu me mostre novamente. Mas, por dentro, as palavras se misturam com o vazio e o silêncio. Por mais que eu queira dar continuidade aos projetos, a paixão que antes me movia parece ter se dissipado, e o impulso criativo que me fazia levantar e agir se perdeu em algum lugar.

No entanto, quando volto aos meus arquivos, quando revisito uma fotografia ou leio um texto guardado, algo dentro de mim é tocado. É como se cada imagem, cada palavra escrita, fosse um lembrete do que eu sou capaz, um resgate da minha essência. E, a cada novo olhar, a cada palavra lida, sinto que me encontro um pouco mais.

Ainda que a estrada pareça difícil, sei que o meu resgate está aqui, nas imagens e nos textos que guardei para mim. Eu sei que posso voltar, e eu vou voltar. O que é importante é que eu me encontre novamente no meu próprio ritmo, na minha própria essência, e que o meu trabalho seja a chave para esse reencontro. Quando eu vejo o reflexo disso, vejo o impacto que minhas ações têm, e percebo que a cultura está se movimentando, que o olhar das pessoas está mudando, sinto que o trabalho árduo e silencioso valeu a pena. Essa é a recompensa que me move a continuar. E, um dia, esse caminho de volta será completo.
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O Reflexo de Quem Sou

Sou Jorgeane Borges, uma mulher que vê o mundo através da poesia da fotografia e da profundidade das palavras. Não apenas escrevo, mas sinto; não apenas fotografo, mas enxergo além do instante. Meu trabalho é um reflexo de quem sou: uma contadora de histórias, uma guardiã de memórias, alguém que busca capturar a essência do tempo para que ele nunca se perca.

Minha jornada com a fotografia e a escrita não começou por acaso, mas como uma necessidade. Embora a fotografia tenha sido uma paixão que sempre esteve presente, foi em 2019 que ela se transformou em parte do meu caminho artístico. A escrita, por sua vez, começou na adolescência, quando eu escrevia rascunhos, textos e poesias, mas acabou ficando adormecida por um tempo. Escrever e fotografar são formas de dar voz ao que transborda dentro de mim e ao que vejo além do visível. Cada fotografia que capto e cada texto que escrevo são fragmentos do que sou, ecos de momentos que insistem em permanecer.

Meu olhar se volta para as raízes, para as histórias que moldam o lugar de onde venho. Busco registrar meu povo, minha cultura, a essência da minha terra – porque acredito que há beleza e força naquilo que nos conecta ao passado e nos impulsiona ao futuro. Quero que minhas fotografias e palavras não apenas contem histórias, mas façam sentir, reviver, reconhecer-se nelas.

Entre todas as buscas, talvez a maior delas seja a conexão. Acredito que o verdadeiro encontro acontece quando nos permitimos ser vistos e compreendidos em nossa essência. Não me contento com a superficialidade; prefiro a profundidade dos olhares, das entregas, das trocas genuínas.

Seja bem-vindo ao meu universo, onde cada palavra e cada fotografia são convites para sentir e enxergar além. Aqui, o tempo se torna memória, e a arte, um elo entre almas que se reconhecem.

⁠A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor

Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.

Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.

Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.

Narrativa Visual: Contando Histórias com a Lente


Toda fotografia é uma história, mesmo que silenciosa. A narrativa visual surge quando cada elemento da cena – gesto, expressão, luz, sombra e ambiente – se combina para transmitir emoção e sentido.


Tecnicamente, o fotógrafo precisa dominar composição, enquadramento e perspectiva para guiar o olhar do espectador, mas a essência da narrativa está na sensibilidade de perceber o que realmente importa naquele instante. Cada detalhe contribui para a história: uma mão que toca, um olhar que se desvia, uma expressão que revela mais do que palavras poderiam.


Mais do que técnica, é sentir o momento, perceber o contexto e registrar a vida em sua autenticidade. Quando feito com atenção e entrega, cada clique se transforma em narrativa viva, capaz de envolver, emocionar e transportar quem observa para dentro da cena.


A narrativa visual é a ponte entre a técnica e a emoção, mostrando que a fotografia não é apenas sobre imagens, mas sobre contar histórias que permanecem na memória.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Reflexos e Simetria: Olhar Além do Óbvio


Reflexos e simetria transformam uma fotografia ao revelar perspectivas inesperadas e multiplicar a narrativa visual. Um espelho d’água, uma superfície refletiva ou a composição de elementos simétricos podem criar profundidade, ritmo e surpresa na imagem.


Tecnicamente, é necessário observar ângulos, luz e posicionamento, sabendo que cada detalhe influencia a percepção do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o instante em que o reflexo ou a simetria revela algo que não é visível à primeira vista, trazendo emoção e significado à cena.


O uso consciente de reflexos e simetria permite que a fotografia vá além do óbvio, despertando curiosidade e atenção. Ele dá à imagem uma dimensão poética, conectando técnica, observação e sentimento em uma composição equilibrada e cheia de vida.


Reflexos e simetria não apenas ampliam a visão; eles imprimem alma e espontaneidade à fotografia, mostrando que o olhar atento transforma cada cena em narrativa viva.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

"Merdas acontecem e as pessoas são uma droga."

É uma pena você brincar tanto com a sorte, hoje é ela quem chora, amanhã pode ser você.

Mágoa é uma infecção da alma que, se não tratada, pode matar o amor.

Nós somos humanos e é parte da natureza humana que nós não aprendemos a importância de uma coisa até que seja arrancada das nossas mãos. No Paquistão, quando fomos impedidas de ir à escola é que me dei conta de que a educação é muito importante, e a educação é um poder para as mulheres. E é por isso que os terroristas têm medo da educação. Eles não querem que as mulheres seja educadas porque elas vão se tornar mais poderosas.

História de amor
Aconteceu uma vez numa ilha, onde moravam os seguintes sentimentos:
A alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros.
Um dia avisaram para os moradores da ilha que ela seria inundada.
Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem, falando a todos da catástrofe que estava por vir.
Todos correram e pegaram seu barquinho para chegar a um morro bem alto.
Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha.
Quando já estava se afogando correu e pediu ajuda a riqueza.
Riqueza, leve-me com você? Ela respondeu: não posso, meu barco está cheio de ouro e prata, você não vai caber.
Passou, então, a vaidade e ele pediu. Vaidade, leve-me com você? Não posso, você vai sujar meu barco.
Passou a tristeza. E o amor perguntou: Tristeza posso ir com você? Amor, eu estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou então a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.
Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.
Dai, então, passou um barco onde estava um velhinho que lhe falou: Sobe amor, que eu te levo.
O amor ficou radiante de felicidade que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro onde estavam os outros sentidos o amor perguntou para a sabedoria:
Sabedoria, quem me trouxe aqui?
Ela respondeu: Foi o tempo.
Mas por que o tempo me trouxe aqui?
Porque só o tempo é capaz de entender um grande amor.

Só o tempo é capaz de entender o que sentimos um pelo outro!
Só o tempo será capaz de explicar porque vivendo em vidas distintas, um simples gesto de um olhar nos fez desenvolver algo tão forte dentro de nós dois.
Só o tempo será capaz de explicar e fazer as pessoas entenderem que tamanho de amor é esse que nos fez, juntos, passar por tantos problemas e dificuldades que já enfrentamos e ainda enfrentaremos.
Só o tempo será capaz de explicar e fazer as pessoas entenderem porque tanto dizemos "ame e se entregue ao amor", porque atrás das dores e sofrimentos, está a sua espera a eterna felicidade.

SAWABONA!!!

Há uma "tribo" africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: "Eu sou bom".
Sawabona Shikoba!
SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
"Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim"
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é:
"Então, eu existo pra você"

Cuidado cabecinha da humanidade, cuidado linguinha. Lá no cemitério tinha uma caveira, alguém foi no cemitério e perguntou: - caveira, quem te matou, caveira? A caveira respondeu: - a língua ferina, é verdade!

Por que as pessoas entram na sua vida?

Pessoas entram na sua vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira". Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.

De todos os meios possíveis para perceber ou interpretar ,aconselho que não seja por SMS ,facebook ,email,Skype e o pior " whatsapp fdp"

A chuva
O frio
Um lençol
Um abraço
Apertado
Um carinho
Uma vontade
de dormir.

Pegue uma garrafa, afogue suas mágoas e amanhã elas irão embora.

Uma hora com Deus excede infinitamente todos os prazeres do mundo.

Todo ato de rebeldia exprime uma nostalgia pela inocência e um apelo à essência do ser.

Sou uma dessas pessoas sem graça. Que se irrita fácil com barulhos, se sente tímido em multidão, se deixa levar pelo coração.

Mulher decidida. "UM MULHERÃO" é mais do que PODEROSA. É simplesmente SOBERANA.
Uma mulher PODEROSA não odeia ninguém. Mas só a presença dela já irrita muita gente. Mas as mulheres SOBERANAS quando mudam sua tática e conseguem levantar a autoestima de suas equipes. E se estas pessoas acreditam nelas mesmas, é impressionante o que elas conseguem realizar.

Foi apenas uma fantasia desesperada,
Que passou como um dia de abril,
Mas um olhar, uma palavra, e os sonhos provocados,
Roubaram o meu coração gentil!

George Orwell
ORWELL, G, 1984, Companhia das Letras, 2009