Nós Mesmos
Bom dia. Para cuidarmos de nós mesmos precisamos mais da racionalidade, se quisermos cuidar dos outros precisamos do coração, pois o bravo inimigo das indiferenças é o cuidado. Cuidar transcende o simples ato do amor, é uma atitude que carrega em si a primordial essência do amar: as renúncias. É bem mais que um instante de atenção, cuidar é uma face honrosa de uma ocupação da bondade, é um compromisso da caridosa preocupação, é fortalecimento do sentido espontâneo da responsabilidade afetiva, que alimenta as alegrias. A vida, em si mesma, se inicia e se acaba na necessidade de afetuosidades e zelos é doações, então é sábio e prudente aprendermos o valor das compaixões e os significados das entregas, pois quem ama de alguma forma cuida, não importa o limite ou a intensidade. Zelar pelo outro nos exige excluir tudo que o entristece, não podemos querer bem ao outro segurando espinhos ou envenenando a língua, para cuidar é preciso contagiar-se de purificações que nos permitam as proximidades e dissolva o amargor das feridas. Bons corações carecem de simplicidades que os confortem, de atenção que os acolham, imprescindem de gestos simples que os encantem de maneira profunda, precisam de olhares que abraçam e gargalhadas que os alimentem... Existem tantos bons momentos para serem vividos que não é preciso muito esforço para realizá-los, basta que nos esvaziemos das resistências desnecessárias e conflituosas, e nos empenharmos para encher um bom coração de felicidades. Um importante passo é encontrar algum tempo, por menor que seja, para dedicar nossos bons sentimentos e desapertá-lo da desesperança, pois o bom coração precisa de espaço para se abrigar, de bondades para se encontrar, de vida para viver. Pode ser que, no todo, não consigamos o êxito na plenitude, porém enquanto pudermos temos que mentalizar que existem profundas enfermidades que não são do corpo, mas fazem sofrer do mesmo jeito ou pior, por isso precisamos curará-las enquanto é possível e o tempo permite, abrandá-las constantemente enquanto há forças e, por fim, consolar e cuidar de forma irrestrita, sempre.
John Pablo de La Mancha
É indispensável enviar mensagens de abundância sempre, tanto a nós mesmos como aos demais, sempre de forma assertiva, eliminando palavras que plantem dúvidas, incrementem medos ou freiem nossa ação. Isso é chave na geração de riqueza e gostaria de ter aprendido isso antes em minha vida, mas o importante é que aprendi e agora posso compartilhar com você a importância disso.
"O grande risco de se acreditar em Deus é desacreditar de nós mesmos. Você já tem a caneta e o papel, então faça acontecer."
O que realmente somos, pertence a nós mesmos e à Deus, o que sobra, é o que podemos oferecer às outras pessoas, nada mais que isso.
Infelizmente somos a parte mais frágil da natureza divina, inimigo de nós mesmos, porém a fé e a resiliência nos dá a capacidade de coexistir em meio as complexidades.
Nem sempre gostamos da versão que acordamos com ela de nós mesmos, mas ainda assim temos que suporta-la afinal não podemos fugir daquilo que é parte em nós, no máximo podemos nos reorganizar para usar o minimo dessa nossa versão..
Eles ensinam a gente a lidar com nós mesmos, mas nós precisamos ser capazes de mostrar exatamente quem nós somos pro resto do mundo.
Devemos amar a nós mesmos, as pessoas a nossa volta através do amor de Deus, manifestando as suas virtudes perfeitas em cada relacionamento. E medida, que compreendermos que o seu amor é a fonte da nossa cura interior, nós vamos aprender a descansar somente na realidade perfeita dele.
