Frases sobre o nordeste para enaltecer sua grandeza
Aos amigos e irmãos que estão viajando pelo norte e nordeste do país e eu peço por favor, ao retornarem passem pelo Rio de Janeiro deixem um pedaço de RAPADURA para o PAPA para que ele possa entender que a vida dos brasileiros é doce mais é DURA e para que da próxima vez que ele quiser vir ao Pais possa pagar as despesas com o dinheiro do cofre de Roma que não cabe mais de dinheiro dos santinhos! E olha que os santinhos nunca veem este dinheiro!
Fortaleza
É uma das cidades mais belas e agitadas do nordeste,
Além de muito sol abriga uma agenda diversificada.
De ótima culinária, um rico artesanato e modernidade,
Fortaleza nos oferece uma busca as belezas naturais!
Lá tem a praia de Iracema, praia do Futuro e as dunas.
O Beach Park está localizado ao lado do principal resort,
Tem um povo acolhedor e uma paisagem encantadora...
O Ceará tem o maior parque aquático da América Latina!
MANDACARU
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Mandacaru no Nordeste
Também de nome cardeiro
Que parece um candelabro
É resistente o ano inteiro
Simboliza o Caba da Peste
Do meu sertão brasileiro.
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A natureza bendita
Deu a ele o poder de gerar
Uma flor linda... bonita!
Quando a seca braba chegar
Avisando: lá vem a chuva!
Recordando Pero Vaz
“Em se plantando tudo dá!”
Sou descriminado diariamente
Por causa da cor da pele
Pelo fato de ser do nordeste
Não ligo, mas isso entristece
Entristece saber que existe
Pessoas que não sabe realmente
O verdadeiro sentido da vida
Pensa que são rica
Podem até ser materialmente
Mas pobres de espírito.
Ventos do nordeste chegam com estilo de furacão, com muita urgência de chegar; assustam e amedrontam, mas depois se revelam, desnudam e se transformam numa doce brisa pra te amar.
MEU NORDESTE
Eu nasci lá no nordeste,
poesia é a minha paixão,
serei sempre nordestino
de corpo, alma e coração.
Trago em minha essência,
a dor da minha ausência
e a poeira daquele chão.
Um Taxi para Estação Nordeste
O cantor e poeta Xangai com seu amigo cantor e poeta Geraldo Azevedo dizia;
Montado no meu cavalo, libertava Prometeu
Toureava o Minotauro, era amigo de Teseu
Viajava o mundo inteiro nas estampas Eucalol
À sombra de um abacateiro, Ícaro fugia do sol
Subia o monte Olimpo, ribanceira lá do quintal
Mergulhava até Netuno no oceano abissal
São Jorge ia prá lua lutar contra o dragão
São Jorge quase morria, mas eu lhe dava a mão
E voltava trazendo a moça com quem ia me casar
Era minha professora que roubei do Rei Lear
Essa história musicada e inventada mostra o devaneio de um povo que com sua inteligência e criatividade, busca por um novo mundo, um mundo onde a sombra de um abacateiro surge como um refúgio, mesmo sendo na ribanceira do seu próprio quintal, mergulhando no seu oceano imaginário e lutando para sobreviver ao sol escaldante e a seca cruel onde ele chama de Dragão.
Zé ramalho disse: É quando o tempo sacode a cabeleira, A trança toda vermelhaUm olho cego vagueia procurando por um.
Esse trecho diz muito para um bom entendedor, o tempo de “sacudir a cabeleira”, com aquela trança vermelha, existe um olho cego, que vagueia procurando por um. Quem souber ver e enxergar, sabe exatamente o significado de um olho cego que vagueia. Sobreviver no sertão nordestino é sem dúvidas uma constante busca por uma luz de esperança seguida de fé inabalável em dias melhores, contra a seca, contra a fome, e a falta de oportunidades.
No mês de junho, todos os olhos e atenções são voltados para o Nordeste, olhos que apenas enxergam as comidas típicas, as músicas, as danças os festejos juninos, a alegria de um povo que luta por sua sobrevivência por sua dignidade, luta por seus filhos terem um futuro melhor, uma luta constante pela sobrevivência com paixão, força, e uma busca de um “Domingo Azul”, uma luta que segue com o coração e uma crença em dias melhores, um povo que acredita em palavras de pessoas “estudadas”, pessoas que prometem uma vida melhor, pessoas que enganam e pisam em sua dignidade.
Graças a isso o povo nordestino é visto como preguiçosos, escravos de mesadas governamentais, e são acusados de serem o motivo de tantos problemas políticos no país, isso é muito injusto com essas pessoas, pois ninguém olha o povo nordestino com olhos de benevolência, apenas seguem o que veem em mídias, ninguém se propõem em viver nem que seja um mês em um sertão sem água sem energia, sem recursos para nada, quando as pessoas aprenderem a se colocar no lugar do outro, os julgamentos acabarão, e quando ouvir uma música de um cantor nordestino no mês de junho, não será só mais um forrozinho, e sim interpretar uma mensagem, um pedido de ajuda. E o Julgamento será interno e não externo.
Texto: Gleiciele Oliveira
O nordeste brasileiro tem a cultura que merece. Digo isto ao ler, espantado que os cearenses recebem autorização do Vaticano, para abertura do processo de beatificação de Padre Cícero Romão Batista, ficando assim hoje automaticamente como Servo de Deus. Uma figura religiosa polemica, mas com passagens nada cristãs, de influência sobre a vida econômica, social, moral e política da região de Crato e Juazeiro do Norte, no Estado do Ceará e sendo figura de destaque e presente na história do coronelismo brasileiro.
Sereia a nos inebriar
Sem pranto e em canto
Doce voz a clarear
Nordeste sangue e coração
Apaixonados sob o ar
Canoas e cantos
Pés à areia, a caminhar
Suor nas mãos
Nossa pele ao mar
Nossos contos de paixão
Sutil dom de amar
Dos reis magos à imensidão.
Eu vou viajar por esse nordeste,
com uma caneta e um caderno na mão.
Vou escrever versos falando
de amor. Eu vou ser um clássico
nesse meu sertão.
Vou escrever temas de amor marcante, amor que aquece e sua a camisa. Vou declarar o quanto eu tenho sonhado dormir abraçado com uma poetisa...
Sou poeta raiz do meu nordeste,
uma lenda na arte do improviso.
O meu verso pesado corre liso,
desbravando esse rincão agreste.
Rima pesada de um caba da peste,
que defende a cultura sem descarte.
Sempre há alguém que em alguma parte
ignora a minha rima, então.
São alguns colegas de profissão,
que, por inveja, ignoram minha arte.
CHICOS
O velho Chico é um poeta
Que alimenta o nordeste,
O Chico velho faz rimas,
Encanta primos e primas
Cantando histórias da vida,
Cantou a prima geny,
Idolatrou o meu guri
E ergueu sua construção
O Chico velho desce a canastra
Corre pra Bahia e pernambuco
O Chico velho viu negros,
Indios e mamelucos
Presos e mortos na ditadura
O velho chico tem uma candura
Que traz farturas e irrigação
O Chico velho já germinou
Tantos frutos no meu coração
Cordelzinho Nordestino
Oxe cabra da peste...
voltei do nordeste
cheia de pantim...
só porque aprendi uns vuvuvú por aí
mas não soube rala buxo
nem amarra fivela...
pois lá na minha terra
num tem isso não!
Então por favor
num mangue comigo!!
Pois sou teu amigo..
E na maciota vou capar o gato
Sem ficar macambúzio
Pois a vida é um luxo
E um dia sem gastura forrózearei...
Parnaíba, um convite à descoberta, um mergulho na alma do Nordeste, onde a vida se revela em sua mais pura essência.
QUEM CONHECE O NORDESTE DO PASSADO
NECESSITA DESCOBRI-LO NO PRESENTE
(Laudivam Freitas)
Quem fazia do Nordeste um trampolim
Pra subir os degraus da hipocrisia
Não encontra mas respaldo hoje em dia
Sustentando que o Nordeste é seco e ruim
Este tipo de coisa está no fim
Nosso povo provou ser competente
E os currais que existiam antigamente
Já não prendem tantos bois pra ser ferrado
QUEM CONHECE O NORDESTE DO PASSADO
NECESSITA DESCOBRI-LO NO PRESENTE
Foi-se o tempo dos broncos coronéis
Ancorados nas sombras do poder
Hoje o pobre faz o sonho acontecer
Através de PROUNI e de FIES
Nossos jovens no ENEM são nota dez
Derrubando a elite prepotente
Que até olha para o pobre diferente
Mas é lei e tem que aceitar calado
QUEM CONHECE O NORDESTE DO PASSADO
NECESSITA DESCOBRI-LO NO PRESENTE
Hoje a fome já não é mais um produto
Dos escambos sorrateiros imorais
Hoje o filho já não deixa mais os pais
Pra morrer trabalhando em viaduto
O sistema climático é mesmo bruto
Mas o solo é fértil e resistente
E o povo é igual uma semente
Que se guarda pra crescer no chão molhado
QUEM CONHECE O NORDESTE DO PASSADO
NECESSITA DESCOBRI-LO NO PRESENTE
A indústria, o comércio e a produção
O turismo, a arte e a cultura
Fortalecem a nossa estrutura
Geram renda capital na região
Com o acesso direto a informação
Não aceita mais discurso negligente
De agora em diante é olhar pra frente
E andar com o progresso lado-a-lado
QUEM CONHECE O NORDESTE DO PASSADO
NECESSITA DESCOBRI-LO NO PRESENTE
INSURGÊNCIA
A fome e a seca no Nordeste não foram tragédias naturais — foram estratégias. Sintomas de um projeto político que tem donos: da terra, da água, do poder.
Desde o período colonial, o Nordeste foi desenhado para sangrar. As mãos que aravam a terra nunca foram as que a possuíram. E, assim, condenaram um povo inteiro à miséria.
E o que ficou no Nordeste? A terra rachada… e as mulheres.
Elas não migraram. Ficaram.
Ficaram para segurar o mundo nos ombros, com os filhos no colo e a esperança entre as mãos.
Mesmo quando não havia farinha, comiam palma. Enganavam o estômago das crianças com caldos ralos, enquanto rezavam para que a noite não levasse mais uma vida.
E é aqui que começa a insurgência.
A insurgência dessas mulheres foi não morrer. Foi não ceder.
Foi insistir em existir onde tudo ao redor pedia silêncio e desaparecimento.
Suas mãos calejadas, seus pés rachados, seus olhos secos de tanto chorar — tudo isso é marca de uma luta que nunca foi reconhecida como deveria.
A verdadeira insurgência nordestina tem o rosto dessas mulheres.
Elas são a terra que não cede, a raiz que não morre, a memória que não se apaga. Lilian Morais
Há momentos em que a arte não representa.
Ela confronta. Ela insiste. Ela se ergue.
Insurgência, como nos propõe Lilian Morais, não é revolta ruidosa, mas fogo subterrâneo que ascende em silêncio e cor.
Esta exposição não se limita a apresentar obras: ela se recusa a calar afetos.
Cada traço, matéria e composição é um fragmento de um corpo que pulsa — corpo individual, corpo social, corpo-mulher, corpo-luta.
A insurgência que Lilian nos convoca é ao mesmo tempo íntima e coletiva: nasce de dentro, mas se espalha para fora, como se cada tela estivesse tentando respirar pelo mundo.
Numa época marcada pela normatização dos gestos, dos desejos e das imagens, sua arte desvia.
Desvia do esperado, do domesticado, do permitido.
E ao desviar, revela:
revela o que foi silenciado, o que foi esquecido, o que nunca teve nome.
A escolha do título Insurgência não é aleatória: é afirmação.
É o reconhecimento de que a arte pode — e deve — ser território de fratura e reinvenção.
Aqui, as cores não decoram; elas denunciam, acolhem, provocam.
Os vazios não são ausências; são respiros.
As formas não obedecem; elas insistem em ser o que são.
Lilian Morais entrega sua insurgência com elegância firme, com delicadeza dura, com beleza que não fecha feridas, mas as mostra com dignidade.
É arte que se posiciona sem se explicar.
É arte que não se curva — e por isso toca.
Numa cidade como Salvador, onde os tambores da história ainda ressoam nos corpos das ruas, a exposição Insurgência não poderia encontrar lugar mais vivo.
É nesta Bahia de lutas e encantos, de dores e reinvenções, que a artista instala sua travessia.
E convida:
não apenas a ver, mas a sentir.
A escutar o que vibra dentro de cada imagem.
A insurgir-se, também — ainda que só por um instante.
Por Humberto Silveira
Linda Princesa do Agreste,
no nordeste de Pernambuco,
fica o teu reino,
és amada pelo os teus súditos,
povo guerreiro e amado,
conhecida pelo o Brasil inteiro
e até em outros lugares do mundo
graças a Vitalino e seus bonecos
de barro
que grande destaque lhe trouxeram,
nossa cultura é à base
de forró e artesanato,
uma cidade de grande esmero,
Feliz aniversário, Caruaru,
como é bom fazer parte do teu seio.
Caros nordestinos e amantes do nordeste, peço encarecidamente que prestem muita atenção, pois agora quero vos contar uma história que começa numa quarta-feira de cinzas, quando o fogo de uma paixão despertou, a riqueza de um amor a primeira vista que logo motivou o primeiro beijo entre um rapaz bem afeiçoado e uma linda moça, a que mais se destacava na cidade.
Emocionados, os seus corações ficaram quentes como duas fogueiras, seus olhares brilharam, tanto que não perderam tempo, decidiram que queriam partilhar uma vida inteira juntos, um casamento na igreja e com tudo tem direito, assim, marcaram esta ocasião muito importante para uma noite de São João e ele falou "tem que ser no melhor do mundo!", o que iniciou a primeira discussão.
Ela sendo paraibana, disse "Você tem razão, então, só podemos casar na minha amada Campina Grande na Paraíba, no melhor São João do mundo", mas ele, um Pernambucano nato retrucou "Não falei do segundo melhor e sim do melhor, que acontece em Caruaru no meu amado estado de Pernambuco", os dois fecharam a cara, provavelmente, pensaram "Que absurdo, que conversa fiada".
Porém, respiraram fundo, o encanto repentino entre eles, ainda não havia acabado, começaram a falar seus argumentos, na tentativa de um convencer o outro, cada um enaltecendo o São João da sua terra com uma felicidade que dá gosto, fazendo uma defesa verdadeira com um brilho de gratidão nos olhos, passando bastante certeza do que estavam falando.
A moça toda confiante foi logo dizendo "A tradição junina de Campina Grande é conhecida no mundo todo, festa alegre que ocorre todos os anos no Parque do povo, quadrilhas, muito forró, comidas típicas e as famosas ilhas do forró", em seguida, o rapaz muito seguro falou "Ah! Não chega nem perto do São João de Caruaru, quadrilha, Vila cenográfica, muito forró, artesanato, comidas típicas, além do famoso trem do forró, então, o melhor, triste de quem duvida."
Claro que não chegaram num acordo, mas antes que continuassem, alguns foliões que estava se divertindo foram passando, um curioso intrometido que tinha ouvido tudo, aproveitou a oportunidade e disse "O São João vai demorar um pouco, depois vocês conversam e decidem onde vai ser o casório, enquanto isso, apresentem as suas festas, tenho certeza que todas têm seus encantos."
E assim, eles concordaram e iniciaram uma jornada regrada a muito forró, xote, xaxado, baião, samba de coco, ciranda, quadrilha, boi, dança dos arcos a partir do amor desses dois.
Piauí, uma terra quente do nordeste, que combina perfeitamente com a sua gente, calorosa e acolhedora, além de vários registros ruprestes, marcas de várias histórias, que quem vai e gosta, não se esquece e ainda diz "Até a volta".
Cuscuz, símbolo do nordeste brasileiro
Na cor, a alegria de um povo guerreiro
Assim como o nordestino encanta com sua luz
Estranho alguém não gostar de um bom cuscuz.
