Nos teus Bracos Depositarei
Eu não sei quais são os teus sonhos, eu não sei quais os pedidos que você tem feito a Deus, o que eu sei é que Deus tem ouvido cada palavra sua, cada oração que você fez ali no seu quarto quando ninguém estava olhando...
Deus sabe o que tem se passado dentro do seu coração, e Ele vem e derrama paz e conforto ... Ele toca ali onde muitas vezes a dúvida quis invadir, Ele toca e te enche de fé, te enche de esperança ...
Pois quem espera Nele nunca é confundido, quem espera Nele não tem e nunca terá seus sonhos frustrados... pois se seus sonhos estão na vontade Dele certamente se realizarão...
É quando a gente tem fé começamos a ver um recomeço , uma nova fase de Deus em sua vida, um novo tempo ... tempo de restauração , de renovo, de vitórias ...
Então hoje diga ao Senhor que você crê , que você quer viver os Planos que Ele tem para sua vida...
Debora Aggio
DESABAFO.........................................mel
Quero meu silêncio de volta
Teus gemidos me sufocam
Teu falar incerto me agoniza
Tua insistência me martiriza
Tuas repetições me derrotam...
Quero meu silêncio de volta!
Teu sorriso tão escasso
Não preenche meu espaço
Essa ansiedade desvairada
Deixa minha paciência minguada...
Quero meu silêncio de volta!
É que já não cabe mais em mim
Todo teu padecer incompleto
Que vem de angústias repleto
De vazios pensamentos sem fim...
Quero meu silêncio de volta!
Como vou de ti me distanciar
Se a tua fala só eu sei interpretar?
Deste seu “eu” quem irá cuidar
Se no silencio eu me afundar?
mel – ((*_*)) 10/01/2014
Eu amei teu olhar, gostei tanto dos teus beijos, pena que hoje são apenas lembranças de momentos felizes que passei ao teu lado.
Acho que eu te medi pelas proporções erradas.
Enxerguei os teus destroços pelo avesso, fui descobrindo um pouquinho de ti no que ninguém vê. Ouvi dizer que você tem mais de doze vidas, sete sorrisos e olhares infinitos. Percebi que o teu abraço envolve dezoito prestações de culpa e as linhas das tuas mãos desenham marcas de ressentimento. Descobri no amargo da tua saliva coágulos de nostalgia, e nos poros que te rompem, um quarto de engano. E costurado a tua carne, encoberta pela pele convidativa, lá estavam as quarenta parcelas de covardia, assim como esculpido nos ossos o medo se destacava em auto-relevo às beiras do buraco negro do teu ego. Você fede à precipitações, estranho, e até o arrepio que o vento frio lhe manda como presente reflete tuas intenções vazias. Da visão que nunca pensei em ter de coisas que nunca prestei atenção, nunca chegara a perceber o teu aroma de desgosto invadindo a sala. Teu nome de trás pra frente ressoava o sinônimo de azar e as pontadas de melancolia que te afligiam, me bloqueavam um sorriso de alguma forma. E eu nunca entendia. Não entendia quem cobrava a cota de saudade que me acompanhava como um peso nas costas. Não compreendia o motivo de decorar os teus infinitos olhares e traçar um mapa de utopias nas tuas pálpebras, fazendo da tua íris uma armadilha mortal dotada de venenos que apenas eu sentia. Eu me apeguei as tuas dimensões, eu acho, porque o céu é uma linha estreita quando as proporções erradas te estruturam na certeza da minha hesitação. Então percebo que, por um erro de cálculo, tuas cotas de equívocos se encaixam nas minhas invariáveis e que a solidão tem, mais ou menos, o contorno dos teus braços. E me acomodo até descobrir que o chão se desfaz nos meus pés assim que as equações subentendidas do destino me fazem cócegas no umbigo. E na franqueza da realidade eu não te encontrava nos erros.
E eu te matava todos os dias.Afinal, quantas vidas você tem?
E se quanto mais perto da morte, mais vivo a gente se sente, me explica então como continuo respirando enquanto espalhas os meus pedaços por aí..."
Ninguém é capaz de furtar teus sonhos, a não ser que você dê acesso irrestrito.
Esse local onde fica meu sonho é isento da inveja, ódio e principalmente do impossível.
fecho os olhos
abro-me nos teus como uma balada impune no seu sangue
oscilante
entretido percorro-te, estremeço-me nas veias singulares
depois com a ponta da língua
afável caligrafia reponho as cordas giratórias
e andas no meu imenso chão
um chão embalado p'los nossos sorrisos de cetim
só teu, só meu a transformar-se
porém nunca a concluir ou terminar salvo esse romance
nada súbito a apertarem violetas durante
jactos perfumados
decerto uma bondade eterna
eis donde chegam os meus afectos
e nas artérias de seda cristal
crias novas meigas cores novos ligeiros ares
novos amantes tons
novos endurecidos ruídos
novo auroreal amor para eu continuar a ver
a ver-te debruçada sobre mar transparente
com veludo de orvalho entre os poros
a ver-nos encalhados continuando a moldar
brancos banhos
como numa nossa gargalhada
a dormir no cume de videntes astros adentro
só dessa maneira
estaremos destinados a tais grandes coisas
O vale sacode nuvens ao sol de teus olhos
A floresta deflagra exibidas criaturas
O pasto afia lápis nos felpudos repolhos
As corolas sábias fazem-se linguarudas
Dá-me os teus pés
dancemos abertos ao meio
no dorso da incrível lua estelar
até nos imaginarmos
ofegantes projécteis a derreter
de lábios entupidos
doidos e doidos de preguiçoso amor.
E ontem eu a vi parada às margens do rio
E não eram aquilo lágrimas que enchiam teus olhos?
E todos os peixes que permaneciam na água suja morrendo
Teriam eles te deixado hipnotizada?
Nas chuvas de prata,
Nas sombras da noite,
Ou no céu azul,
Teus olhos são a fonte de toda minha luz,
Nas trevas eternas,
Solidão intérmina,
Caminhando nas ruas do destino,
Calando a verdade,
E dispersando o nada,
Às vezes nos sentimos sós,
Sozinhos e sem nada , nem ninguém
Mas as vezes o caminho não nos deixa se perder,
Nossa benção é aquilo que nos faz crescer,
Mas muitas vezes, nos vemos perdidos nas ruas solitárias do destino
Devaneio discernimento,
Queria estar ae com vc agora...
Olhar nos teus olhos e dizer o quanto vc é linda...
Tocar suavemente seu rosto e beijar seus lábios...
Como se não existisse mais nada...
Como se não existisse mais ninguem...
só eu e você.
Se em
teu viver
eu não
posso
estar
que pelo
menos
em teus
pensamentos
por instantes
eu possa
ficar...
mel -((*_*))
Tira essa roupa..
tira essa mascara...
tira meu sossego..
hoje eu preciso apenas dos teus beijos...
hoje vem em silencio..
nao fala.. por favor nao estraga tudo..
apenas vem e me ama..
como um bom cafageste que vc e. .
Reme firme na direção dos teus sonhos.
Enfrente as ondas e as tempestades que virão para testar a
sua perseverança e a sua fé. Mas carregue a certeza de que
é capaz de vencer!
Entre os teus lábios
entreabertos
inchados pela morte
e gretados pelo calor que te calcinava
os ossos desfeitos
ainda antes de morreres,
passeava-se uma mosca varejeira
ufana de sua propriedade encontrada
No ar
adivinhava-se o som das palavras
que não chegaste a proferir…
Talvez uma oração…
ou uma prece ao teu deus de ti tão distraído
a quem imploraste a ajuda sem te socorrer
Ou à mulher distante
de quem não chegaste a conhecer
o filho que lhe deixaste no ventre
In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta
O HOMEM DEVE SER RESPONSALVES DOS TEUS PROPRIO ATOS, O HOMEM EM SI DEVE REPRESENTAR TRÊS CARACTERISTICAS: SER, ESTAR, AGIR
Teu amor nunca mais ousou te tocar ,destruíram teus sonhos,roubaram tua joia ,armaram esse azar sobre você como uma nuvem que não chove.
Você sempre soube que ele era um lobo e ele nunca mais uivar !
