Nostalgia da Infancia Perdida
Embriago-me de solidão...!
Amargura-me a noite sem lua...
A nostalgia toma conta de mim
E entre soluços deixo navegar lágrimas que queimam
A minha face e sem pressa escorrem...
Entre as pálpebras fechadas...
Esqueço-me das horas que passam
Para pensar num passado ainda tão presente
E atravesso a sagacidade das lembranças
( eu quase as esqueci)
E eu ali quieta esperando encontrar
Não sei bem o que?!
Num momento em que o céu não tem estrelas...
Nem brilho... Num desencontro fulgente...
Dos eternos amantes...
Noturna inquietação de sentires
Embriago-me de solidão
Afago meu peito e lá está a paixão...!
O barulho dos carros na rodovia
De madrugada o silêncio à nostalgia
Os tempos hoje são tenebrosos de verdade
Não me causam alívio nem saudade
As luzes distantes, um brilho de agonia
Rostos desconhecidos na noite fria
Caminham sem rumo, na mesma cidade
Onde se perde a essência, a identidade
Mas em meio ao caos, surge a esperança
No coração de quem ainda tem confiança
Que o amanhã trará paz e claridade
Renovando a alma com nova realidade
Nostalgia e melancolia
A dor que nos mata
A saudade que fica
A flor que brota
A imagem que salpica
O trem que parte
Pra longe da bica
Estrelas que brilham
No céu dessa vida
Pássaros que voam
E o canto que entoam
Os amigos que estão
Pertinho da gente
O rádio que toca
Uma música bem triste
Cavalos correndo
Na savana ao longe
A dor e a saudade
Andam juntas pra sempre
Corações corroídos
Pela dor sempre intensa
Não há nada que se faça
Pra mudar o destino
Passado que fica
Futuro que não chega
Pensamentos presentes
Na mente da gente
A conta que chega
Pra sorte de todos
O navio que parte
Sem leme e destino
Pessoas que se matam
Pelo egoísmo de sempre
Lábios que se beijam
Se amam e se odeiam
Abraço apertado
Machuca no peito
O início de tudo
Termina um dia
O final sempre chega
Se estivermos presentes.
Raimundo Nonato Ferreira
Março/2026
"A saudade te prende em um carrossel de nostalgia, te girando em torno de um passado que teima em permanecer distante."
Fiz um balanço do tempo que um dia se foi embora, sobre a nostalgia do suor que embalou o teu corpo no sono do meu amor, dooei parte do meu coração ao teu profundo suspiro.
Uma alma que volita entre o prazer e a nostalgia silenciosa da entrega ao destino majestoso do corpo pecaminoso, sem medo de viver sobre o templo do desejo, sacrifico o meu sentimneto em nome do bem-estar e da felicidade.
Os cantos do Natal já ecoam nas nossas mentes, a nostalgia das alegrias e tristezas vividas durante o ano se refletem a cada passada das horas dançando nas nossas esperanças, mas, um silêncio se esconde nas nossas falas e, nos lembra que seremos felizes no novo ano que nos renova.
O berço da passagem pela Páscoa, nos leva a nascer no interior da nossa nostalgia e, sensíveis por um amanhã feliz, acreditamos que o amor nos transforma em estrelas candentes.
O amor é uma melodia suave que invade a nossa mente, mesmo quando a dor da nostalgia sufoca a nossa crença.
Nostalgia escolar 19/12/20
Quem diria,
Te ver de novo,
Todo esse tempo,
E eu não esqueci seu rosto,
O cabelo o sorriso,
Lembro dessa época, eu era garoto,
O lance era outro,
Eu não te conhecia,
Quem te apresentou?,
Sua amiga Maria,
Lembro da gente se beijando,
Do lado do muro da escola,
Eu todo tímido,
Você deu início,
A Andressa minha colega de sala,
Passou e viu, no canto da boca um sorriso,
Pra não dizer rindo,
Nega a cada beijo,
Eu queria outro,
Quando você não estava,
Soltava sorrisos feito bobo,
Sorte minha ter te conhecido,
Recentemente quando te vejo,
Vem a nostalgia,
E não deixa esse bom tempo,
Ficar perdido.
Adner Fabrício
Uma nostalgia, uma lembrança angustiante daqueles que um dia foram tão importantes na minha vida, mas a esse mundo, eles não pertencem mais...saudades também daqueles que ainda estão nesse mundo, mas que por algum motivo, eu acabei deixando para tras...saudade!! dos amigos que morreram, dos amigos que não tenho mais contato...mas a vida mostra que vale a pena seguir em frente.
A solidão causa uma forte sensação de nostalgia, ao mesmo tempo em que provoca uma reflexão sobre o passado.
Nos momentos em que me sinto sozinha, não tem jeito - volto a me apegar no passado. Eu volto a lembrar de coisas que aconteceram há tanto tempo...os momentos de festas, de experiências, das descobertas da juventude.
Eu realmente vivi intensamente esse momentos. Mas os tempos difíceis chegaram. E quando isso aconteceu, fiquei sozinha. E isso foi tudo o que me restou.
As lembranças de um passado bem vivido, embora tragam boas sensações, não passam de recordações vazias, de coisas que jamais vão acontecer novamente, de pessoas que nunca mais vou ver na vida.
Quanto tempo se passou...mas depois de todos esses anos, de certa forma, eu ainda consigo me identificar com a pessoa que eu era na adolescência e na juventude.
Talvez porque essa é minha essência. Porque apesar de tudo, não tem como eu mudar aquilo que eu estou destinada para ser. Por isso eu tenho certeza, que independentemente do que acontecer, eu tenho que estar lá por mim mesma.
Pois os momentos de festas, alegrias, experiências irão passar. E quando isso acontecer, todos irão embora. E eu vou precisar seguir em frente.
Não, o passado não era tão bom assim
Os tempos sempre foram difíceis
É a nostalgia que está distorcendo a sua visão da realidade
O mundo sempre foi um lugar complicado
Sabe do que você realmente sente falta? Da pessoa que você era
Da sua juventude
De quando você ainda não tinha passado por tantas decepções
De quanto você via tudo com um olhar mais otimista, focado no presente, sem tantas preocupações
Independentemente do que seja, talvez seja bom manter essa visão positiva do passado
As boas lembranças nos mostram que viver vale a pena.
Que apesar de tudo o que aconteceu, há muita coisa para aproveitar
Pessoas para amar
Lugares para conhecer
E uma vida inteira para viver com intensidade.
Khirbat al-Manshiyya
A brisa da nostalgia
de Khirbat al-Manshiyya
que foi destruída,
O baile dos pomares
e a alegria ali vivida,
Memórias, cactos, flores
entre as ruínas de uma
História não terminada
por causa da violência obsessiva.
Nas cercas desta terra
não tenho visto mais
a Jarra-açú florescida,
A insuperável nostalgia
ainda em mim habita,
Ouvir a música do final
do mundo e resisto
em não dançar porque
eu me autodesafio
no trapézio do destino.
Nostalgia profunda embalando
a inspiração feito a brisa
balançando a Yellow Elder
em floração poética.
Despossuída de linguagem
subjetiva para alcançar
mais rápido outro coração,
e assim para fazer a reconexão.
Para abrir a porta do seu coração
para ficar e em ti morar
e como a preferida canção tocar.
Para levar para qualquer lugar,
para ouvir sem cansar
e quando sentir a minha falta cantar.
Ao recordar
bem estes
seis muito
tristes anos
da partida
do Comandante,
porto a nostalgia
do princípio da
minha mocidade,
que não permite
jamais deixar
de sentir muito.
Carrego memória
e não admito
a indiferença
de sentir o fardo
da falsa acusação
contra o leal
e bom General.
Carrego o quê
dói nele em mim,
e sigo com
o sentimento
latinoamericanista
que arrebata de
forma continental.
Unidade poética,
luta entre idéias,
batalha por ideais
para irem muito
além de mil vitórias:
cada uma delas
deve vir de mãos
dadas com
a lealdade,
virtude essa
que só o amor
de verdade
ao povo pode
nos ofertar,
que bom seria
se a liberdade
voltasse ao seu lugar.
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