Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Apenas uma reflexão espiritual
Fui apenas um sopro na vida de algumas pessoas, um tropeço para umas, um amante para outras, e um verdadeiro amor para poucas..
Porém com o sentimento de missão não completada, provavelmente voltarei, não sei como ou de que forma, só sei que voltarei, até completar a missão.
Sandro Morett
Faça o simples, vá com a ferramenta que tiver. Tente uma, duas, várias vezes. Mude o percurso, tropece, levante. Não pense que o extraordinário surge do nada. Ele começa no simples — a mágica acontece depois de muito trabalho.
O amor é como se jogar do alto de uma cachoeira de mãos dadas. Quanto mais fundo o casal cair, mais profundo será esse amor. E se for raso, mais curto ele será. O grande problema é que eu tenho medo da solidão e do desconhecido.
Inteira
Pode se ferir mil vezes —
insiste mil e uma.
Sua mente? Incerteza.
Seu coração? Esperança.
Se adapta fácil:
do jantar à luz de vela
ao carrinho de hot dog.
Sem frescura,
ela canta, dança, ri alto —
porque cada sorriso vale.
Se um dia chorar perto de você,
não diga nada.
Abrace.
Ela só não suportou mais
carregar a alma sozinha.
Tem ternura no olhar —
com os olhos, ela ri,
com os olhos, ela fala.
Quem souber olhar de verdade,
verá o jardim da sua alma.
Ela é estranha, talvez.
Mas é inteira.
E quem nasceu pra ser inteira,
nunca será metade.
Autoria #andrea_domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 30/04/2025 às 15:00h inspirado em um outro texto meu antigo
Primeiro de maio de 2025.
Mais uma vez, essa grande ironia!
"Trabalhador tem o seu dia,
mas o salário.
Só daqui a cinco dias..."
A vida é uma grande poesia
Às vezes cheia de emoções
Às vezes vazia...
Para uns, lembranças maravilhosas, para outros lembranças iguais às minhas…
No coração do Vaticano, a fé e o segredo dançam uma valsa eterna, onde cada passo pode revelar ou ocultar a verdade.
Cada símbolo esculpido nas catedrais é uma peça de um quebra-cabeça que desafia a lógica e a crença.
O movimento antiotário de hoje não é apenas rebeldia — é o estopim de uma revolução silenciosa que despertará a consciência e elevará a raça humana a um novo patamar de lucidez.
Tempestade Entre Teus Olhos e Teus Lábios
Há uma tempestade silenciosa
entre teus olhos e teus lábios —
um raio contido na penumbra do teu olhar,
e trovões que cochicham segredos
antes de tua boca ousar falar.
Te encaras o mundo como quem esconde
o caos dentro de um sussurro,
e eu — navegante distraído —
me perco nesse mar sem aviso,
onde o perigo é o desejo,
e o naufrágio, inevitável.
Tua presença não grita —
ela insinua, inflama, devora em silêncio.
Tuas palavras são faíscas,
mas teus silêncios...
são incêndios inteiros.
Teus olhos anunciam a queda,
mas teus lábios são o abismo.
E eu caio.
Sem medo.
Sem paraquedas.
Com prazer.
O Colapso dos Muros da Alma: Uma Peregrinação ao Vazio
Quando os muros erguidos com o sangue da alma desmoronam, não há mais abrigo para os segredos entranhados na carne do ser.
Cada tijolo, moldado pelo sofrimento silencioso de anos, dissipa-se como fumaça ao vento, revelando a nudez crua de uma existência outrora protegida.
Exposto, o âmago do ser torna-se espetáculo: os olhares alheios, alguns compassivos, outros carregados de adagas morais, trespassam a dignidade,
transformando-a em teatro para a condenação ou a piedade.
A verdade, agora desvelada, escorre como um rio sem leito, arrastando consigo os segredos mais sombrios, aqueles que fermentaram nas sombras da alma.
Nesse palco de vulnerabilidade, o ser contempla o paradoxo da libertação:
a mesma verdade que o despoja de suas máscaras também o condena à solidão do julgamento alheio.
Resta-lhe, então, a quietude da inexistência, não como fuga, mas como ato último de soberania.
É o fim de um ciclo que começou na infância, quando o primeiro tijolo foi cimentado com lágrimas,
e o sofrimento tornou-se arquiteto involuntário.
A inexistência, aqui, não é derrota, mas epílogo de uma narrativa escrita em sangue e silêncio.
Bem-vinda, inexistência!!!
Não como abismo,
mas como repouso das perguntas não respondidas.
O ser, agora desintegrado, retorna à quietude primordial,
onde segredos e dores dissolvem-se no vazio que precede até mesmo a linguagem.
