Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Carrego no bolso um punhado de esperança.
E dentro das manhãs, que me despertam,
uma fé que não cabe em mim.
Quando tiveres uma lágrima de tristeza parte-a ao meio, dá-me metade e chorarei contigo. Quando eu tiver um sorriso de alegria, dou-te por inteiro para poder te ver sempre feliz.
Apaixonar, uma palavra que os românticos usam para tentar explicar um sentimento que muita das vezes muitos não entendem. Querer, um fato que explica a sensação de estar perto ou ter algo para si.
Sentir, uma das mais complicadas de se explicar sendo algo relativo ao que se quer ou o que se tem ou não tem, uma coisa que de fato depende do entender.
Entender, complicada expressão que muitos querem para si, além de ajudar muito ela conforta também.
Admirar, de fato uma ação perigosa, pois muitas vezes mal interpretada e mal utilizada. AMAR, para mim minha favorita entre todas, ela e um complemento de tudo e uma peca na qual se encaixa em tudo. De certa forma não compreendida por muitos e jogada fora por outros como um pedaço qualquer de algo que não se quer, para mim e a palavra chave para tudo isso se você a entende.
Se não tiver essas palavras na sua vida, tente ao menos entendê-las.
Nasci no tempo errado, na época onde o amor virou um "tanto faz". Em uma época onde beijos são dados sem sabor e relacionamentos são criados sem amor. No tempo onde romantismo é bobagem e o que vale é a pegação. Nasci em uma época que o amor ficou banalizado, onde ninguém crê, ninguém se esforça. Tenho princípios que já se perderam, valorizo coisas que já não se dão mais valor. Acredito em circunstâncias que a maioria acha bobeira, acredito que de alguma forma nossa história já está previamente escrita e que certas pessoas já nascem com o destino traçado para encontrar o amor da sua vida, e ficar com ele o resto dos dias, “até que a morte os separe”. Gosto de gestos que estão desacreditados, gosto de declarações amorosas e palavras sinceras. Aprecio palavras sinceras e admiro atos românticos. Nasci no tempo errado, na época errada, sou antiga, aprecio coisas antigas. Aprecio beijos na testa, caminhadas de mãos dadas, abraços apertados, brincadeiras bobas e sorrisos verdadeiros. Aprecio a confiança, o companheirismo, a cumplicidade. Gosto de abraços inesperados, de demonstrações de carinho, de mimos, de cuidados. Valorizo os gestos, os pequenos gestos. Valorizo a simplicidade, o sentimento, a descomplicação, a pureza, a sinceridade. Nasci no tempo errado, na época errada, aprecio o que ninguém mais se importa e valorizo o ue ninguém mais faz questão.
Não quero correr nem uma chance de perder. É inútil discutir. Não vou mudar de ideia. Eu fiz o que podia hoje... Deixo o resto com você.
(Norman)
Acredito não existir algo mais puro que o sorriso e o olhar de uma criança. Elas veem com a alma e sorriem com o coração.
Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas
E entre quatro paredes densas
DE funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
com o poema do tempo.
A ideia do futuro, carregada de uma quantidade imensa de possibilidades, é mais fecunda do que o próprio futuro. Por isso há mais encanto na esperança do que na posse, no sonho do que na realidade.
Ela conta o tempo com as marcas que carrega no sorriso. Uma forma que encontrou de, apesar de tudo, expressar alegria cativante sem esquecer do gosto salobro das lágrimas que lavou a sua alma. Seu coração, massacrado, ainda bate. E isso, pra ela, é uma virtude e um sinal. Sinal de que se ele, que tanto doeu, continuou batendo, porque ela haveria de parar? E aquele sorriso atraente seguiu à risca as ordens. Brilhando. Por onde ela anda, explodem rastros de superação que inspiram outras dezenas dela. Meninas, mulheres. Que se espelham tentando sobreviver a essa onda de desilusões sistemáticas. As marcas do seu sorriso é o recado para quem hoje chora o desespero do livramento daquilo que tortura o peito, nos trilhos pavorosos que carregam vagões cheios solidão. Sua resiliência ensina que ser feliz é a única e mais inteligente forma de seguir em frente. Por mais que as dores sejam intensas a ponto de fazer curva o corpo. No jogo da vida, ela diz, não perdemos nada além daquilo que não era pra ser nosso. Entendê-la é compreender que seguir em frente não basta. Que dançar na balada ao som de modões e copos cheios de álcool não é suficiente. Que beijar bocas anônimas e declamar poemas de desapego em legendas de selfis só causam ruídos na comunicação entre o que você é e aquilo que você quer acreditar que seja. Entendê-la, é perceber que o sorriso de felicidade vem após a exata compreensão da vida. E que, assim como ela, as que admiram ela também irão carregar em seus sorrisos abertos um livro de experiências, saudade e amores que não deram certo. Entendê-la é saber que um dia ela, e as que admiram ela passar, irão se olhar no espelho, respirar fundo e pensar: Ainda bem que não deu certo. Mas, um dia, dará.
E uma hora o amor chega, sem pedir licença e sem muita cerimônia. Ele chega, ocupando todo o espaço do coração, criando necessidades dentro da gente. E devagarzinho ele vai se instalando cada vez mais , até se transformar em algo vital.
O amor nos ensina a ser mais pacientes, nos mostra que a solidão não basta, o amor abre portas para a felicidade, livra a alma de tudo que é ruim, o amor nos torna inatingíveis, nos dá coragem, nos dá força, o amor nos faz querer uma única pessoa.
O amor nos faz querer ser melhores, ou melhor, o amor nos torna melhores e isso engrandece a alma.
Uma das piores coisas do mundo é quando percebemos que as lâminas não causam mais dor, ai ficamos desesperados a procura de algo pior.
A beleza de uma alma se resume na sutileza da existência, no perfume de uma bela mulher e dentro de um coração.
Minha saudade é uma não-resposta. Eu não sei como tudo acabou e eu não pude perceber. Só hoje sei o quanto você é parte de mim.
Pessoas com maturidade emocional após uma derrota não culpam pessoas por seus resultados ou circunstâncias, elas assumem os erros e buscam corrigi-los.
Aquela noite chuvosa trouxe lembranças sombrias.
Cada gota que caía, era mais que uma precipitação atmosférica. Era uma chuva banhada de dores e recordações mórbidas.
