Nós Mesmos
Aprendi que:
Deus e o demônio, somos nós mesmos.
O bem e o mal habitam em todo mundo.
O bom caráter é o que nos salva de nós mesmos.
Todos nós sabemos o que é certo e o que é errado... nossas escolhas que nos salvam das nossas próprias más intenções.
Somos feitos de polaridades...
“O amor verdadeiro nos impele a sair da nossa zona de conforto e a fazer algo por nós mesmos e pelos outros.”
Ao longo da vida, morremos muitas vezes. Enterramos versões de nós mesmos e renascemos, nem sempre melhores, mas sempre mais conscientes.
O luto é a parte mais difícil entre o que deixamos de ser aquilo que ainda estamos aprendendo a nos tornar. Nada do que fomos morre por completo. O que ficou para trás sustenta o que evolui em nós.
Guardemos no mais profundo de nós mesmos uma certeza superior a todas as outras: a vida não tem sentido, não pode tê-lo.
O pior luto é aquele em que sepultamos uma parte de nós mesmos. O que muitas vezes é necessário pra que continuemos vivos.
Ser um humano é estranho porque não reconhecemos em nós mesmos a característica de pensar e transformar o mundo, as palavras são tão vazias quanto o altruísmo pelo outro. É mais fácil falar e gritar do que ouvir e auto se reformular dos próprios conceitos e hábitos.
Devemos procurar sempre o conselho daqueles que nos digam a verdade relativo a nós mesmos, ainda que a verdade nos doa. Meros louvores não conduzem ao aperfeiçoamento necessário.
O universo é um Templo Aberto. Não há grades (destino), apenas portas que nós mesmos trancamos por medo.
Quando traímos a nós mesmos, inicia-se a nossa decadência moral, pois podemos trair a qualquer um depois disso.
O verdadeiro sabor da Vitória, não é o que produzimos para nós mesmos, mas o que deixamos para o mundo.
Venha comigo.
Poderíamos nos perder no caminho de nós mesmos e, nessa loucura, encontrar quem realmente somos.
“Não poderei ir.
A validação não anda por lá”, ela disse.
