Frases sobre Nunca
Estou de mãos dadas com as mãos da solidão,
companheira antiga que nunca me deixa ir.
Fiel guardiã dos meus silêncios,
ela caminha comigo pelas noites frias,
sussurrando verdades que o mundo não quer ouvir.
É presença que pesa, mas me mantém de pé,
é sombra que abraça quando ninguém me vê.
No confronto que há de vir,
sei que ela estará ali—
não como inimiga,
mas como lembrança viva
de que resisti,
mesmo quando tudo quis me impedir.
A solidão me segue,
mas também me ensina:
há forças que só nascem
quando estamos sós,
há dores que viram asas
no peito de quem não desiste de si.
A vida é um rio que nunca cessa, fluindo entre margens de incerteza e esperança. Cada instante é uma gota que se perde e se renova, lembrando-nos que existir é sempre recomeçar.
O amor, por sua vez, não é apenas encontro de corpos ou promessas ao vento. É um idioma secreto que se escreve nos silêncios, nos gestos pequenos, na coragem de permanecer quando tudo parece desmoronar. Amar é aceitar o mistério do outro e, ao mesmo tempo, descobrir-se no reflexo que ele nos devolve.
E o fascínio… ah, o fascínio é o brilho que nos mantém despertos. É o olhar que se detém no detalhe, o arrepio diante do inesperado, a sensação de que há sempre algo maior escondido atrás do cotidiano. Fascinar-se é permitir que o mundo nos surpreenda, mesmo quando já acreditávamos ter visto de tudo.
Assim, vida, amor e fascínio não são caminhos separados, mas fios que se entrelaçam. A vida sem amor seria apenas sobrevivência; o amor sem fascínio, rotina sem magia; e o fascínio sem vida, apenas sonho não vivido.
"Reflexão''
Nós nunca conhecemos uma pessoa verdadeiramente quando ela está entrando em nossa vida. Pois no início Nós nunca conhecemos uma pessoa verdadeiramente quando ela está entrando em nossa vida. Pois no início tudo é descoberta, tudo parece ser maravilhoso. Mas é justamente quando pedimos um tempo para fazer uma pausa no relacionamento que a verdadeira natureza da pessoa se revela. Se ela for compreensiva e for para você, ela vai te esperar o tempo que for necessário. Mas se não for, ela irá se revelar e as máscaras sempre caem, revelando a face oculta que sempre esteve lá.
Van Escher
Não é preciso correr — pra quê tanta pressa?
Meu coração nunca foi ameaça, e sim abrigo.
Não é necessário fugir de mim, porque nunca te pedi o impossível,
nem te cobrei o que tua alma não podia entregar.
Eu te dei minha palavra — sincera, inteira,
a promessa de que não te feriria,
de que meu afeto seria leve como brisa
e firme como a verdade que carrego no peito.
A empreitada chegou ao fim,
não por falta de sentimento,
mas porque o destino às vezes nos move
por caminhos que não podemos deter.
Assim, com serenidade e sem mágoas,
deixo um pouco de mim onde você fica,
e levo um pouco de você para onde eu for.
Migro para outro lugar, sim,
mas não levo pressa, nem fuga, nem dor.
Levo apenas a gratidão por ter sentido você.
Que a vida te seja suave.
Que seu riso encontre novas manhãs.
E que, se o vento um dia sussurrar meu nome,
você apenas sorria — porque fomos verdade enquanto durou.
Com carinho e poesia,
Raimundo Santana
A escolha é tua — e só tua — quando teu caminho ainda te representa.
Aprende, então, a nunca arrancar do outro o direito de decidir,
pois toda história, cedo ou tarde, retorna ao seu texto original,
e cada um será lembrado pelas escolhas que ousou ou negou permitir.
Você nunca aprende tudo de uma vez, e nem aproveita as aproveita as oportunidades que lhe aparecem de imediato. Sobre esta última — a oportunidade — ela está atrelada a aparência, ao choque primeiro dessa “oportunidade” e do meu Eu, que por causa da aparência o julga sem propriamente avaliá-lo, refleti-lo, quanto a sua importância; pode-se dizer que essa imediatez em negar o que possa ser importantíssimo, e/ou ter o entendimento de reconhecer-se como ignorante — tal como Sócrates — fruto da nossa vontade que direciona cada vez mais ao imediatismo, e também em pensar que nosso conhecimento está “acabado”, “finalizado”; de que já não temos nada a aprender; que a tecnologia mediante a ciência os tornou (homens) não somente deuses do conhecimento, mais ainda, tornaram-se baluartes, deuses da razão. Se existe um responsável por isso (ou mais de um), respondo com — a gênese cismática medieval e a modernidade. O que provará que essas reflexões se sustentam? O próprio tempo; haja vista em um exemplo comum, como quando pegamos um texto, um livro e pensamos em diálogo consigo mesmo — pensando: Por que não aproveitei mais esse texto? Por que não aproveitei mais essa aula? — isso significa algo que popularmente é dito; dizem que se tivessem isso a morte já o teria batido a porta e o levado: o arrependimento. É o arrependimento que nos leva a um tempo anterior junto a razão reflexiva, mostrando que somos ignorantes e ingratos.
Talvez eu nunca tenha coragem de dizer tudo isso em voz alta.
Talvez minha voz trema, talvez o mundo cale, talvez eu não encontre o momento certo.
Mas aqui, nestas linhas que não mentem, deixo registrado o que meu peito vive gritando em silêncio:
Eu te amo.
Te quero.
Te desejo.
E te escolho — hoje, amanhã e sempre.
Você é a razão das minhas esperanças,
o brilho por trás das minhas inspirações,
e o destino que meu coração reconheceu antes mesmo de eu entender o que era amar.
Se um dia meu silêncio te confundir, lembra destas palavras:
meu amor por você é maior do que qualquer medo.
Nunca confie em alguém
que fale mal dos outros com você. Certamente, você, pode ser a próxima vítima...
Cansei de ser zona de conforto a quem nunca me viu como prioridade. Portanto, não se assustem com minha indiferença...
O Paradoxo Sagrado
Aquele que nunca se afogou em seu próprio abismo,
Nunca ouviu o sussurro de sua própria alma.
Quem nunca deixou o caos assumir o leme,
Nunca viu as estrelas reassumirem seu papel.
O caminho que chamamos de "erro", o plano "fracassado",
Só ele pode romper a fortaleza do real.
O mapa perfeito, a linha mais reta, impecável —
Leva apenas aonde corações entorpecidos já não sentem.
Agora... no mais profundo silêncio, ouça-o cantar,
A noite mais negra agora mostra o que o dia não pôs.
Em plena rendição, tornei-me rei,
Minhas partes quebradas — onde toda força foi forjada.
Persegui a Luz com um fogo tão cegante,
Que perdi a própria verdade que esperava encontrar.
Lutei contra a Sombra com um desejo cativo —
Minhas próprias correntes apertando-se em minha mente.
Até que... a guerra em mim simplesmente se desfez.
Deixei cair a espada. Deixei a tempestade começar.
Dei à escuridão meu sim final para proferir...
E lá, dentro daquele sagrado, estelar vórtice sem luz...
...eu vi.
Bendita, a ruptura que me fez completo!
Bendito, o vazio que preencheu minha alma!
Sagrada, a dúvida que pariu um saber mais profundo!
A Pergunta que superou seu próprio crescimento!
Não busques a resposta — sê-a, através da queda.
O paradoxo não é um muro...
...é a dança que nos liberta da necessidade de vencer.
É no perdido, que verdadeiramente... começamos.
Você que me fez amar como nunca…
Nunca idealizei um amor assim
Assim me deixou apaixonada
Apaixonada por tua alma e teu corpo
Corpo ardendo de paixão
Paixão que não acabou com teu abandono
Abandono que me destruiu
Destruiu a cor da minha vida.
Não importa o que acontecesse, eu nunca te rejeitaria, nunca te abandonaria.
Então, ainda bem que você me deixou, porque eu jamais teria ido.
Evlin Garmatz
A melhora antes da morte nunca me foi compreendida, de fato.
Hoje eu entendo, em vários sentidos isso se encaixa,
eu fico pensando, e esse pensamento se repete e repete na minha mente, tem pessoas que realmente não nasceram para o amor, ou são apenas escolhas feitas de forma errada?
Não tenho as respostas, talvez nunca as terei, mas eu sei que dói, e como...
Eu reli nossas conversas como quem volta a uma casa antiga e encontra poeira nos cantos que nunca havia percebido. Ali, nas entrelinhas que me escaparam, o sozinho estava presente. E eu não vi. O mundo me desabou no peito e a culpa aprendeu meu nome, como se amar fosse sinônimo de falhar no momento exato em que alguém precisava de mim. Agora, caminhamos lado a lado, mas algo em mim tropeça, um silêncio, um cuidado exagerado, uma duvida se arrasta no chão, será que agora sou um peso? Será que te incomodo do mesmo jeito que incomodo a mim mesma? E choro. Não por fraqueza, mas porque doí amar com medo, doí sentir que estou ocupando um lugar que talvez não não mereça. Ainda assim, fico frágil, tentando acertar, tentando aprender a não me punir pelo que não consegui enxergar. E talvez, eu ainda encontre um jeito de te alcançar sem feri-lo.
