Nosso Amor como o Canto dos Passaros
UM CRIADOR
Há neste mundo tanto esplendor
Que nos remete ao seu autor
Desde as nuvens como algodão
Ao oceano em sua imensidão
Lá londe um arco-íris de presente
Pacto da chuva com o sol onipotente
Do alto desce o azul do firmamento
Beija o mar em agradecimento
Chegam à areia em comunhão
Saudando-nos com esta visão
Como não acreditar num criador
Se tanta beleza temos ao nosso dispor?
mel - ((*_*))
Na mesmice
Nada como pernoitar
Pra ter sonho vórtice
Pra gente sair do estar
Do estado de lerdice
Pra poder recomeçar
Queria ser como vento.
Que anda sem rumo ,sem direção.
Talvez assim preenchesse o vazio do meu coração.
Dor profunda que invade a alma.
Vem mansinho e não se acalma.
tempestade, ilusões.
Se eu pudesse ser como vento .
eu ia embora .
Seja como um pássaro fugitivo, que ao perceber a porta aberta troca toda a segurança de sua gaiola pelo prazer de desbravar novos horizontes!...
Nem mesmo o ato de fé mais profundo da comunidade, que é o reconhecimento de Jesus como o Senhor, faz que alguém entre no Reino. Se o ato de fé pela palavra não for acompanhado de ações, é vazio e sem sentido. A expressão «naquele dia» indica o Juízo final e nos remete a Mt 25,31-46, onde são mostradas as ações que qualificam o autêntico reconhecimento de Jesus como Senhor.
(nota de rodapé)
Portanto, quem ouve essas minhas palavras e as põe em prática, é como o homem prudente que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, subiu a água do rio, os ventos sopraram com força contra a casa, mas a casa não caiu, porque fora construída sobre a rocha.
Por outro lado, quem ouve essas minhas palavras e não as põe em prática, é como o homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, subiram as águas do rio, os ventos sopraram com força contra a casa, e a casa caiu, e a sua ruína foi completa!»
Mt 7, 24-27
No campo de batalha, o problema é uma espada contra você. Então, use sua inteligência como um escudo.
Mas as palavras que uma pessoa pronunciava quando estava embriagada era como se estivesse prenhe – palavras apenas na boca, que pouco tinham a ver com o centro secreto que era como uma gravidez.
Nota: Trecho do conto Devaneio e Embriaguez duma Rapariga.
...MaisEu, que fabrico o futuro como uma aranha diligente. E o melhor de mim é quando nada sei e fabrico não sei o quê.
Há tantos deuses!
“Há tantos deuses!
São como os livros — não se pode ler tudo, nunca se sabe nada.
Feliz quem conhece só um deus, e o guarda em segredo.
Tenho todos os dias crenças diferentes”...
( Álvaro de Campos [Heterônimo de Fernando Pessoa], (escrito em 9.3.1930), In Poesia, Assírio e Alvim, ed. Teresa Rita Lopes, 2002. (trecho))
SOMOS ASSIM..
Não há ninguém que conseguirá ser forte o suficiente sozinho,somos como os tijolos que precisam de um alicerce forte e confiável para serem uma fortaleza,eu preciso de ti e tu precisas de mim e sem aquele que nos permite olhar nos olhos um do outro em cada amanhecer e dizer bom bom dia..não seremos nada....
O verdadeiro professor não é aquele que ensina a não cair, mas é aquele que ensina a como se levantar depois de cada queda.
A criação devora o criador como a aranha fêmea o macho que a fecunda. Inexoravelmente esse é o destino do artista”.
Como escapar da própria criação?
Preciso me erguer, emergir da erupção,
talvez a tempestade agora
seja só uma memória,
uma possibilidade que nunca foi possível,
uma inocente estória
e o vulcão foi um bom lugar
mas tenho de aceitar
já faz tempo que ele me pôs para fora.
Não é de um novo ciclo que preciso agora,
nem que esse termine,
preciso me entender, de fora pra dentro,
de dentro pra fora,
ou talvez,
talvez eu não precise,
talvez eu só precise que o poema termine agora.
Só continuo me perguntando angustiado...
até quando a fuga será a minha Senhora?
Quando alguém te diz que algo não deu certo sem ao menos te ouvir, não perca tempo explicando como vai dar certo. Faça, volte e mostre que DEU CERTO.
