Nosso Amor So Aumenta

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Um dia você se tornou saudade sem saber, no outro minha dor por escolha. Me fez descobrir que nosso mundo era igual, me arrancou meus melhores sorrisos e me fez passar as melhores noites em claro. Me mostrou o seu mundo. Me fez rir como idiota no meio da rua e fez com que eu me reencontrasse. Me devolveu a vontade de cuidar de mim, me fez perder o medo de ser quem eu não acreditava. Me fez ter sonhos, que não te confessei terem morrido um dia. Fez coisas por mim que ninguém fez e acredito, que não faria. Sentimos falta mesmo estando perto e sentimos coisas indescritíveis. Me lembro do toque, do riso, do som da sua voz... Me lembro da alegria de ter por perto. Mas você se foi, continuou no mesmo lugar mas escolheu não ficar aqui. Me deu o seu adeus sem nem ao menos olhar nos meus olhos e partiu. Partiu meu coração, meu mundo. Justo você, que disse que me conhecia tão bem e que era para eu acreditar no amor, me fez acreditar que nada nessa vida é verdadeiro. Todos nós fazemos escolhas e, a sua foi me mostrar que nenhum sentimento é real.

Alguns ainda nos perguntam: o que vocês querem? Respondemos com três palavras que resumem nosso programa todo. Aqui estão elas: Itália, República, Socialização… Socialização não é nada mais que a implantação do socialismo italiano.

Benito Mussolini
NORLING, Erik. Revolutionary Fascism (2011).

Nota: Trecho de discurso dado a um grupo de fascistas veteranos de Milão, em outubro de 1944.

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O tempo não está do nosso lado,por isso temos de controlá-lo antes que nos leve daqui

Dar nosso coração a quem nos recusa o olhar, amparar os que fogem de nossa presença, tangidos pela incompreensão e silenciar diante da calúnia, oferecendo aos que nos perseguem a essência mais pura de nossa colaboração fraternal – eis o tipo de caridade que Jesus, coroado de espinhos, consagrou na cruz da flagelação e da morte e que nos compete exemplificar, diariamente, se desejamos escalar a montanha da vida eterna.

e foi no caminho de volta para casa, sem você
que eu percebi que aquele já não era mais o nosso caminho.

Nosso tio transformou a casa dele numa armadilha pra turistas que chamava de Cabana do Mistério. O mistério era saber por que tinha gente que ia lá.
(Dipper)

Quando morremos, nada pode ser levado conosco, com a exceção das sementes lançadas por nosso trabalho e do nosso conhecimento.

Nossos atos prendem-se a nós como a luz ao fósforo; consomem-nos, é certo, mas fazem o nosso esplendor.

André Gide
Os frutos da terra

'Tudo que não é nosso, a vida tira do nosso caminho. Com o tempo você entende.'

O fracasso deveria ser nosso professor, não nosso coveiro. Fracasso é adiamento, não derrota. E um desvio temporário, não um beco sem saída. Fracasso é algo que nos so podemos evitar não dizendo nada, não fazendo nada e não sendo nada.

Dia desses tive um sonho sobre nosso futuro. Eu acordava e saia na ponta dos pés até o banheiro tentando não te acordar, e você resmungaria rindo de mim que até quieta fazia o barulho de um míssil. Você respeitaria todos os dias em silêncio o meu humor negro ao acordar cedo, e eu faria torradas com muito requeijão, suas preferidas. Eu ajeitaria sua roupa minutos antes de você sair, e sempre arrumaria seu cabelo - apesar de já estar arrumado - apenas para te manter por perto mais tempo. Jantaríamos fora toda sexta à noite, toda a semana em algum lugar diferente. Experimentaríamos desde comida tailandesa, até o x-bacon do trailer que tem na praça. Você me abraçaria apertado dizendo que sou péssima para escolher restaurantes, e eu te chamaria de implicante. Brigaríamos ao menos três vezes na semana, pelas coisas mais bobas - ciúmes, amigos e porque nunca tenho o que vestir, mesmo com um guarda-roupa cheio. Te deixaria desesperado com meus textos cheios de indiretas, mas você nunca perguntaria abertamente se foi para você, por puro orgulho e medo de ser verdade. Faríamos as pazes todo fim de tarde, seja com um beijo, seja com uma mensagem que mandarei dizendo que estou com saudade, porque cada minuto longe de você demora uma década. Assistiríamos ao jogo todo domingo e quarta à noite, e você riria das minhas crises histéricas xingando o juíz, daria um beijo na minha testa e diria “calma, é só um jogo, você vai sobreviver”, mesmo sabendo que de nada adiantaria e que meu humor de toda a semana estariam naqueles noventa minutos. Iríamos em churrasco de amigos, e implicaríamos um com o outro em cada piada sem graça que fizerem, e mesmo assim, todos perceberão que eu sou metade de você, e você metade de mim. Iríamos ao cinema ver a adaptação daquele livro que você detesta, mas eu adoro, e dormiria abraçado comigo durante o filme, enquanto eu choro desesperada porque o mocinho foi para a guerra. Quando você tivesse nervoso, eu te abraçaria e ficaríamos deitados no sofá fingindo que prestamos atenção na televisão, até você se acalmar. Iríamos para a serra em todas as férias, e ficaríamos sentados em frente à uma lareira tomando alguma bebida quente e sussurrando o quanto nos amamos e nos queremos e nos seremos. Todas as noites dormiríamos abraçados, diríamos o quantos nos amamos, e adormeceríamos sabendo que um era a metade perdida do corpo do outro que jamais se separariam novamente. Ao acordar, não enxerguei um sonho, mas sim uma promessa.

Para aqueles que acreditaram no fim do mundo e para aqueles que não acreditaram: nosso mundo acaba várias vezes no espaço de uma vida. Mas sempre temos a chance de recomeçar, dando outros sentidos para as marcas que carregamos, sentidos que nos permitam criar novas versões de nós mesmos ou pelo menos olhar para a atual com mais generosidade. Um dia, porém, o meteoro chega. E chega para todos, sem que nenhum de nossos tremendos esforços e vastas ilusões seja capaz de mudar o final.

São muitos os pequenos fins de mundo – e desconfio que os grandes apocalipses nos distraem dessa verdade, como tantas outras manchetes em neon que nos cegam dia após dia. É um pequeno mundo que acaba quando já não podemos contar com a ignorância que nos fazia viver como se houvesse sempre amanhã. É um pequeno mundo que acaba no primeiro cabelo branco ou na primeira queda, na primeira ruga ou na primeira dor na coluna. É um pequeno mundo que acaba no momento em que percebemos que já não seremos bailarinas clássicas ou jogadores de futebol ou escreveremos o romance que mudará a história da literatura universal ou faremos a descoberta que nos levará ao Nobel – no exato instante em que descobrimos que precisamos adaptar nossos grandes planos. (...)

A cada um desses pequenos apocalipses temos a chance de recomeçar. Partidos, aos pedaços, às vezes colados como um Frankenstein de filme B. Enquanto o meteoro não chega há sempre um possível que podemos inventar. Se os anúncios de fim do mundo servem para alguma coisa, além de fazer piadas e encher os bolsos de alguns espertos, é para nos lembrar de que o mundo acaba mesmo. Não em apoteose coletiva, com dia e hora determinados, mas na tragédia individual, sem alarde e sem aviso prévio, que desde sempre está marcada na vida de cada um de nós.

Meus votos de Natal e Ano-Novo pós-apocalipse são: não adiem os começos, porque o fim já está dado.

Eliane Brum
Malditos maias! Época, 24 dez. 2012.

Nada é capaz de nos limitar, a não ser os medos que habitam no nosso íntimo. Por isso, não vamos deixar que esses medos nos transformem em pessoas travadas. Vamos buscar caminhos que possam nos dar uma infinidade de momentos felizes.

Novo mês que se inicia, que⁠ traga notícias boas, caminhos novos e mais felicidade. Que os nossos dias sejam rodeados de amor, alegria e pessoas que realmente gostem de nós, que possamos enxergar com clareza o melhor caminho a seguir. Que Outubro seja um mês de doçuras e travessuras.

Quem dera em nosso país a justiça ter tanta proteção quanto o crime.

A grandeza de uma pessoa não se mede pelo espaço que ocupa no nosso coração, mas sim pelo vazio que deixa quando está distante.
E a sua importância não se constata apenas quando estamos com ela, mas também quando sentimos a sua falta.

Quando retornamos ao nosso “eu”, começamos a perceber os sinais que a vida nos dá. Todos dias temos que fazer escolhas, algumas tão simples que nem percebemos, mas sempre nos é dado a oportunidade de escolhermos. Quando vamos por um caminho que não é o que vai nos proporcionar felicidade é porque não ouvimos nosso coração, então, tudo que fizermos, façamos com ele e com amor, pois isso vai nos retornar na mesma intensidade.

O problema é que a gente se ilude demais com pouca coisa. Mas mulher não é burra não, nosso coração que foi feito de material maleável e se derrete com qualquer calor a mais. Por isso o coração de algumas fica igual a pedra depois de tanto derreter a toa, pedra não derrete e só quebra se a queda for muito grande.

Quer mudanças na tua história? Implore ao Senhor que transforme o nosso jeito de escrevê-la...

A observação de nós mesmos permite que penetre um raio de Luz em nosso interior.⁠