Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Poesia, nós só amamos a Deus, porque Ele nos amou primeiro.
Como compreender esse amor insondável, perfeito e imensurável de um Deus tão cheio de graça e tão afável.
Amor esse, que nos constrange e que abrange todo o nosso ser sem nunca deixar a nossa fé e esperança esmorecer.
A cada novo amanhecer, Ele faz renascer em nós através da suas misericórdia sem fim, o alento da sua graça, desfazendo todo o mal, e nos abençoando e consolando através da sua bondade em todo tempo.
A sua fidelidade é o caminho por onde descansamos e aprendemos a crer, e depender desse amor-perfeito, sabendo que nós só o amamos, porque Ele nos amou primeiro.
Esse amor que é puro, verdadeiro e incansável para nos abençoar se revelando e nos preenchendo por completo, sabendo que Ele é um Deus que está sempre perto daqueles que tem um profundo afeto.
Assim como as ondas nunca param de tocar a praia, o AMOR de uma Mãe Atípica é incansável, enfrentando cada desafio com força e esperança!
Amor e poesia.
Nas madrugadas frias, em meio ao deserto , como um morto vivo, vaguei. Vaguei por caminhos solitários, ladeado de vozes, de sorrisos , de sons, de sussurros vazios, buscando em meio ao alarido, um único som. O som que ardentemente a minh'alma almejava ouvir.
A sua voz.
Vaguei, e em meio aos muitos sons, procurei. Cansado de vagar, procurei descanso em meio a dor num vale de terra seca e sem cor. Abatido, ferido, com a alma dilacerada, ali descansei .
O sono, como uma nuvem, movido pelo vento, tomando seu espaço
se apoderou, e me entreguei ao cansaço.
Minh'alma envolta no cansaço, dor e frio, acordei e em meio ao esgotamento, ouço o som, que me vez vagar pela vida.
Sua voz.
Celia Alves
Amo-te
Como uma estrela que brilha no céu
faz gracejo com as nuvens adulando-a
amor este que une almas, alonga o tempo
aninhada em voos solícitos de felicidade
Amo-te como parte do meu dia e da minha noite na intensidade do meu ser
De bordo em meus sonhos juntos ao teus
compartilho desejos e segredos de amor
Ao ouvir a suave canção do vento
que me acaricia e enche meu olhar
de completude para vestir minha alma
de amor e sentir o perfume da vida
ENCONTROS
O amor, reflito,
apesar dos conflitos,
conduz-nos como os raios
de infinitos versos.
Fazer amor, repenso,
apesar do repouso
merecido entre espaços
de finitos verbos,
desnuda a fonte
primitiva de cada ser.
Abrem-se botões... de flores.
Desnudam-se ... corpos e estrelas
como entre versos representados por poemas.
É a poesia que se esvai em cada gesto,
rito do animal frente sua alma.
Comovem-se corpos e muitos astros
desta Via-Láctea representante de infinitos mares.
Os olhos, bem atentos, espreitam outros olhos
buscando a poesia contida em cada ato.
Jan/1993
Por muito tempo escutei um boato:
Que o amor nunca deve ser procurado, mas sim, esperado.
Como sei que é um boato?
Bom, eu te encontrei.
Alguém como você: a minha transformação.
Teu sorriso, amor, é o meu pôr do sol,
Aquele instante em que o dia se despede,
Deixando um rastro de luz na imensidão,
Que alimenta minha alma, aquece meu coração.
Faz um tempão que eu não dou trégua,
Ao meu coração que por ti vive em guerra,
Mas é você o meu lugar, meu porto seguro,
Quando tudo parece estar por um fio, quase escuro.
Nada vai me fazer desistir desse amor,
Porque eu sei, no fundo, que é amor verdadeiro,
Não peço nada em troca, nenhuma prova,
Só o teu riso, o teu jeito, a tua presença.
Hoje, ao ver tua foto, o tempo parou,
Senti o arrepio da eternidade,
Viajei nas constelações dos teus olhos,
E encontrei a verdadeira beleza,
Que se esconde entre o sonho e o real.
Nos meus sonhos, já eras obra-prima,
Mas em carne e osso, és mil vezes mais,
Cada detalhe teu é verso,
Cada sorriso, um cântico divino.
Este amor, minha poesia vivida,
Que nasce na amizade e floresce no amor,
É o jardim onde me perco e me encontro,
No paraíso do teu abraço, tão certo.
E eu, que era uma estrela apagada,
Descrente das promessas do universo,
Renascido em tua luz, descobri,
O que é, de fato, ser feliz, meu amor.
Pois tudo se transforma ao toque do teu riso,
O céu de ontem, o céu de agora,
Cheio de estrelas, cada uma um reflexo,
Do amor que sinto, tão vasto e profundo.
Eu leio as canções que escrevi pra você,
Cada verso, uma janela para meu ser,
Mas se quiseres transformar o ribeirão em braço de mar,
Deverás encontrar onde nasce a fonte,
O início de tudo, o lugar onde o amor brota.
E perceberás, então, meu coração,
Batendo mais forte, só por ti,
Quem sabe isso, amor,
Quem sabe isso quer dizer amor?
Porque contigo, amor, eu aprendi,
Que a verdadeira felicidade,
Não é encontrar o paraíso,
Mas habitá-lo, cada dia, em ti.
PARTES ARRANCADAS DE MIM
(amor integrativo)
Parte complementar arrancada de mim...
Vivi como mutilada
Hora sem mãos, pés ou cabeça
Faltando-me de mim
Ah, essa parte arrancada do outro em mim...
Levada embora
Jamais retornada
Faltou-me a boca perfumada
Nunca mais beijada, nem outras encontradas
Inigualável em intimidade e emoção
Ah, essas partes arrancadas,
Multiplicadas,
Nunca preenchidas
Busca que vem de longe, de mares não navegáveis
Percebidas cedo
Encontradas
Depois perdidas em múltiplas etapas
As, essas partes do outro arrancadas de mim...
Faltas multiplicadas ao infinito
Nunca mais apartadas, nem retornadas
Ah, que falta sinto delas em mim!
2024
Meu amor queima como uma pequena chama reluzente: permeando a eternidade e afora, vivo e resistente.
Eu o seguro aqui, protegido e intocável. Afinal, não são muitas as quebras que um coração pode suportar.
Entre términos e renovações ele permanece como um farol em meio a escuridão, a pequena e singular luz entre as trevas.
Não o guardo a sete chaves, porém, ele é livre e independente. Agora eu busco ensiná-lo a ser mais prudente.
É hora de assumir a responsabilidade e cuidar daquele que sempre será meu companheiro e amigo mais próximo, a parte de mim que me faz única e resiliente: o meu coração apaixonado.
"Assim como o amor produz alegria, paz e prosperidade, o ódio, quando manifestado, produz morte, esterilidade e impede a realização dos nossos propósitos de vida."
O amor para mim
Sempre foi como duas rosas
Pétalas macias
Delicadas
Perfumadas
Suave ao toque
Cuidados
Mas depois as pétalas caem
Restando só os espinhos
Esses que machucam
Matam de forma perversa
Aos poucos
O amor próprio
Quando nota-se
Resta apenas uma carcaça
Um zumbi
Sem fé em si
Sem vida
Apenas vegetando
Passei demais por isso
Não tenho mais forças
Não quero mais rosas
Não quero ser mais o "bem querer" de ninguém
Porque sempre acabará
No mau querer
O amor de Deus é inexplicável, como pode eu um ser tão pequeno receber tanta atenção de um ser grandioso chamado Deus!
Amor-próprio não se herda geneticamente, não se aceita como imposição, nem se aprende na escola. É um caminho que ninguém pode percorrer por nós. Amor-próprio é sabedoria, descoberta, uma forma de enxergar a nós mesmos.
Assim como o pão não pode ser o trigo, o amor não pode ser a arte, pois o amor é sublime e não pode ser contido na singularidade de uma imitação.
[...] acho que é por isso que o coração simboliza o amor. Amar alguém é involuntário, assim como os batimentos cardiacos. Você não pode controlar, muito menos parar aquilo por vontade própria.
Gosto de você!
Vieste como o relâmpago..
Trazendo consigo a luz, um amor..
Me desculpa?
Me fizeste lembrar de sorrir.
Agora, tudo acabou.
Ficam só as lembranças.
Obrigado senhorita, por ter descido de seu palácio dourado e honrar me com a sua beleza.
"Que a sua vida princesa, seja, continue sendo, repleta de realizações!
"Denise..
O amor, em sua essência mais pura e selvagem, é como uma tempestade que varre tudo ao seu redor, uma força irresistível que arrasta os amantes para um universo próprio, onde as regras do cotidiano deixam de ter sentido. Há algo de inquietante em amar assim, com intensidade desmedida, onde o desejo de estar juntos transcende o simples estar, e a distância provoca um vazio insuportável. Quando os corpos se encontram, o mundo ao redor se apaga, e o tempo parece suspenso em um momento eterno de paixão. É um encontro não apenas de pele, mas de almas, onde cada toque carrega um significado profundo, um laço invisível que se reforça em cada suspiro compartilhado.
Há uma beleza estranha em cultivar esse amor, como se fosse uma coleção de momentos, gestos, e olhares que merecem ser eternizados. A maneira como ela sorri de canto, ou como veste sua camisa com a despreocupação de quem se sente em casa dentro do coração do outro. E, ainda assim, há uma sensação de perigo no ar. Amar com tal profundidade é expor-se à vulnerabilidade, à entrega completa. Confiar torna-se um risco maior do que simplesmente partir, pois ficar exige coragem, exige a aceitação de que o amor, como a vida, é incerto e por vezes caótico. Mas é justamente nessa incerteza, nesse caos, que reside o fascínio.
No fundo, o desejo que arde nesse amor é de viver intensamente, sem amarras, sem medo das consequências. Não se trata de ter cuidado, mas de abraçar os estragos, de se lançar em uma paixão que consome e transforma. São noites regadas a vinho ou uísque, festas que acontecem não em lugares exóticos, mas na intensidade de estarem juntos. A mistura dos dois, como tequila e uísque, cria algo explosivo, uma química que transcende o mero físico e se torna visceral, quase psíquica. É um desejo que se manifesta em todas as formas — no toque, no olhar, nas palavras não ditas. E, enquanto estão juntos, o resto do mundo deixa de existir. São apenas dois corpos, duas almas, fundindo-se em algo mais profundo, mais intenso, que desafia qualquer tentativa de explicação ou racionalidade.
Éramos amor, hoje somos estranhos! Estranho como a vida toma rumos diferentes que nem sabemos o porquê disso .. num dia a gente se toca, se beija, se ama e se admira tanto, trocamos juras, trocamos carinhos, trocamos confidências e intimidades... No outro somos apenas desconhecidos no mesmo ponto de ônibus! A vida é mesmo bizarra!!!
