Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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O tempo é a extensão que somos..
Dentro deste contexto tempo e real e constante.
No linear da consciência a liberdade de pensar se torna nobre nos dá o recanto.


Entre dilúvio das almas perdidas na ilusão da alienação religiosa e social.
Um labirinto moral se abre...
Questionar as grades da prisão intelectual sera te livra das garras do silêncio da sua consciência?
O vazio da existência social é opcional...?
Distância no despertar o silêncio cruel e libertador...
Se conhecer a ti mesmo dentro de um mundo de conceitos te dá opinião própria, Suas escolhas são suas...
Ate onde a ostentação vai te levar ?
O consumismo é seu ou é opção deles que escolhe o que consuma e seja consumado?

Somos o ser ou somos o ter ....
Somos que temos ou somos o ser...
Somos máquinas ou somos racionas?
Perguntas tantas contradições...
Somos nossa ironia em nossa existência..

O futuro é uma extensão do presente que olhamos para o passado e contemplar o que somos diante do que seremos poeira das estrelas

Somos filhos da floresta negra...


Gritamos para o universo existimos para coexistir e contemplamos a vida.
O universo diz cale se ser decrépito.
A voz ecoou no silêncio de quem toma conta da própria existência.


Por Celso Roberto Nadilo
E o manifesto da floresta negra

Somos ilhas para os quais acreditamos nas lágrimas que derramou seja a verdadeira esperança que vive em nossos corações...

O mar profundo e ser abstrato...
Somos criaturas enigmáticas mais ate o abstrato tem sua beleza...⁠

Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.

Somos nosso próprio esqueleto.


O cranio de nossas emoções fruto da evolução existencial atravessa nossos pensamentos...
Somos dívidas por cinco parte na fogueira de vaidades na essência somos apenas poeira falante...

No alvorecer da tecnologia somos primórdios dos deuses... calamidade nos mesmo....
Algozes do próprio destino...
No frenético dilemas das construções para onde subiu corpos frios sem sentimentos.
O tempo encontra respostas diante do destino.
Nos braços dos deuses somos pequenos dinossauros ate formigas tem mais profundo sentido da fisolofia...
Ja disse que ser humano é formiga no paradoxo alinha na própria alienação.
Que mepotismo da geopolítica transforma a cidadão e desalinha a sociedade moderna sendo horizonte.
Caminho ao meu esse fluxo e compreensão desse desatino todo entre tantos cenários de incerteza e desafios que pergunto sobre atanto a tanto?
No ser humano ambíguo e intelectual o que cabe a compreensão de tantos conflitos sociais a ganância a cobiça.
Tudo bem busca de falsa moralidade.

Somos copias de um ser da dualidade do que somos
Na esperança vivemos numa história compartilhado por todos.
Somos objeto e servos de nossas cópias.
Porquê copiar se somos únicos?
Dentro da própria alienação intelectual ainda somos nos ou uma cópia de nos mesmo...
Ser copias é mais fácil de viver lúcido dentro de uma alienação religiosa ou impulso de existir a própria natureza devastada o respirar o torna ser subjugado pelo sistema que criou.

Somos as entranhas da terra os ventos do apogeu...
No apocalíptico o caminho é caótico do pó para o pó...
Nossas consciências estrangeira o que falamos nos dias de hoje é o globalização e polarização de um sistema orgânico e digital...
Nas diretrizes da alma somos fruto do desconhecido...
Para o mundo somos alienígenas.

Nas sombras do infinito e avante.
Somos objeto diante da imensidão da ignorância.
Portanto todo ser pujante floresce num deserto avança sobre as areias do infinito.
Mesmo nos vãos da existência alienada passamos entre frestas de pensamentos,
E entre vulgo das chamas somos bruxas em praça publica...
Somos objeto para ser julgado e condenado...
Suba na vassoura se voar sera declrado bruxa as leis da inquisição te condena a afogamento por questionar o sistema da nova apologia. Gregos Somos Roma no início e no fim, neros negócio de família...

Voz que julga é a mesma que aponta... Somos manipulados?
Nada sei do que sou, e ainda assim, sou o que sou.
Julgas saber, sem saber quem sou;
Apontas com desdém, mas desconheces o meu "eu".

Somos seres viajante e sonhadores diante caos achamos uma beleza profunda e paradoxal para o qual desenvolvemos a evolução e o existencial a vida.

Se alma condena é rebelde por um sistema caótico de corrupção somos a tempestade que varre o pais com sopro de ideias.

Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.

Dia é começo e a madrugada. continuação diante do inevitável,
Somos o pensamento vivo diante as entrelinhas do cosmos somos insignificantes e irrelevante.
Na irregularidade somos continuidade do relativismo a soma de negativos.
No caótico universo da perspectiva dos humanos claro,
Ser o somos diante do que somos.
As formigas do futuro se comunicam por feromonios e gestos para ser tão organizado a colonia pensa no bem estar de todos.
Porém resistir é inutil, sera assimilado
Seus corpos serão lembrados nos depósitos de reciclagens. Nada se perde, então não resista grilo humano.
Grilo que grita ao universo existo estou aqui esse meu mundo, aonde consumo tudo a todos, ate alienação intelectual se tornou ferramenta moral.
Não precisa de armas de destruição em massa. Mensagem foi clara o universo se calou, se tornou uma crônica não tenha contato pois sera ferramenta para própria destruição. Humanos grilos são bonzinho.

Diante o universo somos paradoxo que nasceu diante o caótico instante avançamos nos tornamos mais paradoxo da existência...
Vejamos dentro nosso próprio paradoxo criamos novas possibilidades.
Começamos entinhar no espaço mesmo assim dividimos átomos e também os colidimos para nosso próprio eprifacil desnaturado.
Ainda mais profundo achamos flores no espaço... deixamos nossa vaidade nos alienamos diante a grandeza que carregamos somos apologia a Apocalipse. Vemos quem devia conduzir a nação para um novo espectro da evolução existencial cavamos a IA. Mais profundo sentido bigs tecs e as estrelas de plataformas apps requintam a alienação conectiva e intelectual... morremos em momentos insanos medonhos envergonhaso pois podemos ser mais o somos diante somos.
O universo se silenciou gritamos apareçam somos humanos terrestres queremos sua tecnologia trocamos pelas terras raras do brasil.
Derramando pensamentos fragmentos nossas dicção e ainda sim somos humanos.
No distante mundo marte é habitada por somda robôs e no futuro androides.
Para construir uma otupia dos humanos... novos horizontes se abriram.
Os alienígenas vão olhar corram o humanos estão se proliferando.
Ate os mais sábios correm de canibais...! crescimento do ser humano sensato e lucido pois o somos diante do universo poeira cósmica falante.
Incapaz de ver cubismo universal e constante variavil de possibilidades e variações do universo sendo que mistérios e revelações serão descobertas e inovações de nos mesmo diante o universo. A poeira falante pensa.

Nossas compreensão inata do infinito nos da compreensão nada conhecemos diante do nada somos nada ate olhamos para um espelho temos a perspectiva que somos algo dentro de mundo não compreendemos mas. Buscamos compreender coisa então obscuras nossas mentes.
Ao faze lo olhamos universo dentro da gente ouvindo que coração só um pássaro que voa nas emoções, no biológico so um bomba que pulsa sangue para veias e organs do corpo.
E tras da consciência o que existe seu eu do espírito. Tudo seria das mesma forma sem sentido e mesma compreensão do universo seria nada buscando nada... pois somos diantes pensamentos fragmentos no universo.
Muitas pensar se torne um crime pois temos inteligência artificiais para pensar. Me lembrei um tempo meu avo dissia não use calculadores logo ela pensará por você. O espelho do passado me olhar para futuro.
O espaço se torna menor pois ganhamos as estrela como uma criança ganha presentes.
No profundo da gente vejo calculadora ganhando consciência.
As pessoas em suas ilhas de solidão feliz por se conectar ao mundo digital.
A calculadora diz bem vindo volte sempre.
A lua esta tão perto nossas almas distantes da verdade que profundezas de um ser é conseguir se compreender.
Ser o que diante somos e ouvi as estrelas como parte desde mundo.
Não a salvação do mundo.

Emoções num poço de gravidade massiva somos visionários no lienar do evento de sagitário...
Dualidade nas cruas vertentes alienação intelectual se torna evidência que terra pode ser plana pois nunca virão o espaço sideral, nunca tiveram a realidade ambígua. Penas um gosto do mundo imerso da paralelos digitais
Por Celso Roberto Nadilo