Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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É fácil ouvir conselhos de outras pessoas.
Difícil é quando somos nós que aconselhamos…
e o conselho é para nós mesmos.
A gente sabe o caminho, sabe a resposta,
mas, ainda assim, escolhe não ouvir.
Talvez porque seguir o próprio conselho
exija coragem maior do que apenas falar.

Que esta noite guarde o que somos:
dois corações conversando baixinho,
antes que o amor vire rotina outra vez.

quebrando o que somos
para reconstruir quem
precisamos ser.

*Somos o que Desejamos Ser*


Somos semente e também plantio.
O que a gente sonha em silêncio
um dia vira passo, vira chão.


Desejar não é só querer.
É levantar cedo mesmo com medo.
É podar o que machuca
e regar o que faz bem.


Somos o que escolhemos repetir:
a palavra boa, o gesto pequeno,
o perdão dado, a mão estendida.
É nisso que a gente vai virando gente.


O mundo sopra ventania,
tenta dizer quem a gente é.
Mas por dentro tem uma voz mais firme:
"Eu decido pra onde vou".


Então deseja bonito.
Deseja com fé, com trabalho, com cuidado.
Porque a vida escuta
e devolve em forma de caminho.


No fim, não somos o que aconteceu com a gente.
Somos o que a gente insiste em ser.
✍🏻João Rubens Almeida.


'Ninguém é insubstituível, mas todos somos únicos"
Haredita Angel
21.03.21

"Somos todos iguais, mas tão diferentes!"
Haredita Angel
04.03.2011

Eu te amo.
Tu me amas.
Ele (o mundo), não importa.
Nós somos poesia.
Vós veneração do sagrado.
Eles...quem são eles?
Haredita Angel
17.04.26

¨Somos uma linda história de amor.

☆Haredita Angel

Somos seres divinos. No momento, estamos aqui prestando serviços.

-Sabe por que nós morremos?
- Porque nós não somos deste mundo!
☆Haredita Angel

"Eu sou metade de você.
Você é metade de mim.
É nós dois somos inteiros um do outro."
☆Haredita Angel

Nós, vassalos do amanhã, somos inocentes até prova em contrário. No amplo desejo de transformação, somos um pingo de interrogação.
​Nos limites do espírito, encontramos a alma na beira do preceito de ser. O espelho flutua pela imensidão; erráticos seres voam como as lembranças de outra vida. Talvez sejam fragmentos esquecidos da minha própria vida. O subconsciente e a realidade tocam-se em olhos profundos, que dão sentido à escuridão.
​A consciência — o traumático ser cheio de dúvidas, mas que sabe o que quer — tem dois caminhos na linha linear do tempo. Vemos contradições serem o palco do perfeito equilíbrio e, às vezes, pairamos no abismo. "Quem sou eu?", e o eco responde: "Euuuuu".
​Então, o reflexo escuro se repete, se quadricula e, depois, torna-se parte da luz que ilumina a vida. Minha humanidade depende do meu espírito aventureiro, meu ser que se joga no mar sem olhar para trás, pois o mundo é um ponto de interação e interpretação nas vastas linhas do tempo.
​Vemos aglomerados de estrelas, vemos vida e morte, mas ainda sequer saímos do lugar. Vemos a vida brotar até no asfalto quente ou no deserto mais frio e quente que se possa imaginar. Imagina a vastidão do universo... Somos grãos de areia que ganharam consciência e contradições no crepúsculo de outras eras. Eras contemporâneas de seres que habitavam o cosmos sem questionar: por que existir dentro de um contexto maior e mais amplo?
​Então a alma pairou. Temos a certeza que a humanidade mudou. Dentro da sopa primordial, éramos células que apenas queriam viver diante da adversidade do mundo. O espelho dentro de nós gritou: existir é a pura verdade que escorre entre o desespero de nossas expectativas, enquanto a luz contempla nossos atos na imensidão do universo.
​Voamos no espaço sideral e gritamos ao vácuo: "Existimos!". Os alienígenas: "Credo... Vamos fingir que não vimos nem ouvimos".
​Tocamos a Lua com a imaginação de séculos. E, quando lá chegamos, vimos a nós mesmos na escuridão do universo, olhando para a Terra como um mero ponto. Resgatamos a essência do espírito, encontramos a fé e voltamos para casa. Fechamos as portas. Depois de 50 anos, voltamos para ver o que esquecemos no espaço.
Por Celso Roberto Nadilo
Um pássaro na imensidão de nossas almas sendo a voz da resiliência.

Nas sombras somos a duvida ate que a luz celeste seja manipulável.
A manipulação é apenas equivalência da observação.

Em cada metáfora somos servos das mesma fogueira que queima os últimos instantes.

Somos a elipse do passado e do futuro, no âmbito de um conhecimento que nasceu diante de um universo de possibilidades. Dentro de nossas próprias propriedades, somos o início, o meio e o fim da nossa espécie.
​No sonho profundo da humanidade, nossos pensamentos são sentimentos fragmentados por lembranças no espaço e no tempo. Marcamos cada instante com um significado complexo, cheio de caminhos — como as circunstâncias de uma ferida exposta no cosmos. Somos pequenos grãos na imensidão, passando pelas areias do tempo e cobrindo o intenso marco da existência.
​Essa vertente trabalha em si, para si. O "eu" caminha por sua origem e dá-se conta de que o vazio é parte do todo, entregue à ilusão do ser temporal. Estamos envoltos na mesma linha de pensamento em que a matrix da realidade ambígua é moldada por você. Pois cada instante da vida é único, até que a própria vida se torne uma nuvem a pairar no limiar de um evento massivo.
​Dentro de cada crônica, o ambiente torna-se aceitável para que haja a compreensão do ser. O paradoxo ganha contornos de realidade num pensamento que viaja pelos conceitos básicos da humanidade. Mesmo assim, a alienação intelectual reage ao termo da existência como um mero lapso temporal.
​As frequências são os padrões para os quais as sombras servem de tradução no espaço-tempo.
​— Por Celso Roberto Nadilo

Somos palavras que se apaga com tempo e abraçamos o tempo como equação da vida.

O Espetáculo dos Descartáveis


Por Celso Roberto Nadilo


​Somos o que pensamos ser. Mas, quando finalmente o somos, descobrimos que nossa essência não importa para o sistema: se não servimos à engrenagem, somos simplesmente descartados.
​Na ópera da vida, fomos reduzidos a servos. Observamos, maravilhados, os protagonistas no palco e pedimos mais uma apresentação. Esquecemos que os espectadores são apenas audiência; números estáticos que sustentam o status alheio.
​Nas estrelas dilaceradas de nossas almas, buscamos algum sentido para a existência enquanto tentamos, puramente, sobreviver. Olhamos para o infinito dos céus, mas a única certeza que temos é a de que o dia começará cedo: o ônibus cheio, a rotina esmagadora e o salário contado, centavo por centavo, apenas para pagar as contas.
​Onde está a liberdade do livre-arbítrio? O propósito morre a cada anoitecer. Promessas e valores éticos são expostos como mercadorias baratas, enquanto o meio ambiente sofre, sufocado e restrito em sua própria existência.
​Um dia, ouvi um desses burgueses dizer que a mata só serve para pegar fogo, e questionar qual seria a "serventia" do indígena para a sociedade. Calei-me. Olhei para ele e decidi que não merecia comentários, nem a resposta à altura da sua baixeza. Ignorar o ignorante é o ato mais sábio.
​O fundamentalismo se alimenta da crença no absurdo, moldando o que é pelo que finge ser. Assim, o sistema vai mantendo o corpo vivo, mas o espírito sem alma. É o grande paradoxo do nosso tempo: à medida que perdemos nossos traços de humanidade, a inteligência artificial se torna cada vez mais humana.

Esse é o abismo que observamos apenas contemplamos sem poder interagir pois o que somos diante do feed.
*Clique*
*curtir*
*( : emogions ( ;
Rostos não há interação apenas alimentar feed e Feedback no espaço das telas likes
No murmuro do relativismo mais um algoritmo reconhecido como produtor de conteúdo ou consumidor.
Ops: esse não é mero consumidor.

"Somos apenas objetos num aglomerado cósmico, absorvidos, um a um, pelo mérito inexorável do tempo."
















— Celso Roberto Nadilo

Morremos a cada amanhecer.
Somos esquecidos a cada anoitecer.
No murmúrio do tempo, somos compelidos a lembrar que existimos.
Embora existir não se compreenda — pois o tempo passou, e quem fomos se esvai diante dele —,
resta apenas a equivalência da existência cognitiva num instante do espaço e do tempo.⁠