Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Se estivesse tempo pra cuidar da vida dos outros.
Como cuidam da minha, minha vida seria um estrelato!
Shirlei Miriam de Souza
Aquilo que se lê nos céus, já aconteceu lá mesmo... O que ocorrer aqui posteriormente, é como um eco...
Pare de mensurar o obvio.
... nada como tido com preceitos de fato pode ser conceituado como verdadeiro.
A verdade conduz ao bem, indiferente do ``Obvio ou Fato´´.
Percebem?.
É como ideias que pulsam na mente
Como um coração que tem que bater
Por ter uma função maior que seu entender .
A forma como eu avaliaria a liderança é esta: das pessoas que estão trabalhando comigo, quantas acordam pela manhã pensando que a empresa é delas?
Cada um sabe onde aperta o calo. Se sentir que não há mais como calçar-me, não irei causar-me mais feridas.
Eu sou mal
Como o inferno em teu coração
Como a mágoa durante o verão
Trouxe a selva tamanho animal
Eu sou bom
Feito o leito dos peitos suaves
Seus carinhos de mãos tão afáveis
vem do mar o amor desse som
Tua sentença cai-me em viva
carde podre, mas o sol d'outro dia
envelhece o ar da palavra maldita
Sois filho de meu Deus que dizia
Algo sobre essa velha tal de Ira
Amarás o inferno dessa ilha?
A ocorrência deve ser para o policial como o alimento. Pensar no almoço de ontem não mata a fome de hoje.
O ego como corpo mental concreto pensa conforme solicitado e combinado, com base no conhecimento trivial experimental da lógica comum, do homem social... O homem enquanto corpo mental abstrato, atua na área superior da mente conectado à uma sabedoria "desconhecida", e um discernimento lúcido... A conexão entre Ego inferior e Eu superior, é ponte de passagem para uma nova dimensão de consciência, um novo espectro de vida, um novo mundo... Mesmo que idéias como essas não correspondam aos fatos, o tempo não pára e a construção está sendo feita, porque o homem não pode deter-se.
Tua falta é presente
Há um lugar onde mora o teu nome
E ele ecoa quando se faz silêncio
Como frequências inaudíveis
Você está lá
Entre os decibéis das canções
Entre as notas melódicas
Entre os arranhos das cordas no arco
Há um espaço vazio onde mora você
A orquestra sinfônica de Tenerife toca ao fundo
enquanto eu escrevo essas palavras.
Como essa soprano consegue levar a voz a esse alcance?
Se eu soubesse faria chegar minha voz até você.
Te fazer saber.
Homem com pensamento cativante,
Que tira inspiração de cravos em maçãs.
A opera agora é de Vivaldi
toca sobre o inverno.
Isso me lembrou você,
Que me faz sentir primavera.
Os outros veem em mim o que não consigo enxergar. É como não poder olhar diretamente para as próprias sobrancelhas, sendo necessário um espelho para enxergá-las. Essa é uma visão restrita da situação.
Porém, sob uma ótica ampla, aberta, séria, responsável, é possível enxergar a si mesmo quando se assume o desejo de conhecer a si mesmo, sem subterfúgios para evitar o constrangimento do autoconhecimento que revela a miserabilidade do ser.
Ai, se soubesse como eu quero te levar pra casa
Parava de ser mó lixo, esquentava o clima
Ô, menino, deixa de ser bobo
Que o que tu quer comigo, há
Eu quero em dobro
Tentar compreender certos momentos que não acontecem por mero acaso, é como atrever-se entender o incompreensível, e desvendar o indecifrável.
Se nos resta tempo …
Que minuciosamente seja aproveitado
Como as folhas que caem das árvores no outono
Dando a natureza um novo cenário.
Desprecavido andava sem portar o risco da eternidade qual crava como garras gravaram na casca um dia da árvore o sinal. O sinal da escalada que por descuido se perdeu dentre tantas nuvens a se misturar pelos céus do esquecimento, lotado de ausências insentíveis pois tal é a nóia poesia a borbulhar no crânio a(s)cendido de sensações censuradas e reclusas donde saltam ao vazio espaço do esquecimento, em vão, tenta ligeiramente rasgar o papel afiado onde a tinta transborda o pulsar dos sentidos pensamentos trajados de arte vadia, sem rumo nem futuro a seguir balbuciando o que outrora flutuava afastada do solo firme a prender gravitalmente quem pesado liberta a sumir suas crias paridas prematuras mortas e desfiguradas. Segue abortando um rastro de passos vazios sob o espaço do oco pensar habitado por Chronos enquanto num canto o nóia se esconde a riscar o fogo. Paranoico riscar ligeiro de corpo preso à pesada e infeliz realidade sem noites nem sonhos.
201912231601
