Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Eu me pergunto se algum dia serei capaz de te esquecer
Porque ainda doi como um Inferno
Dói o meu coração, lembrar de você me mata
O Inverno me traz lembranças de nós dois
As noites geladas assistindo filmes e tomando chocolate quente
Dormir e acordar com você, ainda sinto sua falta
Eu não lembro mais o som da sua voz, eu não lembro mais do seu cheiro
Eu não consigo mais lembrar do seu toque
Mas, eu ainda lembro dos seus lindos olhos azuis
São os olhos mais lindos que vi em toda minha vida
Você foi a melhor parte da minha vida
Você foi o amor da minha vida
Perder você foi a pior coisa que me aconteceu até hoje
Eu te amei desde o primeiro olhar e foi maravilhoso tudo o que vivemos
Espero conseguir te esquecer, esquecer o Inferno que vivi desde que você se foi
Espero ser Capaz de te perdoar
Ser capaz de te perdoar por ter me deixado
Ser capaz de te perdoar por me fazer sofrer
Ser capaz de te perdoar por ter me traído
Ser capaz de te perdoar por ter desistido de nós
Você arruinou a minha vida
Você me destruiu, eu nunca mais fui inteira
Depois de você

02 de Julho de 2025

Inserida por sheila_f_carvalho

⁠É muito difícil ser como sou
E entender como é
Compreender o que quero ser
Ou me deixar ser o que a vida quer

Muito complexo entender
Aceitar como deve ser
Ou procurar tantas vezes
Que mesmo achando
Já não faz mais por que entender
Muito menos ser

É, poisé!
Por onde anda minha fé?
É difícil pensar sobre si mesmo
E decidir o que é
Às vezes fazer o que não quer
Outras vezes fazer o que quer
E no final do jogo descobrir que é
E ter que voltar todo o caminho de ré

Alguns dizem "vai, segue teu coração"
Outros dizer "Cuidado, a vida é só uma, uma passo errado e você quem saiba nem aprenda a lição"
É, fazer o que?
Seria uma supressão pra mim mesmo conseguir um dia me vê
Quem sabe esse seja um futuro distorcido
Onde não virei astro, profissional, músico, quem sabe mágico
Mas eu me nego a acreditar que estou destinado ao fracasso

Ainda preciso entender
O que realmente posso ser
Se realmente vou poder ser
E se é essa a forma certa de viver

Inserida por FelipearaujoMr

⁠O mundo verá vocês como estrelas do pop, mas vocês serão mais que isso. Vocês vão ser caçadoras.

Inserida por pensador

⁠Como vou endireitar o mundo e eu mesma sem minha voz?

Inserida por pensador

⁠Houve um tempo em que caminhávamos juntos pacificamente. Mas, ao longo dos séculos, vimos como o medo do que é diferente pode transformar homens bons em cruéis.

Inserida por pensador

⁠há uma delicadeza na forma como flores dizem o que palavras não alcançam. peônias, por exemplo, não gritam beleza, elas sussurram. abrem devagar, como confidências, escondidas em dobras suaves que parecem guardar um segredo antigo. são como tempo transformado em pétalas: não se revelam com pressa, só com intimidade.
já as primaveras... parecem não saber que são árvores. exageram no florescer, espalham cor como quem deixa alegria cair dos galhos. pintam o mundo sem pedir licença. e mesmo quando suas flores se vão, deixam a lembrança do que foi bonito, como quem marca presença sem fazer barulho.
observar quem gosta de flores é aprender a linguagem do gesto. é notar a forma como os olhos sorriem diante de uma cor, como o silêncio muda quando vem o perfume. transformar esse olhar em cuidado é quase ritual, criar momentos que não dependem de grandes promessas, só de atenção.
e quando vem o vento? a brisa que caminha entre as folhas ensina sobre leveza. a chuva que toca o chão sem pressa fala sobre retorno. é nesse ritmo calmo que tudo se revela, o que floresce fora, e o que floresce dentro.
gostar de flores é mais que preferência: é jeito de existir. é encontrar beleza na espera, no detalhe, no que ninguém vê. é saber que o mundo não precisa ser corrido para ser sentido.

Inserida por alilianebritto

⁠Seguimos sem espaço para sentir, para escutar, para compreender como se viver fosse sobreviver.

Inserida por I004145959

⁠Não brigue com Deus, há propósito e viés. A hora certa virá,
como o caçador e a presa ao revés.
Elogie, corrija com carinho e maestria,
valorize quem está ao seu lado,
com amor e harmonia.

Livro: O respiro da inspiração

Inserida por carlos_aguiar

⁠Queremos impor, moldar os outros,
como se todos fôssemos cópias.
Mas como dançarinos em ritmos soltos, cada qual é único em suas próprias tropas.

Livro: O respiro da inspiração

Inserida por carlos_aguiar

“⁠Às vezes eu percebo que eu me sinto muito melhor quando eu paro de agir como se devesse algo a esse mundo.”

Inserida por viniciusmendes2024

A Política e Seus Amores de Estação

As lideranças políticas, assim como as estações do ano, vão se renovando com o tempo. Grandes nomes que um dia foram reverenciados acabam esquecidos, engolidos pelo ritmo veloz da história. Novas vozes surgem, ocupam palanques, inflamam multidões e, por vezes, também desaparecem — tudo é cíclico. Nada é eterno, nem mesmo na política.

Ideias mudam. Posições mudam. Mas quem mais muda é o povo. Muda de opinião, de partido, de ídolo. Muda até de memória. É curioso como a admiração incondicional pode, de uma hora para outra, se transformar em desprezo absoluto. Que o diga Getúlio Vargas, questionado com dureza poucos dias antes de apertar o gatilho do próprio destino. O mesmo povo que o acusava foi às ruas em lágrimas, em um luto nacional tão apaixonado quanto a desconfiança que o antecedeu.

Anos depois, foi a vez de Fernando Collor. Jovem, bem-apessoado, com discurso eloquente, conquistou a maioria esmagadora dos votos. Preferiram o novo ao conhecido — Brizola, Ulysses, Covas... velhos de guerra. Collor era a promessa embalada para o futuro. Mas o tempo, senhor das reviravoltas, mostrou que a política brasileira também ama com intensidade, esquece e julga com rapidez.

A paixão na política é quase sazonal. Tem primavera e tem inverno. Quem não entender isso, corre o risco de se decepcionar profundamente. Talvez a única constante seja essa: a instabilidade dos sentimentos populares. Líderes vêm e vão, mas o ciclo — esse sim — permanece.



Renato Jaguarão.

Inserida por RenatoJaguarao

⁠Seu corpo é como um canal de TV transmitindo 24 horas por dia como você se sente.

Leil Lowndes
Como conversar com qualquer pessoa. Rio de Janeiro: Sextante, 2025.
Inserida por pensador

⁠A jornada dos idosos é um caminhar
estreito como um funil, é um fato.
Perdem parentes, amigos, laços a abraçar, enquanto os jovens menos atenção vão dedicar.

Livro: O respiro da inspiração

Inserida por carlos_aguiar

⁠Aceitar o modelo econômico dos Estados Unidos como referência para um país emergente, que sequer rompeu com sua histórica subordinação aos interesses norte-americanos, seria, no mínimo, um equívoco. No contexto de um capitalismo extremo, acreditar nos chamados "parâmetros essenciais de livre comércio" parece mais uma ilusão — útil apenas para confundir iniciantes em Economia Política. Trata-se, portanto, de uma tentativa mal direcionada de crescimento, que acaba por nos empurrar um século para trás, em direção ao tempo em que as massas se submetiam aos centros industriais febris, na luta por uma legislação trabalhista básica.

⁠"Não há modelo viável de medidas econômicas e sociais que dispense a utilidade da ciência como promotora do desenvolvimento tecnológico. A linguagem, enquanto ferramenta essencial, e a tecnologia, enquanto instrumento de transformação, são imprescindíveis para a adequação humana. É na ruptura de tradições ultrapassadas que se abrem caminhos para novos parâmetros de liberdade e igualdade."

⁠Como um antigo museu, com seus achados e descobertas, assim também é minha linguagem. Palavras que desvelam pensamentos ocultos, em que palavra puxa palavra e dançam na busca de significados. As palavras são peixes dourados, escorregadios, habitantes da nevoa marítima. Questiono e eu mesma respondo, como o sol que nasce na serra. Eu sou uma pessoa curiosa e conheço os frutos de cada árvore. Sou simples e clara como um feixe de luz.Caminho estradas em que desconheço o seu fim. Apenas caminho, porque tenho pernas e desejo de descobrimento. Posso me aquecer ao sol e esquecer toda complexidade do meu ser. Hoje o dia está farto e caminho entre entre a paz e a malemolencia. Busco imagens traduzam meu estado de espírito. E seria algo fluido como a massa de um pão, que alimenta e perpétua a tradição. O pão que nutre o corpo é a história. Sou eu assim leve e densa, mas busco água profundas que me desconstruam e me mostrem outra fase de mim mesma. Mas o tempo passa suave e não vejo o caminhar das horas. Sou como um relógio, que gira e volta ao mesmo ponto. Mas transcendo é destruo o tempo na palma da minha mão. Posso assim viver o eterno que há em mim. Eu, dona de mim. Num tempo paralelo, em que só existem letras e palavras.

Inserida por monalisa_1

⁠Há um instante em que a consciência se afasta do eu cotidiano como um satélite silencioso.
Pode-se ver a si mesmo do lado de fora.
E o que se vê não é um corpo —é uma trama de memórias, desejos, perdas e vírgulas mal colocadas.
Não é estar em órbita, mas em colapso lúcido. É olhar para o que foi, para o que escreve, para o que sentiu e tudo parece belo, frágil e profundamente irrelevante — mas ainda assim, digno de ser registrado.
É feito um efeito. Talvez, overview. E é interno.

Inserida por ninhozargolin

⁠**Entre instantes e eternidades**

Num sopro nasce o dia, num sopro ele se vai,
Como folhas ao vento que o tempo desfaz.
A vida é caminho não reta, mas curva,
Feita de silêncios, partidas e voltas turvas.

Há beleza em cada ruga do tempo,
Em cada erro que virou ensinamento.
O sorriso do agora, o choro do ontem,
Constroem o ser que somos e que seremos também.

Medimos a vida em horas, minutos,
Mas seu valor mora nos instantes absolutos:
Um olhar sincero, um abraço apertado,
Ou o suspiro que precede o inesperado.

A vida não pede promessas eternas,
Só presença nas breves cenas.
E quando tudo parecer sem razão,
Talvez viver seja só… sentir com o coração.

Inserida por reinaldohilario

⁠Um garotinho estava nos Estados Unidos enquanto seu pai e sua mãe atravessavam os mares como missionários. O dia de Natal chegou e o diretor da escola disse a si mesmo: “Aquele garotinho sentirá saudade de seus pais.” Por isso ele foi vê-lo e disse-lhe: “O que você mais gostaria que acontecesse nesta manhã de Natal?” O garotinho pensou por um momento e, apontando para o retrato de seu pai que estava sobre a cômoda, disse: “Mais que tudo, eu gostaria que meu pai saísse desta moldura e viesse ficar comigo.” Este é o lamento saudoso da humanidade: “Eu gostaria que o meu Pai celestial saísse da moldura do universo e descesse para estar comigo.” Isto aconteceu! Deus saiu da moldura do universo, e o vimos no rosto de Jesus Cristo. Ele é Deus conosco. Pois Jesus Cristo é o nosso Pai celestial, personificado – conosco. Ele é a Resposta a este clamor da humanidade por algum poder sobre nós.

Inserida por sammisreachers

⁠⁠“Palavras da moda são como bexigas soltas sem amarrar o bico! Elas saem voando alucinadas pela sala, aleatoriamente. Mas, rapidamente caem vazias ao chão”.