Nosso Cérebro
Os aviões diminuíram nosso planeta, a TV diminuiu nosso cérebro e o Facebook diminuiu nossa modéstia
O nosso cérebro é a única arma realmente poderosa e que pode nos salvar, não use disso para executar a vida de alguém, pois nem mesmo o Deus que você acredita a impediu de nascer.
Falando de coisas misteriosas, que tal tentarmos entender nosso cérebro?
Procurem não fundi-lo, ou mesmo confundi-lo... Poderá entrar em crise neuronial...
E a coisa pode ser um mistério realmente impenetrável...
Osculos e amplexos,
Marcial
OS MISTÉRIOS QUE ENVOLVEM NOSSO CÉREBRO
Marcial Salaverry
Com certeza é bastante problemático tentar desvendar os mistérios que poderiam explicar o funcionamento de nosso cérebro, eis que ainda não se sabe exatamente para o que ele real e exatamente serve. A ciência, apesar de toda sua evolução ainda não chegou a desvendar sequer 10% de seu Manual de Instruções.
Aliás, pelo constante evoluir do progresso tecnológico, pode-se chegar à conclusão de que existe algum programa lá instalado, que só permite a saída de informações por um sistema de conta-gotas, para que seus segredos jamais sejam totalmente desvendados, pois o evoluir constante da ciência e dos conhecimentos mostra claramente que a evolução só é permitida aos poucos, quando as pessoas vão sendo “preparadas” para receber esses conhecimentos.
Notem que geralmente as crianças começam a assimilar as novidades mais rapidamente que os adultos, pois seus cérebros ainda estão em formação, e já vão recebendo essa preparação.
Um de meus grandes ídolos, Sir Charles Chaplin, assim o definiu:
"Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade. (Charles Chaplin) "
Indiscutivelmente, todos os segredos da vida lá se encontram. Difícil é explicar porque existem algumas pessoas que, por algum privilégio especial, obtém um melhor rendimento, e dessa maneira, conseguem aproveitar melhor os recursos nele armazenados.
Mas o mais interessante, é que a “torneirinha liberatória de conhecimentos” é curiosa. Pode-se notar que não existe uma “liberação geral”, pois cada um de nós desenvolve determinado tipo de conhecimentos. Mas a coisa é meio limitada, pois um cientista, dificilmente será um artista. Seu cérebro apenas libera os conhecimentos científicos, e isso não deve fazer muito bem para seu cérebro, pois geralmente os cientistas são incrivelmente distraídos, não conseguindo focar a atenção em coisas práticas da vida.
Por outro lado, um escritor não conseguirá ser um bom carpinteiro. E assim por diante.
Poderemos ser geniais em determinadas coisas, desenvolvendo nossos conhecimentos ao ponto máximo de tudo sabermos sobre determinados assunto, mas em compensação, seremos autenticas bestas em outras coisas, não sendo capazes de realizar tarefas que a mais ignorante das criaturas (no nosso modo de ver), poderá fazer de olhos vendados, e para essa pessoa, os ignorantes seremos nós, apesar de toda nossa sapiência.
Outro ponto que o cérebro comanda, e que não encontramos explicações, são para as questões referentes ao amor, à afetividade. O coração é o órgão exaltado nesse ponto, mas na realidade bem real, o órgão pensante e que determina de quem iremos gostar, é o cérebro.
Alguém será capaz de explicar, à luz da ciência, dos conhecimentos, porque gostamos de determinadas pessoas, e desgostamos de outras? Por que nos apaixonamos por alguém que, às vezes sequer conhecemos? Coisas do cérebro. É assim porque é e pronto. Quem achar que não é, pode tentar explicar...
Da mesma maneira que a ciência não descobriu o manual de instruções dele, nós não conseguimos explicar o porque de certas reações. Quem poderá explicar o ciúme, o desejo, a raiva, os vícios (o cérebro diz que fará mal, mas...). Enfim... coisas do cérebro...
Por exemplo, quantas vezes ficamos com algum pensamento martelando o recheio de nossa caixa craniana, e por mais que o tentemos afastar, ele se insinua novamente. Não existe explicação plausível para isso.
Agora o ponto crucial mesmo é o botãozinho que regula a tão cobiçada e desejada felicidade.
Vai ver que ela ainda está naqueles 90% desconhecidos, e só alguns privilegiados conseguiram descobrir o programa que a libera. Realmente, a felicidade se encontra dentro de nós. Basta sabermos usar direitinho o que nos oferece o cérebro, para a desfrutarmos. Depende de sabermos viver a vida, dentro de nossos recursos e possibilidades. O que atrapalha muita gente que não consegue ser feliz, é que não consegue sentir-se feliz com aquilo que tem. E seu pensamento fica exigindo sempre algo além do que consegue.
Coisas do cérebro.
Para não forçar demais nossos 10% atuantes, convido-os para UM LINDO DIA.
Como as queixas afetam nosso cérebro?
Um amigo encontra o outro. Em cinco minutos, o primeiro está sobrecarregado e sem palavras por ouvir as queixas de seu interlocutor. Queixas sobre os pais, o irmão, a falta de emprego, a ausência de um parceiro, o mau serviço de saúde, a falta de consciência de seus vizinhos e as medidas arbitrárias tomadas pelo governo.
Há situações na vida que, sem dúvida, merecem reclamações, como uma reação natural para liberar tensões acumuladas pelo próprio evento. A perda de um familiar próximo, ser despedido por causa de um corte de pessoal, divórcio ou doença grave, são experiências dolorosas para as quais uma queixa pode despertar a nossa empatia.
"Ele tinha sido um homem que se deleitava com o quanto sua vida era assustadora, e ele preferia se queixar do que mudá-la".
-John Katzenbach-
No entanto, algumas pessoas fazem das queixas seu pão diário. Além disso, eles pensam que todas as "pessoas boas" do mundo são obrigadas a ouvir uma e outra vez aqueles lamentos, porque, de outra forma, eles provariam que são insensíveis ou egoístas.
Queixas contemporâneas
Viver na idade atual não é fácil. Somos constantemente bombardeados por notícias dolorosas ou preocupantes. Além disso, devemos tolerar chefes ou colegas negativos, sem contar os problemas pessoais aos quais estamos expostos, como perdas, doenças e um saco cheio de situações que às vezes nos sufocam.
Diante de tal cenário, geralmente temos duas opções: Analisar cada situação e procurar a saída mais adequada ou resistir e adotar a posição da queixa. O que é preocupante nesta segunda opção é que isso se torne um hábito, que nos limite em nossas potencialidades e gere uma atitude negativa naqueles que nos rodeiam.
Podemos pensar que a queixa é uma espécie de catarse em face das pressões e ela pode sim, às vezes, cumprir esta função. No entanto, a queixa pode tornar-se, sem que o notemos, um hábito que repetimos como um círculo vicioso e que, com o tempo, se tornará a resposta automática às dificuldades.
Consequências em nosso cérebro
De acordo com pesquisas realizadas por vários neurocientistas, da freqüência e da intensidade emocional com a qual reclamamos dependerá que nosso cérebro sofra mudanças significativas. Isso ocorre porque, durante esta condição de frustração e impotência constantes, o cérebro lança hormônios como noradrenalina, cortisol e adrenalina que acabam alterando o funcionamento normal desse órgão.
Alguns cientistas até afirmam que estarmos expostos à queixa repetidamente, deterioram ou eliminam as conexões neurais presentes no hipocampo do nosso cérebro. Essa é precisamente a área encarregada de encontrar soluções para os problemas que nos afligem.
A insistência na queixa é uma forma de condicionar-nos negativamente, que gera rejeição nos outros e acaba deteriorando nossa família, parceiro ou relações de trabalho. É uma condição de dependência e, portanto, de imaturidade e passividade diante de problemas.
O que podemos fazer?
As coisas dificilmente serão o que queremos que elas sejam, então por que ser frustrado e amargo sobre o que não vai mudar, porque está além do nosso controle? Não seria mais razoável ter uma atitude mais flexível e assumir um comportamento mais adaptável, o que nos permite ter melhores opções em nossa vida?
A energia que usamos para reclamar é a mesma que precisamos para superar a adversidade. Modificar esse tipo de comportamento sempre será uma opção. É verdade que, em face de certas situações, é saudável se queixar, e é um direito do qual devemos fazer uso, porque também faz parte de nossas alternativas e fortalece nossa auto-estima.
Para superar esse cansativo hábito de queixa, é importante começar por analisar problemas de cabeça fria e avaliar o que podemos fazer, como e quando? Aprenda a interpretar as coisas de forma diferente, menos autodestrutiva e mais proposital. Não tentemos mudar o mundo dos outros, mas façamos um esforço para melhorar o nosso.
Para tê-lo presente
Há situações em que a queixa se torna uma estratégia consciente ou inconsciente de manipulação. O infractor experimenta a culpa e a maneira de disfarçar essa culpa é despertar nos outros sentimentos de compaixão ou solidariedade, a fim de não ter que enfrentar com responsabilidade as conseqüências de suas ações.
A queixa é um estado de mal-estar que tende a se perpetuar, uma condição que produz sofrimento, mas ao mesmo tempo um prazer negativo. Esta satisfação duvidosa pode ser resolvida com ajuda terapêutica, o que permite que ela se transforme em prazeres positivos, isto é, um desejo ativo, para superar esse estado de passividade diante da vida.
Nosso cérebro é sábio e os seus mecanismos de defesa são perfeitos. Para nos proteger ele apaga da memória as nossas dores, tristezas e desilusões e guarda ao alcance da saudade nossas alegrias mais bonitas. Mas existem golpes da vida tão cortantes e profundos que ele não consegue apagar. Inevitavelmente essas dores se transformam em fantasmas e quando o vento das lembranças as sacodem, voltam com muita intensidade para nos assustar. Fingir que nunca existiram não diminue essa dor. Mesmo que nos sangre a alma é necessário juntar toda a nossa coragem e enfrentá-la de frente para que aos poucos vá diminuindo e a cura aconteça.
Nosso cérebro tem dificuldade de lidar com incerteza, ele busca previsibilidade para se sentir seguro.
E, curiosamente, estamos cada vez mais utilizando e confiando em inteligências artificiais cujos resultados são, por natureza, incertos e probabilísticos.
Dizem que pra cada pessoa que nós conhecemos, existe um neurônio no nosso cérebro que faz relação a ela. Eu preferia não ter o que me faz lembrar você.
O povo insiste e pensar que nós mandamos no nosso cérebro,sendo que e totalmente ao contrario,nossa mente que comanda a gente
Saudade é o despertar de nosso cérebro, tentando fazer com que nossos olhos vejam outra vez, aquilo que nos fez bem algum dia.
Ansiedade são “pensamentos nadadores” que nadam no mar do nosso cérebro; alguns se perdem no meio do caminho, muitos chegam cansados de aflição na praia dos nossos desejos. Cuidemos de nossa ansiedade não permitamos que ela atropele nossos sonhos e objetivos. O amanhã não nos pertence, cuidemos do hoje, porque é o momento mais importante da nossa vida. Nossa saúde física e mental agradece!
As memórias do que vivemos ficam armazenadas em campos específicos do nosso cérebro. Após a morte, a primeira impressão é de que essas memórias também morreram, o que não é verdade...
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As memórias permanecem com o espírito, que armazena todas as suas vivências, da vida recente a vidas anteriores. Isso faz com que certas lembranças sejam possíveis durante um certo período de vida da criança, após a reencarnação, até certa fase... Havendo exceções, se necessário, na fase adulta.
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A ênfase está na reflexão de que a memória não morre, apenas adormece dentro de nós.
Após um certo período, as lembranças de quem éramos dá espaço ao que somos, nos ligando ao mundo material. A nossa ligação com o mundo espiritual permanece, mas a memória adormecida, nos traz aprendizados e novas experiências que contribuem para o desenvolvimento do espírito.
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Entretando, não se deve forçar lembranças de uma vida passada. O esquecimento momentâneo nos foi dado para o nosso próprio bem, caso contrário, poderia haver um confronto, ou melhor, um choque entre realidades e ou até mesmo certa revolta, dependendo da situação...
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Se nos foi dada uma nova vida, então, que possamos vive-la, dia a dia. A reencarnação é fruto do amor Divino! Uma chance para recomeçar.
O nosso cérebro pode se tornar nosso maior inimigo quando não conseguimos dominá-lo. Eu gosto muito desse programa aos quais nós seres humanos fomos dotados pois todos somos responsáveis por criarmos nossos próprios jogos. Temos o livre-arbítrio. A maneira como transitamos pelo mundo depende somente do nosso alinhamento e de nosso despertar. Dos nossos pensamentos e sentimentos. De estarmos cientes que temos a responsabilidade de criarmos nossa própria realidade e a do mundo em que vivemos sem os véus da ilusão.
A cada noite, nosso cérebro se renova.
Então, deixe os pensamentos negativos pra trás...
Faça em um novo dia, novos bons pensamentos. Para que assim, a vida não se atrase, mas sim prossiga!
Temos que estar conectados com o mundo.
Aprender é rejuvenescer o nosso cérebro. É retardar a nossa velhice!
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
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