Nossa História
A nossa missão é narrar a história da nossa vida por meio da plenitude do Espírito Santo em nos, sendo a verdade do nosso testemunho.
Acreditamos em tudo o que aparece a nossa frente, menos na história passada daquele que construiu a nossa vida pelo poder da Sua palavra; mas, é hora de tomar sábias decisões no futuro da nossa eternidade com Deus.
A Bíblia é o único livro no mundo que não será apagado da nossa história, ainda que deixem de existir a terra e os céus.
A escolha mais poderosa para o nosso passo evolucionário da nossa história é se apegar à sabedoria de Deus.
A vida nos é apresentada como uma folha em branco e nós temos a liberdade de escrever a nossa história, com desafios, conquistas e aprendizagens.
Nossa busca só será conquistada quando entendermos que o rumo que seguimos nada mais é, que a nossa própria história.
Todos somos escritores, só não percebemos que para escrever nossa própria história é necessário folhas em branco.
Ergueu-se o Sol sob o céu
da nossa Pátria Amada
neste tempo Bicentenário,
hoje é dia de recordar
as lições do Pacificador
que se deu incansavelmente
ao Brasil por profundo amor.
Duque de Caxias escreveu
a História na Balaiada,
nos Farrapos, na Guerra
do Paraguai e em outras
revoltas conduzindo
o estabelecimento da paz
e da ordem necessárias.
Para o bem da nossa Nação,
Duque de Caxias não cedeu
para que a guerra fixasse
morada no coração da tropa,
fez da paz a maior escola
e a deixou como legado
perpétuo para cada soldado.
Duque de Caxias, o Pacificador
e Patrono do Exército Brasileiro,
o reflexo desta herança atemporal
virou marcante signo espiritual
e brio dos nossos valentes soldados
que fascinam o mundo inteiro,
e orgulham todos nós brasileiros.
A memória mesmo
a mais dolorosa
faz parte da nossa
identidade nacional,
Para que crimes
e erros do passado
não mais sejam repetidos,
Se eu pudesse sairia
em busca dos corpos
dos heróis caídos.
Com a fibra do coração
sou voz de poeta na imensidão
que clama a reconstrução
pela memória histórica
dos nossos heróis caídos.
Ah! Se eu pudesse
pediria profundamente
perdão público com
devido cerimonial por tudo
aquilo que não tem perdão;
E como sou pequena
apenas posso pedir perdão
dedicado neste poema.
Com a fibra do coração
sou voz de poeta na imensidão
que clama a reunião
de líderes religiosos
para sempre orarem
por nossos heróis caídos.
Não é pedir demais
que alguém da nossa Pátria
se lembre que é preciso
construir um memorial
para que a História
do Massacre dos Porongos
se torne por todos conhecida
e nunca mais seja esquecida.
O destino
conta com
a nossa
boa vontade,
e Todos
os Santos:
nas mãos
da sereia
oculta
está a concha
acústica
da História
que clama
pela verdade.
A justiça
e a paz
como
poemário
do jeito
que deve
ser em
nome
da grandeza
de todo
um povo
sempre
pede diálogo.
O capricho
político não
leva a nada,
a História
é muito clara:
boliviana
nasceu
Antofagasta,
por mais que
uns ignorem
e tentem
mudar o quê
foi escrito,
porque da
memória
ninguém apaga.
Ainda que a nossa história tenha chegado ao fim, saiba que você fará parte de um dos meus livros e contos favoritos.
📖
Todos nós, desde o nascimento, carregamos a história de encontrar a nossa cara-metade. Às vezes eu me pergunto: Depois de relacionar com tantas faces inteiras, que não souberam o que queriam realmente, como posso me completar na certeza da metade de uma? Que tudo seja inteiro.
Temos uma música,sabia?Eu acabei de criar...E ela fala sobre aquela nossa história que só existiu na minha cabeça.
Desde quando estávamos separados começamos a construir nossa história,enfim estamos juntos para vivê-la.
