Norte
O Vale
- No vale escuro das montanhas do norte sofria um pequeno guerreiro, o que se apaixonou primeiro, o grande pioneiro, há! Pobre guerreiro seria melhor a dor de uma adaga cravada em seu peito à dor daquele amor injusto e sem jeito, amor ingrato de um só coração, meses e meses na solidão, o tempo se passou, esse pequeno e forte guerreiro lutou.
- Agora buscava um novo amor, mas amor como aquele ele sabia, que nunca mais encontraria, foi então que percebeu, ele errou, mas não morreu, talvez ainda pudesse tentar, aquela dama conquistar, com poesias e cortejos pedindo ao menos por um beijo, mas já não tinha jeito no fundo ele sabia nada, nada mudaria, então deixou passar saiu do vale e foi procurar um novo, melhor e doce amor.
Laranja, laranjeira, laranjada
é laranja o cabelo da minha futura amada.
céu se estende de norte a sul
tão lindo, todo azul e eu deitado na rede
me perco olhando nos seus olhos da cor verde.
ao te abraçar eu consigo me teleportar
pra uma coisa nova, um novo lugar.
aonde existe a possibilidade de nos amar.
Pablo Brasil
Amor e vida só um
No amor não existe sorte
Pode ate se apaixonar
Se mudar para outro norte
Amor verdadeiro e a vida
Só se acaba com a morte
Sinto o tempo passar implacável
O vento norte a beijar o rosto e a folhagem, é outono, as cores sedutoras esmaecem num terreno lavrado.
Revolvo o húmus da terra, vou ao mais fundo da transição da terra, descubro as raízes e o caudal transbordante de energia, a força transcendente da mãe...
É frágil a condição humana na sua efémera passagem.
As estações sobrepõem-se
Os amores nascem e morrem
Os leitos de folhas secas amaciam o chão, alimentam os pássaros.
De nada serve lamentar a passagem do tempo
Se souberes contemplar
O divino na luz errante de lua.
Assim como as águias, tenho
a força para sobrevoar tempestades;
Ir de encontro ao vento norte;
cortar chuvas e temporais e
enxergar com antecedência as soluções.
Porem, também vou a caça de alimentos
da alma para saciar a sede de palavras
que meus precisam para lidar com esta
vida maluca.
Meu voo é vigiar aos que amo e zelo.
E somente os deixarei voar quando
tiverem coragem para alçar seu
primeiro bater de asas.
E mesmo assim estarei de longe
a cuidar seus atos e fatos.
Portugal arde, todos os anos igual,
De Norte a Sul o cenário é brutal.
Bombeiros são voluntários, sem salário decente,
Arriscam a vida, esquecidos pelo Presidente.
Primeiro-Ministro na praia, bem protegido,
Enquanto aldeias morrem no fogo desmedido.
Carros sem travão, mangueiras rotas no chão,
E ainda dizem que há milhões na televisão.
[Refrão]
Quem paga é o povo, quem sofre é o povo,
Enquanto lá em cima jogam o jogo.
Portugal em cinzas, mas eles de férias,
Heróis sem apoio, só promessas sérias.
Idosos a fugir, casas viram carvão,
Histórias de família perdidas no chão.
Bombeiro sem descanso, turnos sem fim,
Sem máscara, sem luva, mas não desiste assim.
De Norte a Sul, aldeias no sufoco,
É o povo que enfrenta, o governo é pouco.
Quem apaga são vizinhos, são homens do mato,
Não é quem se esconde atrás do palácio exato.
[Refrão]
Quem paga é o povo, quem sofre é o povo,
Enquanto lá em cima jogam o jogo.
Portugal em cinzas, mas eles de férias,
Heróis sem apoio, só promessas sérias.
Este é o retrato real do país,
Quem devia liderar já partiu feliz.
Mas no meio da chama nasce a verdade:
Portugal só vive da força da comunidade.
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É no errar e reconhecer, que muitas vezes se encontra o norte da vida.
Quem julga que não erra, jamais o achará.
Braço, braçado e a curupira espreita no norte do uritizeiro.
Um homem vive e veve das minas e dos góias
corajô ou medrô no sertão,
num sabe o viver e atravessá a montanha do gerais.
E as minhas armas são meus pensamentos, enquanto caminho insistente em direção ao meu norte, minhas cicatrizes são pegadas na areia que o mar se encarrega de apagar, como o sol tardando o anoitecer, perduro atrás de um amanhã que sonhei hoje..
As mulheres do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, se reclamam pois sempre pedem um Principe, e só recebem os cavalos. Mal sabe elas que estão sendo sortuda, porque aqui no Nordeste, estamos recebendo apenas os jumentos.
O Mar
Tu és enorme e forte
Não sei de onde vem,
Mas vai do sul ao norte.
Quero encarar tuas ondas
Temendo afogar sinto medo
Arriscar? Sinto que devo .
Tu me chamas
O perigo me seduz
E o coração queima
Devido a tua luz.
Grande mar azul
Coração dispara ao ver-te
Quero mergulhar, mas...
Temo em não me querer!
Tempo, responda:
O que devo fazer?
Se a intenção fosse gostar de promessas, eu estaria procurando em Aparecida do Norte, por que lá eu sei que acho alguém que cumpre.
Aqui - meu território
limitado ao norte e oeste
pelos ombros brancos do muro
e ao leste por um flamboyant que vomita vermelho
do alto de uma cratera acesa no meio
de um jardim verdeagrestino
incendiado de lavas.
Este território
onde finquei minhas raízes
onde me (mulher) plantaram
E me regaram com a água da vida
por isso que floresci
e hoje sou como uma ilha
cercada (de filhos) por todos os lados."
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