Noites Frias

Cerca de 741 frases e pensamentos: Noites Frias

Noite fria
Abro a janela para o vazio .
Saudade pode entrar !
Meus silêncios gritam
Querem naqueles
trejeitos navegar
Deixo estar !
Não há como fugir
Desde que ele se foi
Minhas insônias fazem preces
naquele altar .

Noite fria de um dia triste
Mente insana
Pensamento vazio
Uma mente mais que profana...

Tudo parece em vão
Palavras soltas ao vento
Grito e choro
Num grande lamento...

Hora de dormir
Pra que o sonho me acorde
E que essa taça de fel
No limite se transborde ...

E que ao amanhecer
Raios de sol pela janela
Mostre-me um novo caminho
Que me leve para ela...

meus lábios não tocarão os seus
a sua mão deixará a minha em uma noite fria
quando a lágrima soltar dos olhos meus,
viverei a tristeza de nunca ter-te um dia.

Novo Amanhecer




Novo Amanhecer




O sol rompe a noite fria,

Trazendo luz, trazendo dia.

Cada alma que brilha, calma e forte,

Carrega consigo sua própria sorte.




Quem vem com mão de sombra e dor

Não apaga o sol, nem o fulgor

Da chama que dentro de ti vive:

Essa, só tua luz acende e escreve.




Sorri ao mundo, ser iluminado!

Teu brilho interno, bem guardado,

Nem a escuridão mais insistente

Rouba a luz do nascente.




Pois o bem que há em ti, completo,

É raiz, é sol, é puro afeto.

E o mal que passa, vento leve,

Não derruba o que

a luz tece e eleva.










O sol rompe a noite fria,
Trazendo luz, trazendo dia.
Cada alma que brilha, calma e forte,
Carrega consigo sua própria sorte.

Quem vem com mão de sombra e dor
Não apaga o sol, nem o fulgor
Da chama que dentro de ti vive:
Essa, só tua luz acende e escreve.

Sorri ao mundo, ser iluminado!
Teu brilho interno, bem guardado,
Nem a escuridão mais insistente
Rouba a luz do nascente.

Pois o bem que há em ti, completo,
É raiz, é sol, é puro afeto.
E o mal que passa, vento leve,
Não derruba o que a luz tece e eleva.

⁠uma noite fria e chuvosa é necessária pra refletir.

Porque tu és a luz que me guia
No escuro da noite fria
Teu amor é chama e poesia
Que me faz querer seguir - Frase da música Luz Que Me Guia do dj gato amarelo

Quando o Silêncio Uiva


Noite fria, assaz silenciosa,
A calmaria em véu se estende;
Parece o tempo em pedra pousa,
E a paz — imóvel — se defende.


Mas súbito a ordem se desfaz,
O chão da noite se rompe em dor;
Já não há calma, já não há paz:
Há grito, fome, há clamor.


Que dor é essa que rasga o ar?
É fome crua? É mão cruel?
Maus-tratos? Abandono a sangrar?
Ou a ausência do gesto fiel?


Do apartamento ao lado, então,
Ecoam latidos insistentes;
O cão, sentinela da aflição,
Clama por almas conscientes.


A madrugada, antes inteira,
Agora sangra em som e pena;
Cada latido é uma fogueira
Que incendeia a noite serena.


Transparente é a desumanidade,
Patológica, fria, banal;
Quando se perde a dignidade,
O mal se instala — normal.


E no abismo mudo da escuridão,
Onde a consciência vacila em temor,
Ergue-se uma prece — não em vão
Por paz, por vida, por amor.

⁠Mais sombria que uma noite fria é a solidão para os que não se habituaram a ela.

Flores de primavera


É uma noite fria e densa de inverno. Um gélido frio. Gélido no mais profundo da alma.
Os ponteiros do relógio se arrastam.
Dias nublados. O sol se escondeu e não brilhou.
Essa noite é a personificação do gélido inverno.
A noite parece uma música triste, sem coro. Sem dança.
É como as batidas de um sino ecoando em algum lugar longínquo na escuridão.
Um contraste com dias de outono que antecederam o frio cortante do inverno.
Sob o sol, o mar sorria.
O vento soprava nas pradarias.
Os pássaros cantavam uma doce melodia.
Montanhas no fim de tarde. O sol se escondendo nos cumes além.
A densa noite gélida vai se findando.
Um raio de luz emerge da escuridão.
É a luz do sol. Um lindo dia de sol se pronuncia.
A noite eterna acabou.
O inverno gélido da alma se despede.
Flores desabrocham.
A primavera chega sem convite.
E o mundo se encanta.
O mundo se abre com um sorriso.
A primavera trouxe consigo flores.
Flores de primavera.
⁠

A noite fria e o luar clarido!!

A brasa acesa consome a noite fria, enquanto o teu silêncio me devora por inteiro. O amor que ontem nos aquecia hoje é apenas fumaça no cinzeiro.


Resta o filtro marcado pelo teu beijo, o gosto amargo que ficou na minha boca. Sufoco em tragos o que ainda desejo, nesta moldura de solidão tão louca.


A fumaça desenha o teu contorno no ar, mas se desfaz antes que eu possa tocar. És o vício que insiste em me queimar, a ferida aberta que não quer fechar.


Viro a cinza da nossa história no chão, enlatado no peito um adeus que não consolo. Apago o cigarro com a palma da mão, e no escuro do quarto, sozinho, desabo.

Era apenas um bilhete.

Noite fria, e o choro não cessava. Medo! Reflexão me apavora. Calma, é apenas minha alma se mexendo na cama da tempestade.

Maltrapilho e esquecido!
Abandonado e desconfiado!
E nas andanças da vida, percebo a dúvida ao meu lado. Incansável e insistente, ela querendo saber mais das minhas Procrastinação.

Sombria e demorada.
Presa em castelos de papel timbrado. Ouso em dizer, são versos, são letras de um coração pensativo em meio as trevas da dúvida.

Quero, mas não posso!
Desejo, mas não compartilho!
Sinto, mas não permito avançar! Amo, mas dúvido desse amor! Investigada minh'alma, magoada por ter escolhido eu. Paradoxol me apavora, mas como tentar explicar a Carência e a solidão se não forem versos em caixão. Não me refiro a morte, mas o luto que inflamar ela.
Quero. Quero tanto!
Quero. Mas querer o quê
Quero ser feliz, amado, lembrado e admirado. Não pelas virtudes que insisti em não me querer, mas pelo simples fato de ser lembrado. E em meio a objetos duradouros. Estou eu, de vidro e porcelano. Aguardando a realidade me visitar.

Uma garrafa de vinho vazia
Em uma noite fria
Está cheia de sentimentos
Não correspondidos.

A flor que chora


Numa noite fria e intensa os ventos golpeavam a floresta impiedosamente,


De tom vermelho forte e característica aveludada uma rosa se fazia presente ,


Amada pelas abelhas, borboletas e os pequenos pássaros a rosa de charme único era aplaudida todas as noites pela lua e tinha no seu manto vibrante o carisma do sol durante os dias,
É duro pensar que o outono chegou e a deixou quase sem vida, sua cor agora é ofuscada pela estação dura, mas ela é insistente e luta para se manter viva,


Folhas vão, pétalas caem, o dia ainda azul revela uma floresta quase cinzenta, a flor apesar de suas mudanças ainda brilha e se destaca no ambiente,


A estação sombria chegou, o inverno é implacável, não perdoa nem os aplausos, a rosa resiste bravamente derramando suas lágrimas pelo vasto vale,


Em uma certa noite congelante, a rosa fechou seus olhos, então a lua caiu em prantos, logo um corredor foi formado até a correnteza de um rio e ela foi carregada por aqueles que a visitavam constantemente, foram tantos pássaros de pequeno porte, foram tantas borboletas e abelhas que resolveram prestar está ultima homenagem deixando-a partir nos braços do rio sendo iluminado nos seus dois lados por diversos vagalumes,


e a partir daquele dia, o sol resolveu entrar em luto temporário e demorou a se reerguer,


Agora é primavera, novos recomeços, doces lembranças, o momento é de renovação.

Dentro de mim


Dentro de mim guardo teu abraço,
como segredo que aquece a noite fria, como perfume que insiste em ficar, mesmo quando o vento tenta levar.


Dentro de mim ecoa tua voz,
melodia suave que acalma e seduz,
faz meu peito dançar sem música,
faz meus olhos sorrirem sem razão.


Dentro de mim floresce teu amor,
sutil, mas forte como raiz de árvore antiga, e mesmo que o tempo tente apagar, ele cresce, silencioso,
sempre encontrando caminho até você.

O que há de me esperar?
Nada? Nem o luar?
Não há brilho da lua na noite fria e crua.
Cadê minha amiga?
Tão distante... Será inimiga?
Cadê a socialização?
Sempre fico nesta solidão.
Por que ainda penso em melhoria da vida, ainda que ela já está partida?
Como posso ter a brandura se minha mente surra a amargura?
Por que sofrer se com um gatilho posso dar um epílogo nesse meu viver?

Não sei se você se lembra daquela noite fria, mas a minha solidão era tão vasta que precisei sintonizar o mundo na frequência de uma estação qualquer. Eu cruzei os dedos, disquei o número da rádio e deixei meu contato flutuando nas ondas eletromagnéticas, como quem joga uma garrafa com um bilhete desesperado num oceano de fios e antenas. Eu só queria ser descoberto. Queria que o universo provasse que eu não estava sozinho no escuro.
​Do outro lado da cidade, na mesma fração de segundo, o destino ajustava o seu receptor. Você não procurava ninguém; apenas girava o botão do rádio, deixando a estática preencher o vazio do quarto. Dois desconhecidos, duas vidas paralelas, conectados por um sopro de voz que o locutor leu sem saber que estava costurando duas almas para sempre.
​Quando o meu telefone tocou e ouvi o teu "alô", trêmulo e tímido, algo dentro de mim desmoronou e se reconstruiu instantaneamente. Não fomos nós que nos escolhemos; foi a vida que cansou de nos ver errar o caminho e resolveu nos colidir.
​Aquela frequência AM/FM virou o batimento cardíaco que faltava em nós.
​Eu amo como o nosso amor nasceu do invisível. Nós não nos vimos, não sabíamos a cor dos olhos um do outro, nem o formato do sorriso. Nós nos apaixonamos pela essência nua, pelo timbre, pelas pausas onde a respiração confessava o que o medo tentava esconder. Apaixonar-se assim é uma entrega sagrada, porque mostra que nossos corações já se reconheciam de algum lugar do passado, antes mesmo de os nossos corpos se cruzarem na calçada.
​Hoje, olhando para você, tenho a certeza absoluta de que existem milagres discretos que a ciência jamais conseguirá explicar. O rádio foi só o pretexto que a eternidade usou para me devolver a parte que me faltava.
​Obrigado por ter estado ouvindo no momento certo. Obrigado por ter tido a coragem de discar os meus dígitos. Eu te amo além do que o som pode propagar, além do que o tempo consegue apagar. Você é a minha sintonia perfeita.

Camisa estampada e simples,
Noite fria, com ventos gelados de bater na espinha,
Na loja, o meu primeiro tênis preto de marca cara e considerável,
Na volta para casa a pé,
a descida foi tranquila, pois o frio foi derrotado pelos sorrisos de felicidade pela conquista tão plural para aquele momento.

Passos curtos, na noite fria
Uma luz que me guia
Sombra e som, na mesma estrada
Na batida acelerada
Te sinto chegar, sinto a pressão
É a voz da Lina na tua mente
Dominando o teu coração


Ecoa na alma, bate no peito
Nesse grave, que é perfeito
Efeitos no espaço, sons que vão girar
Estéreo puro pra te dominar
Sente a Lina cantar ...
Ecoa, ecoa, sente o grave bater
Sente a Lina cantar
No estéreo, até o amanhecer


Frequência alta, mente aberta
Essa é a hora certa
Acordes que grudam e não vão sair
Efeitos especiais pra nos conduzir
Sussurros que vêm e vão
Lina comanda essa pulsação




Ecoa na alma, bate no peito
Nesse grave que é perfeito
Efeitos no espaço, sons que vão girar
Estéreo puro pra te dominar
Sente a Lina cantar
Ecoa, ecoa, sente o grave bater
Sente a Lina cantar
No estéreo, até o amanhecer


Vozes se perdem no infinito
O grave mais bonito
Efeitos finais...
Estéreo...
Linaaaaaaaaaa aaaaaaa

O ÚLTIMO HÁLITO DO ATAÚDE.
Marcelo Caetano Monteiro.
Corri a ti, vencendo a noite fria,
Na vã esperança da derradeira voz;
Que teu último hálito ainda me diria
Os velhos segredos sepultados entre nós.
Mas o Tempo - carrasco de mãos geladas,
Sorriu por detrás dos relógios sem luz;
Roubou-me as promessas jamais reveladas,
E apagou meu caminho onde a saudade reluz.
Teu ataúde, tão belo, tornou-se altar,
Vestido de lírios, veludo e luar;
Minha mística dor o fez florescer,
Como um templo proibido onde aprendi a morrer.
Olhei-me nos olhos, tão negros, tão fundos,
E encontrei o sadismo da própria aflição;
Vi desertos eternos, eclipses profundos,
Bebendo em silêncio meu pobre coração.
As sombras beijavam meu rosto sem nome,
Enquanto o silêncio vestia o jardim;
A morte tem sede, mas nunca consome
Quem morre primeiro por dentro de si.
Só os invisíveis ouviram meu canto,
Quando a última brisa beijou minha voz;
Os vivos passavam, cobertos de espanto,
Sem perceber que a noite rezava por nós.
A lua bordava teu mármore antigo,
Com fios de prata e perfumes do além;
Eu era somente um espectro contigo,
Amando o impossível que ninguém detém.
Então expirei, sem que o mundo soubesse;
Nenhum sino chorou minha lenta partida.
Somente os invisíveis ouviram a prece
Da última respiração perdida.
E, desde essa hora, caminho calado,
Guardião das ruínas que o tempo esqueceu;
Pois quem ama um sepulcro jamais foi deixado:
A morte levou meu corpo... mas nunca o que é meu.
Tags: #Poesia #PoemaLírico #PoemaGótico #LirismoSombrio #Melancolia #Misticismo #Luto #Saudade #Morte #Ataúde #Sombras #Noite #Invisível #Existencialismo #RomantismoSombrio #Gótico #Emo #Mistério #Silêncio #Abandono #Alma #RimasPerfeitas #Literatura #MarceloCaetanoMonteiro