Noite Sombria
Olhos audaz
Na sombria tarde de inverno, você me aquece com o calor da alma...
Me faz estremecer com o teu olhar esverdeado,as vezes castanho claros...
De um brilho intenso e voraz...
Parece que a alma salta pra me devorar...
Hummmm olhar maroto e quente me faz vibrar... No calor dos seus braços delicioso prazer audaz...!
A primeira impressão, o magnetismo pessoal, a simpatia – tudo depende da mente da pessoa. É sombria a fisionomia das pessoas que vivem reclamando e insatisfeitas.
Estamos passando por uma fase sombria, onde reina a escuridão e trevas. Precisamos transcender e fazer brilhar a nossa luz, caso contrário seremos sufocados por ela.
Numa noite sombria e iluminada
Surgiram-me pensamentos do nada
Sentado em uma sala de estar
Encontrei as luzes e ao pensar
Que linda miragem
Sem demora
La ia eu sonhando sem
Pestanejar, Viajando e Passando
Em locais que nunca estive
Vislumbrei um caminho a ser seguido
Segui-o e longe foi até parar em casas
Sobre casas
Pareciam prédios
Mas não eram
Estava numa cidade
Cheia de pessoas
Pessoas lindas, pessoas atraentes
Pessoas sorridentes que odeava
Sem os conhecer
E as que amava
Sem si quer saber
Pessoas e pessoas
Todas elas desconhecidas
Embora tenha uma mente evoluída
Nunca imaginei
Que fazem-se anos que saudades deixei
Naquela sala de estar
É na silenciosa, obscura e
sombria pausa de
minh'alma,onde eu
busco aluz, eencontro a
minhapaz interior.
Assim como a Lua,
distante sob o céu noturno.
Iluminada ou sombria,
um universo isolado.
Com suas fases de destaque ou reserva,
esse é seu mundo.
Vive na realidade,
como em um sonho profundo.
Edileine Priscila Hypoliti
(Página: Edí escritora)
Lobo
Lobo cinzento de pelo turvo e olhar de vigia
Com sangue entre os dentes e alma sombria.
Lobo que ladra, morde e mata sozinho
Criatura maligna que cruzou meu caminho.
Lobo cinzento de olhar fosco e amarelo,
Me amedronta e apavora de jeito sincero.
Lobo que perfura, rasga e devora,
Lupino profano que só teme a aurora.
Me amaldiçoa com escárnio e prazer,
Me transforme em Lupino do submundo.
Da matilha agora o mais novo ser,
Lobo cinzento de jeito imundo.
Sem sol, na lua, renascerá o homem caído,
Chama calada, forma lupina, toque ardente.
Seja brilho e guia de mais um perdido,
Chamando meu corpo, uivo. Alma que mente.
Não era para ser! Eu não poderia ser seu eterno salva-vidas. Eu era luz e você noite sombria, tentamos nos encaixar onde não cabíamos. Eu sonhava alto e fazia, você duvidava e não me apoiava em nenhum dia. Estava só e não sabia, você foi a passageira que mais rápida ficou e me marcou negativamente. Quem diria!
No Silêncio da Solidão
No silêncio profundo da solidão,
Ecoa uma melodia sombria,
O coração solitário busca em vão,
Por uma luz que o guie noite e dia.
As sombras dançam em torno, frias,
A alma anseia por uma mão amiga,
Mas na vastidão das horas vazias,
A solidão persiste, triste e antiga.
Uma sombria e secreta lágrima
teve ínicio em seus olhos
Aquelas coisas novas brilhantes
Se socializando pareceram ter inveja de você
O que mais eu preciso procurar??
Ele me ama, eu vejo
Por apenas um instante
Eu pude sentir a batida do seu pulso.
Com ela confusão de respirações
Momentaneamente meus suspiros
Ela estava lá
Inébria, sombria
Frígida como uma mulher em puerpério
Seus cabelos acobertos
Em capuz de feutro negro
Davam o tom em branco e preto
Clima de cemitério
Enquanto eu escrevia
Me sussurrava aos ouvidos
Palavras, estalidos
Inspirações de cortesia
Era sim, a própria morte
Do meu lado a gargalhar
Afagava-me os cabelos
Entre vida e pesadelo
Inspirando meu desabafar
Ali estava ela, ao menos mais uma vez
É que ando morrendo demais
Um poeta morre vez ou outra
E aquele era só mais um dia
Entre escritas e agonia
Entre letras mortas e vazias
O meu óbito de número trinta e três
Noite e dia...
Quando se faz o silêncio
Na densa noite sombria,
Tudo para nessa hora
Até que amanhece o dia.
E na escuridão da noite
-Somente o clarão dos faróis.
Se uma agulha cair no chão
Ouço um barulho, refrão,
Em silêncio nesta hora.
A noite não é vazia
É apenas escuridão.
Quem tem medo do escuro
Não sai sozinho é inseguro,
E não tira os pés do chão.
-Tem gente que prefere a noite,
-Tem gente que prefere o dia,
Na verdade companheiros
Tem dia e noite o ano inteiro,
O tempo não pode parar.
“Na calmaria”
Na calmaria da noitada
Sai da sombria ladeira
A lua envergonhada
Para se passear inteira.
No vão daquela escada
Soluçando em aflição
Salta a Maria aprisionada
Do seu carecido coração.
Chega à rua sombreada
E entre o lusco-fusco
Vê a lua tão dourada
Através do crepúsculo.
Ficou então ali parada
A sonhar com o seu amor
Que a deixou abandonada
Ao relento e sem pudor.
Cheia de penas fugiu
Não queria mais viver
Descalça naquele frio
Acabou por perecer.
Mas logo os anjos desceram
E a incensaram com carinhos
Tão inocentes apareceram
E a transportaram sozinhos.
Minha alma sombria e imortal
Me faz viajar por eras...
Em tantos dramas senti em seus olhos se perderem na imensidão...
Corro atrás da vida...
E meu coração partido...
Sua vida escorria por minhas mãos.
O feitiço que vibra por minhas células...
Faz sentir o deslumbre dessa vida...
Tentei mudar mesmo... Juro que tentei...
Ainda me embriagado pela vida...
Desejando seus corpos sem almas...
Sou divergente espírito errante...
Nas sombras julgo meus medos...
Sendo minha alma sombria...
Sentimentos foragidos...
No remanso do amor...
Debulho em tantas vidas...
Ciladas do destino...
Mero desejo profundo...
Laços de ternura...
Assombroso temor de minha paixão...
Alma singular no meu pior ainda assim faz parte do meu passado...
- Relacionados
- Frases Sombrias
- Frases Obscuras
- Faca na Caveira
- Frases de Bruxos
