Nos teus Bracos Depositarei
Simplismente desejo sentir o teu beijo, tocar o teu corpo, olhar nos teus olhos, e saber o que é felicidade em teus braços.
Sonho em acordar ao seu lado, apreciar os teus beijos, ouvi o doçe som da tua voz, e enfim poder dizer que te amo.
SONHEI
Te puxo pelo coração
E encosto a tua boca
No meu regaço, beijo
Os teus cabelos de gosto
Da pessoa que eu amo inteira.
Apago da tua visão
O teu batom carmim
E te verei campina
Verde em toda direção
Entre os montes cimo
Dos teus seios.
Eu sorvo a tua pele inteira
Toda, tudo tão inteiro
E tudo será como eu quero
Como um beijar primeiro.
E onde eu te tocacar
Será como Midas
Mas não será o duro ouro
Te tornarás minha comida
Te elevarei ao poço
Da minha vida
Rainha por um tempo bom
E eu terei caído.
Amor, amor, amor
Te chamarei, querida
Me sugarás teu beija-flor
Todo equilíbrio
Uma canção dos ditos
De Moraes Vinícius
E musicarei os versos
De Neruda, em vida.
Preciso de você
Sinto falta dos teus olhos
De como você me beijava à noite
Saudade dos nosso jeito de dormir
Você em mim bem grudadinha
Começava a sorrir
Como se o sol nunca fosse chegar
O dia não fosse amanhecer
Eu ficava a olhar o teu sorriso
Sentindo a tua respiração
Ouvindo as batidas do teu coração
Apenas desejando você
Agora o que que eu faço
A saudade é grande
Já não sei o que fazer
Estou aqui tão sozinho
Não demore preciso de você.
Liberte-me
Não me prenda
Não me aprisione em tua vida
Não nasci para ser engaiolada em teus temores
Não preciso, nem posso ficar ao teu lado com um bibelô
Não me prenda em você
Desacorrente-me para que eu possa voar
Você já me machucou demais cortando minhas asas
Deixando-me ao teu lado triste assim...
Deixe-me voar
Voar para longe, onde haja sol
Onda haja um lugar para que eu seja quem realmente sou
Deixe-me viver em outros sonhos
Deixe-me descobrir outros horizontes
Vivo alçar vôos tão longos e felizes
Vivo a sonhar com um céu azul, vento batendo em minhas asas
Tudo em sonho, em pensamento...
Eu te peço... Me deixe voar
Nasci pra ser livre
Nasci pra ser feliz
Abra minha gaiola, me deixe sair, cantar
Sou pássaro ferido
Sou ave tão só...
Eu te amo nos mínimos detalhes. Amo teu sorriso, amo teu corpo, teu cheiro, teus olhos, tua boca, teu jeito. Amo muito tua voz. Amo muito teu tudo.
Antes de apontares os defeitos dos teus semelhantes, cuida de ajeitar os teus. Mesmo depois de teres te arrumado, não tens o direito de julgar ninguém, pois todos somos iguais e imperfeitos"
Teus projetos já são mirabolantes
e grandiosos.
Veste-se bem, conversa muito e ri pouco.
Usas relógio de pulso e gel nos cabelos,
já mirrados pelas quedas.
Compensa-te a queda o novo bigode,
símbolo forte de tua sorte em crise.
Tens nova loja e novo carro.
Tens também uma facção.
Quanta imaginação!
Teu nome nem é limpo
e já queres dispender do que não tem.
Me assusto com o entulho deixado pelo teu rastro.
Papéis desordenados, outros amassados.
Porém todos atirados e jogados
no caminho do meu choro molhado.
Perde-te a cada dia e em apenas dois,
pensei ter me perdido junto.
Mas reconstruo-me agora,
busco lá no fundo a minha alegria
quase perdida, mas não ainda!
O doce sabor do pecado salta dos meus olhos em direção aos teus lábios, mas seu caminho sofreu obstáculos, se direciona aos meus pensamentos.
Saudades do leve toque dos teus dedos, do brilho ofuscante do teu olhar e da certeza que ao meu lado estás protegida.
Eu amo você. Teus segredos, vou aprender a decifrar. Teus desejos, me ensina a realizar. Eu te estudo, te admiro, te espero. Será que um dia vai me amar?
Quem sabe?
Quiser eu mergulhar no oceano
Dos sonhos teus, dos teus pensares,
Descobrir em ti quais teus luares,
E fazer-te não um engano.
E caminhar os passos que caminhares,
E dar-te vida sem ser insano,
E festejando qual novo ano,
Tornar-me a planta a respirar teus ares.
E num outono, ao final do dia,
Descansaremos celebrando a vida,
Olhando nuvens de serenidade.
Serás meu eu, uma só poesia,
Uma estrada, nova e florida,
E mais real, ó liberdade!
Ely
Declínios emancipados egos feridos seres segregados...
Erradicados de teus princípios presos em celas sem grades,
Socializados há enfáticas leis e decretos derivados da abstrata identidade
Centrados ao centro da ilusória razão do ter e ser sempre mais...
Egocêntricas são as visões cegas em um aglomerado de mentiras de sua própria
Naturalização, assim caminhamos, assim nos escravizamos, assim construímos nossa
Tenuidade mascarada que por hora nos joga na cara escancaradamente a
Realidade. O respeito tornou-se uma moeda de troca, nossa
Autoridade uma mesquinha e hipócrita denominação que chamamos de
Liberdade.Sonha-se o sonho do outro, sonha-se com cabresto sutilmente
Impregnado nas entranhas de nossas razões...
Zelamos camuflada mente a morte!!!
Argumentamos...
Revolução, mas morremos antes, na descentralização do objetivo... viver.
Quero ter filhos maravilhosos algum dia, e gostaria de perguntar aos teus pais como eles conseguiram fazer algo tão perfeito como tu.
Ter poder é a arte de saber até onde vai os teus limites,
e metodicamente nunca excede-los, e por conhecimento
jogar livre em seus domínios, sem se esquecer que a
caridade atrai a confiança e o afago alheio, de maneira
que sempre após uma boa ação movida pela intensão
pura, os territórios se expandem, mas pelas segundas
intensões, a vaidade já é preço equivalente.
“Você não vê que não existe o meu sorriso sem o seu, que são os brilhos dos teus olhos que fazem o brilhos dos meus e que meu coração só bate porque sente a batida do seu”
