Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A dor, como tudo na vida, é passageira. O que dificulta superá-la, às vezes, é o fato de não enxergarmos que para tudo existe uma solução e o que estava nos afligindo não é merecedor da atenção que estávamos dando, por isso, somente o tempo é capaz de nos ajudar a percebermos o quão poderíamos ter sofrido menos.
Sou como a chuva, que desce pelas montanhas mais altas, que entranha pelas encostas em direção aos vales;
Sou como o pequeno riacho, que corre pelos caminhos mais profundos;
Sou como a força impetuosa das correntes, que desce para encontrar o mar.
A dor quando chega,
maltrata como se fosse a maior que já sentimos,
nunca sentida por ninguém e sempre será assim.
Somos tendenciosos a aumentar
o tamanho da pedra que estamos carregando
sobre os ombros em determinados momentos.
A dor só é superada quando percebemos
que são as pedras que carregamos durante a nossa vida
que nos faz o que somos, portanto, ao invés de aumentá-la,
devemos compreender os motivos que as fizeram surgir,
para continuarmos sempre evoluindo.
REGULARIZE-SE E SINTA PAZ!
Como é que dizes que não te sentes bem e não sentes paz!? Ou, como podes pensar que estás bem e tens paz!? É um absurdo!
Porventura as situações da tua relação com a Natureza estão devidamente regularizadas?!
Regularize-se! Regularize-se! Regularize-se e sinta paz!
Regularize a situação da tua relação com o Sol!
Regularize a situação da tua relação com o Ar!
Regularize a situação da tua relação com a Água!
Regularize a situação da tua relação com a Terra!
Regularize a situação da tua relação com o teu próprio Corpo!
Regularize a situação da tua relação com o Construtor e Reparador do teu próprio Corpo!
Regularize a situação do conhecimento de ti mesmo! Afinal, quem és tu? Será que és o Corpo, o administrador do Corpo ou o gestor do Corpo? Tens proporcionado a quietação ou a inquietação ao Corpo? Procure conhecer a ti mesmo, assim conhecerás o teu Corpo e o Construtor do teu Corpo!
Regularize as situações da tua relação com a Natureza e usufrua o bem e a paz que ela te oferece!
Regularize-se e sinta paz! Regularize-se! Regularize-se!
Quão agitada é a maré chamada vida
Com a tempestade não se vê mais saída
Mais, como um milagre que só Deus faria
De um tempo fechado, ergue-se a calmaria
Tal estado só se alcança com persistência
É permanecer no barco e seguir em frente
A vida não é lagoa rasa, por isso paciência
E mesmo que as coisas pareçam contrárias, não seja um desistente
Tal como os mares, a água que a compõe tem uma propriedade
Como o vento que sopra, a água assume muitas formas
Desde líquido ao vapor
E de um mar calmo para uma tempestade árida
Saber de tudo isso é importante
Assim, externo a ti neste instante
Como a água que te cerca, você pode assumir a forma que quiser
Afinal, se um pequeno rio pode contornar uma montanha
Por que você não pode superar as grandes dificuldades e encontrar sua bonança?
A Mulher é como uma flor, quando você arranca ela do jardim antes chegar em casa para melhor cuida-lá, começa a murchar 🥀 nas suas mãos.
Daniel Perato Furucuto
Vc sente o valor de como vc é “o cara” vivendo em atividade, quando se impossibilita disso vc descobre que é um “nada” sem saúde.
Viva bem, se ame, se admire no espelho, valorize os detalhes que passam despercebidos, corra pra lá e pra cá, respire e sinta o ar nos pulmões, viva em atividade, aproveite o dia, viva a saúde que tem, pq o amanhã... Haaa o amanhã!
Ninguém sabe sobre ele.
Esta é a necessidade de se estimular a advocacia criminal honesta:
Assim como nem todo criminoso recebe a pena que merece, nem todo acusado merece a pena que recebe.
Como muitas coisas na história, a História Científica também teve os seus começos pequenos, por vezes mesquinhos, as suas concessões ao poder, suas articulações a projetos de dominação, suas acomodações, ambiguidades, hesitações e recuos. Seja através do Positivismo ou do Historicismo, podemos vislumbrar o curioso paradoxo de que a ‘revolução historiográfica’ do século XIX não deixa de ter em seus inícios alguns aspectos bastante conservadores. Seu mundo contextual será o do assentamento da burguesia pós-revolucionária no poder, após os fracassos do projeto mais radical da Revolução Francesa e da derrocada definitiva da expansão napoleônica, sem mencionar o contexto decisivo da consolidação dos grandes estados nacionais que precisavam agora exercer um controle mais efetivo sobre a sua população, sobre o seu território e sua imagem.
O ambiente político e social que oferecerá uma confortável base de assentamento para o novo tipo de historiografia é aquele gerado pelo compromisso entre a burguesia industrial, as monarquias constitucionais e os setores aristocráticos que conseguiram se adaptar à nova sociedade industrial, de modo a conservar ao menos alguns privilégios. Além disso, de agora em diante já não será mais possível, à nova coligação de poderes políticos, ignorar os setores populares, ao menos como uma força social que precisa ser adequadamente manipulada e conduzida. Os sistemas disciplinares e as tecnologias de controle precisarão ser cada vez mais aperfeiçoados, de modo a atingir maior eficácia com mais sutileza. Mais do que nunca, o Poder precisa se assenhorear do Discurso. Éneste grande contexto que a nova historiografia encontrará seu especial momento de fecundidade, e as possibilidades de estender sua permanência para o futuro.
É claro que, ao lado destes começos pequenos e por vezes mesquinhos, a nova História Científica também surge em um momento histórico no qual começam a aflorar pequenas centelhas de esperanças partilhadas pelos mais diversos grupos sociais que haviam conseguido se fazer ouvir nos movimentos revolucionários iniciados na França e nos Estados Unidos da América, e que depois se expandem para o resto da Europa e para a América Latina. Vive-se também, neste momento, uma nova fase de confiança no Progresso da humanidade, tão bem expresso pelas novas descobertas científicas e invenções tecnológicas. A História Científica, se de um lado se liga à realidade política através de liames por vezes conservadores, é por outro lado um produto da segunda Modernidade europeia.
[texto extraído de 'Teoria da História, vol.2 - os primeiros paradigmas: Positivismo e Historicismo'. Petrópolis: Editora Vozes, p.12-13].
Viva a vida como se não houvesse amanhã, a vida é êfemera, então por isso, ame mais, não guarde rancor de ninguém, perdoe a quem lhe ofendeu, a vida é muito curta para perder tempo com coisas fúteis e pequenas.
A verdade é definida como um amontoado de argumentos, bem construídos, essenciais para nossa evolução
"Tão certo como a atmosfera que nos banha e não é evidente, assim é a presença de Deus em nossas vidas! Sentimos paz, amor, esperança, coragem e fé em Cristo Jesus"
Se você pensa e pretende agir como grande idiota na vida, terá enormes chances em liderar grandes e patéticos imbecis no mundo!
Você acredita que existe outro mundo além deste aqui? Um mundo como este, mas diferente. Maior que este mundo.
A carência
De fato não há como padronizá-la;
Mas de uma coisa sabemos;
Com ela convivemos;
Mas as pessoas de fato não sabem onde estão;
Se há proteção;
Em um mundo conturbado;
Por ela buscas desesperado;
Onde está a felicidade, por todos almejado;
Então como em um padrão;
Se submetem ao vão, sutil, inútil;
Inútil em suas relações;
Sutil e sorrateiro;
Vão e passageiro;
Deixando as marcas do traiçoeiro.
