Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Eu não custumo colocar o amor em minhas músicas, pois eu considero o amor mais que uma palavra, um sentimento.
Aos 18 anos o homem não sabe nem como se diz bom-dia a uma mulher. Todo homem deveria nascer com 30 anos feitos.
Permita-me um pedido: Quero uma vida em branco! Isso mesmo, em branco, onde eu possa colorir uma nova história, com personagens de olhos bem arregalados para que o novo desenho nasça sem erros. Quero muitas cores. Muitas mesmo. Quero tantas quantas forem possíveis para esquecer o cinza da quarta-feira que fere. Além das cores quero também perfumes. Quero cheiro da manhã bem como daquilo tudo o que é novo, que acaba de nascer, que tem força...
O risco de me perder neste novo desenho é mínimo, pois não faltarão luzes a me guiar pelas linhas traçadas a mão livre e forte.
Aviso que esta vida em branco terá como seu primeiro traço a linha do horizonte, daqueles a perder de vista, para que assim eu caminhe muito conhecendo novas pessoas. E quanto a você, não se preocupe. Terás seu lugar nesta nova vida, mas corra, pois as vagas são poucas. Serás bem vindo, desde que traga sua sinceridade e disposição para continuar a ser chamado de amigo.
O que? Se nesta vida as mágoas terão espaço? Ah, não, essas não combinam com o novo colorido. O lugar que antes era reservado às mágoas agora será dedicado ao cuidado de saber quem realmente quer figurar nesta nova moldura.
Agora se não for possível dar-me uma vida em branco, dê-me uma borracha, para que eu apague lembranças e sorrisos que um dia feriram esta alma que hoje suplica o direito de recomeçar.
Vai com calma, coração... Preciso dar um tempo pra minha cabeça e uma folga para as minhas emoções...
VÁRIAS DE MIM
Sou assim
Duas de mim
Às vezes três
Quatro... cinco... seis
Sou uma por mês.
Me diversifico
Tem horas que grito
Vivo num conflito
Mostro ao mundo minha dor
Outras horas, só sei falar de amor
A mais romântica
Melodramática
Estática
Chorosa e nervosa
Carente e decadente
Vingativa e inconsequente
Aí quando menos me percebo
Me transformo em mulher cheia de medo
Cheia de reservas
Coberta de sutilezas
Séria e sem defesa
No minuto seguinte
No papel de mulher fatal
Viro logo a tal
Aí sou dona do mundo
Segura e destemida
Altiva e atrevida.
Rasgo meus segredos ao meio
E exponho num roteiro
De poesia ou texto
Agrido, inflamo
Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que é bom nem lembrar
Sou assim
Várias de mim
Sorriso por fora
Angústia toda hora
Por dentro um tormento
No rosto nenhum sofrimento
No corpo uma explosão de prazer
Nos olhos, meu desejo deixo perceber
Melhor nem me conhecer
Fique com minhas letras
Com as minhas palavras
Na vida real sou bem mais complicada
Sou mil
E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado
É viver dentro de um campo minado
Prestes a explodir
Mas quem esteve nele
Nunca quis fugir
O autoconhecimento tira uma máscara que nem você mesmo sabia que existia. Seu escudo superficial é destruído, e quando você acha que está vulnerável sem ele, você descobre que a sua real força estava ali o tempo todo, escondida atrás de algo inventado pelo medo.
Tenhamos a cada dia: uma lágrima para todas as dores; um sorriso para todas as alegrias; um perdão para todas as ofensas; uma mão, que se estenda a todas as necessidades; um coração, que ame todos os homens;
uma oração para todas as horas.
Eu sou um deus com um coração, mas há uma coisa que não posso tolerar: pessoas que não respeitam os outros.
(Beerus)
Eu... eu sou uma menininha. — respondeu Alice, bastante insegura, lembrando-se do número de mudanças que sofrera aquele dia.
Namorada é uma palavra tão estúpida. Eu não poderia estar chamando-lhe isso. Então, a gente tinha que se casar, assim eu poderia chamá-la de "esposa".
Eu queria ser como as nuvens, elas são livres…
Tudo que eu queria era ter uma vida normal. Me casar com uma mulher nem bonita nem feia, e ter dois filhos. O primeiro deles seria uma menina, e o segundo, um menino. Então, eu me aposentaria da vida de ninja e curtiria o resto de minha vida com minha família.
Esta mensagem não a escrevo como despedida, mas como ensinamentos a vocês, amigos!
A morte é uma das poucas certezas que temos. Não fomos criados para morrer, e talvez seja esse o nosso maior medo dela! Mas Cristo me diz que aquele que crer nEle, ainda que morra viverá!
Agradeço a cada um que, enquanto minha mãe estava viva, orou e intercedeu por ela. Em especial a FAMÍLIA TEATRO BRASIL, que mesmo sem conhecê-la se colocaram em oração e sempre preocupados queriam saber como ela estava!
Bem, aos que oraram pela cura tenho que informar: ela foi curada, a palavra me diz que no grande dia os mortos ressuscitaram primeiro com um corpo glorioso!
Aos que oraram pelo alívio e o livramento do sofrimento: a palavra me diz que não haverá nem choro, nem tristeza, nem dor!
Cada oração não foi em vão! Serviu para fortalecer e manter a minha mãe firme na rocha que é Jesus!
A vocês que estão vivos alguns ensinamentos:
• Não gastem seu tempo declarando seu amor a quem já morreu, mas dedique esse tempo para demonstrar seu amor a quem está vivo!
• Não percam a oportunidade de agradecer!
• Não deixem de perdoar!
• Não deixem de ajudar!
• Não deixem o dinheiro te separar das pessoas importantes em sua vida!
Saibam que a morte vem para todos (menos para os que serão arrebatados). Então vivam como se fosse o seu último dia, viva a vida mostrando seu amor sincero! Como se não houvesse tempo mostre que ama, que está contente! Fazendo com que esse seja o melhor dia de quem está ao seu lado!
Não é motivo de tristeza a morte de um justo filho de Deus, redimido pela graça do Senhor e lavado no sangue de Jesus! Pelo contrário, é motivo de alegria, pois ela chegou ao lugar para o qual estamos lutando para chegar!
Meus pêsames vão aos que perderam a oportunidade de falar o que sentiam, aos que deixaram de pedir perdão, aos que guardaram mágoas no coração e aos que deixaram de demonstrar o seu amor a um ente querido que já se foi!
Ele me envolveu em seus braços de uma forma tão acolhedora, que me fez sentir segura como já não me sentia há muito tempo…
Todos deveriam sofrer uma humilhação uma vez na vida para que a arrogância desse passagem à maturescência humana.
