Nunca Critique
Nas avenidas virtuais, onde o tráfego de opiniões nunca cessa,
Desvio dos acidentes de percurso provocados por brigas no Twitter, colisões de ego e palavras.
A existência, marcada pelo ritmo frenético das notificações, desfila,
Entre postagens inflamadas e debates acirrados, reflexo da politização da vida.
Evito os atalhos tentadores do Instagramável, paisagens cuidadosamente curadas,
Que vendem uma falsa noção de perfeição, estradas sem saída que conduzem ao vazio.
O amor e a amizade, agora commodities em um mercado de aparências,
Desgastam-se no vai e vem das curtidas, perdendo sua essência no filtro da superficialidade.
A felicidade, anunciada em stories efêmeros, escapa como areia pelos dedos,
Deixando um rastro de insatisfação e desejo por mais, sempre mais.
Na corrida por seguidores, muitos esquecem o caminho de volta para si mesmos,
Perdidos em um labirinto de espelhos, onde cada reflexo é uma versão distorcida.
Na quietude de um semáforo fechado, contemplo a ironia da conexão desenfreada,
Cercado por almas que se esgrimem em batalhas virtuais, duelos por palavras que ecoam no vazio.
A liberdade, uma promessa distante, sussurra entre as linhas do feed,
E eu, viajante solitário nesta estrada digital, desvendo seus enigmas com a calma de quem sabe que o destino é incerto.
Não me venham com discursos prontos, retóricas vazias, ou verdades embaladas para consumo rápido,
Na superestrada da informação, somos todos viajantes em busca de um sinal.
Se existe alguma sabedoria, talvez resida na capacidade de desligar,
De reconhecer quando a viagem se tornou um círculo vicioso, e é hora de encontrar um novo caminho.
Assim, navego, um explorador entre abas abertas e apps,
Por entre debates inflamados e a falsa serenidade do perfeito.
No espelho do smartphone, busco autenticidade,
Encontrando apenas o reflexo de um estranho, copiloto nesta jornada pela verdade.
De todas aa palavras que lhe falei
A mais sincera sera 'eu te amo'
E tambem a que nunca te contei
A não dita 'te amo tanto'
Por que que ama nunca esta a falar
E o amor sera um sentimento mudo
Sentimento que prefere se mostrar
Mesmo que seja contra todo o mundo
É quando a gente troca olhar
E esqueço de tudo dizer
Isso é genuinamente amar
Pois seu desejo é meu melhor prazer
Nada me causa mais pavor
Do que um dia não ser seu amor
Sem Nunca Ter Aberto os Olhos - Um poema sobre o aborto
Sammis Reachers
Envenenado enquanto sorria
Para a luz que atravessava
Os tecidos da barriga
Broto de bambu queimado
Para que sobreviva a floresta de incendiários
Queimado enquanto vive a floresta pragmática
Tua mão, tão pequena,
Botão de uma rosa silvestre
Ninguém a segurou, não foi?
Somos oito bilhões e
Ninguém de nós segurou
A tua mão enquanto você despencava
Na noite mais escura
Dessas que tantas acometem
As almas dos homens
Alguém imaginará
O que você poderia ter sido
Que caminhos e abraços você fluiria
E o filme se repetirá
Nas noites mais escuras
Dessas que tantas acometem
As almas das mães
que desistiram
E será tarde demais
E a pessoa dormirá e acordará
Com este edredom, "tarde demais."
Tarde demais,
Tarde, muito tarde
(Pois quando apagamos uma estrela
Tudo o que resta é a escuridão)
Teus olhos nunca chegaram a se abrir
O Universo, esse jardim de
Incredibilidades fulgurantes
Esse jardim que seria seu como é meu
Você nunca o viu
Ente guardado num ente
Apunhalado num ente,
Ente descartado, promessa
Abortada
Sem nunca ter aberto os olhos
Nos perdoa a loucura, o mar o oceano
De loucuras
Que levaram até teu fim,
– Civil a quem a civilidade
Negou civilização –
Até o assassinato de um começo
Você está sempre comigo, mas nunca demonstrou nenhum sentimento. E de repente, recebo todo o amor que eu precisava em outra pessoa."
As nossas escolhas nunca foram apenas nossas,
se assim fosse,
não haveria o peso por afetar todos a nossa voltar.
Nós caminhamos para o fim quando nos importamos com coisas sem valor e pessoas que nunca nos priorizarão.
Tudo é lícito mas nem tudo nos é conveniente. Não julgue ou se deixe julgado, quem nunca errou que faça com o lançamento de uma pedra, só que telhados são de vidro, certifique-se que tenham o seu telhado também seja blindado.
O mundo nunca será mudado por nós, mas fazemos a diferença, quando praticamos o bem. Assim, teremos um mundo bem melhor.
Nunca fui morto, para explicar melhor, mas estou vivo e sei que da morte só um voltou de facto embora seja lenda para alguns o texto é claro e a morte é real.
Eu sonho com o dia que “Eu"nunca mais vou ser chamada de forte.
Eu tô exausta pela minha força, essa força faz com que as pessoas não me respeitem, me ferem, me machucam a alma.
Estou esfaldada e esgotada por essa força.
Eu quero suporte, quero amor, quero ser respeitada em minhas vulnerabilidades, quero ser compreendida.
Eu não quero mais receber palavras ou tapinhas nas costas pelo quão bem eu consigo aguentar o tranco.
Eu não pedi pra ser forte, apenas eu não tive escolha.
Eu não tive escolha que não fosse vestir uma armadura de força para disfarçar minhas fraquezas, para que assim eu pudesse viver em meio ao caos.
O nosso cilo sempre foi sazonal por isto nosso amor nunca acabou, nossas almas se encontraram após várias tormentas e pronto, somos felizes assim, pertencemos um ao outro.
Os passos do justo são suas obras ou também os afetos da mente, que jamais vacilarão, isto é, nunca são pegos no laço da sugestão diabólica, nem escorregam na praça da vaidade mundana.
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