Nunca Desconfie de Mim tenho Carater
Penitência e mudez
Tenho andado esmaecido, às voltas e voltas
Como quem deita fora circunferências perfeitas
E de tanto girar, embranquecido me tornei.
Se não te encontrares, procura-me,
Se o acaso deixar
E se quiseres.
Dar-te-ei
Sangue e fogo,
A veias frias que tenhas cansadas;
O céu e asas,
A penas que tenhas inacabadas;
Rios e mares de noites estreladas,
E todas as estrelas que vires,
Serão tuas,
Se quiseres.
Apressa-te!
Tenho só os anos que me faltam viver.
Os outros,
Foram apenas preparo para te alcançar.
Enfim,
Nos resquícios dos meus sonhos,
Como ainda dormes, afago-te o sono
Enquanto, da seiva que me resta,
Vou banindo folhas débeis do outono
E até lá, serei penitência e mudez
E talvez,
Os restantes poemas de amor
Sejam todos para ti,
Se quiseres.
Marido itinerante
Tenho mil caras nas algibeiras
Que trouxe de mil países!
Por lá, vi favos em figueiras
Onde cometi mil deslizes
Porque o mel dos figos
Estava perto dos umbigos!
Não há coração que eu plante,
Nem flor que em mim floresça
Porque sou marido itinerante,
Sem remorso que me cresça!
Oh senhores! A minha culpa,
Que já não se sente culpada,
Não sabe se trair é desculpa
Ou se a esposa não é amada!
Como é que se diz isto a alguém?
Diz-me com que olhos te devo falar?
Se com os que tenho,
Ou com os que t’estão a deixar?
Que poções tenho de beber?
Que marés devo navegar
P’ra que possas entender!
Palavras são pedradas!
Perguntas vazias...
Respostas não dadas…
Resvalámos, sem saber
Que a dor é deste tamanho
E não da que devia ser!
Como olhar um olhar caído?
Como pedir que sorrias,
Se sorrir não faz sentido?
Como dizer a um coração,
Que metade de ti nos une,
Mas a outra não!
Como é que se diz isto a alguém?
Como dizer o que não se diz a ninguém?
Que o fim vai começar...
Diante de parvos falares...
...Do silêncio me faço em voz,
Quando no silêncio me tenho em resposta...
Aos meus amigos verdadeiramente amigos tenho a dizer,
Que assim são verdadeiramente amigos por se fazerem amigos
No respeito, e na presença da presença de se ter
No carinho expresso num gesto de afeição
Num aperto de mão em oração
Comungado nos festejos de um abraço
Ritmado no cantar eloquente do coração
Entre o tempo e o espaço em conciliação
Sempre quando sempre formos
Amigos verdadeiramente amigos
Amigos, sempre amigos, haveremos de ser...
Seja em momentos de alegria alegremente celebrados,
Nos tropeços da jornada em desesperança,
Na cobrança imoderada ou no infortúnio da desconfiança,
Havemos sempre de termos na paciência a confiança como parte do elo que se faz na segurança...
Sempre quando sempre formos
Amigos verdadeiramente amigos
Amigos, sempre amigos, haveremos de ser...
Por quando andamos a nos encontrarmos
Presos à distância aproximada na lembrança avigorada
Na trajetória da vida por toda cartografada
Onde estivermos por nos encontrarmos
Sempre quando sempre formos
Amigos verdadeiramente amigos... Amigos, sempre amigos, haveremos de ser...
! ...Amigos...!
Tenho vivenciado tantas coisas neste mundo mortal que já não me surpreendo com nada, tenho apenas uma certeza, que o amor é o sentimento mais importante na vida dos seres humanos. Ele cura, rejuvenesce, revoluciona e faz sua alma e seu corpo se conectar com a luz que comanda tudo no universo, inclusive o tempo.
Tempos difíceis estes que estamos atravessando, mas tenho plena convicção que com fé, coragem e determinação em breve vamos superar as adversidades.
Tenho uns poemas sem muita rima, sem nexo e sem muita simetria, mas sou toda poesia.
Nildinha Freitas
Eu tenho o Sol por testemunha, que apesar de minhas fragilidades expostas, tantas vezes, por gente que não conhece quem eu sou, eu já me levantei de noites sombrias, e cantei com os pássaros a cura da dor.
Eu tenho esse amanhecer, forças para seguir, para sentir, para viver e tenho você, amor.
Nildinha Freitas
Escrevo um bom poema para se ler da vida que eu tenho em minhas mãos, às vezes, faço rimas perfeitas e há horas em que nada parece se encaixar, mas escrevo, pois escrever é minha cura, a chave para me libertar.
Nildinha Freitas
Eu já não tenho medo de envelhecer.
Eu não tenho medo de olhar
os cabelos brancos na cabeça,
de olhar as rugas que estão surgindo
toda manhã.
Eu não tenho medo do espelho.
Eu não tenho medo.
Eu não tenho medo que as pessoas vejam
pela casca que sou por fora.
Meu medo maior é esse, eu não posso negar:
é morrer sem ter reconstruído
as coisas que, sem querer,
tropeçando no caminho, destruí.
Nildinha Freitas
Aqui escrevo pensamentos e reflexões que tenho nas mais diversas situações que vivo. Muito provavelmente, e certamente, outros já disseram as mesmas coisas, com as mesmas palavras ou palavras parecidas. Não tenho a intenção de plagiar ninguém, simplesmente escrevo o que me vem à mente. Mas talvez, inconscientemente, reproduza alguma coisa que já tenha lido ou escutado em algum lugar.
Essa é mais um reflexão de um início de despertar de consciência.
Acho que vem muito mais coisas daqui pra frente. A cabeça tá a mil por hora!
A maré ruim tá passando e tá se transformando em coisa boa. Um mundo novo tá se abrindo.
Você que não consegue ser o ser humano que almeja, tenho um recado pra te dar. A inveja te deixa cada dia mais longe desse objetivo.
Eu não tenho preço. Seu dinheiro e seu status não me impressionam. Não me interessa a sua posição social, me interessa o seu caráter.
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