Noite Passada
A passagem de uma etapa à outra de nossa vida nunca é passada despercebida. Nunca é calmaria. A calmaria é repouso; a passagem é movimento. O movimento é, sobretudo, mudança e mudar exige-nos certa desestabilização. Exige que arranquemos algumas raízes profundamente cravadas num asfalto de cotidianos. Que cortemos o aparente laço seguro que o hábito costurou entre nós e a sanidade. Sentimos o momento chegar sob as rédeas da angustia e, na maioria das vezes, rejeitamos. Não queremos passar ao outro lado – independente do que nos espera do lado de lá. Tomamos o desconhecido como sinônimo de inseguro e nos perguntamos: por que eu deveria trocar o que é certo pelo o que é duvidoso? Por que é somente fazendo essa passagem que podemos progredir. No progresso não tem calmaria – não se iluda! A calmaria é repouso; progresso é movimento. O movimento é, sobretudo, mudança e mudar nunca é passar despercebido pela vida.
Pulmão de Aço
Vida que é vida
Tem que ser sofrida
Mágoa passada
Uma fantasia perdida
As dores da vida
Que escurecem em nossos corpos
Alma que era incolor
Hoje é branca e preta de tanta dor.
Respiro o que eu trouxe a mim mesmo
Não tenho medo da escuridão
A escuridão sou eu
E você que fala de mal de mim...
Por frente e por trás
Hey você que me odeia
Saiba que você não vale as cinzas do meu cigarro.
Aos amigos meus
Digo que os amo
Amigos que não são amigos
São enganos
Não os amo
Onde eu posso
Vou andando
Chegarei aonde?
A minha vida é minha dona
Não sei de nada
Nunca saberei
O porquê de tudo isso?
Sou apenas um cão, rebelde
Guiado por uma coleira.
Olhe para suas virutes e para seus erros; eles lhes mostrarão o que você foi em vida passada e lhes mostrará o deve concertar na vida atual.
De onde eu vim pisei na grama logo conheci a lama em cada passada era uma farpa o sol secando e pés rachando uma boa foi o barro sujava e limpava rápido doendo senti uma lasca era pedra triturada era asfalto com pinche encharcada vida longa vida corrida vida andada
Na madrugada passada estive pensando que sempre imaginamos encontrar o amor como nos contos de fadas, com uma princesa e o seu príncipe ou até mesmo acreditamos no amor à primeira vista. Mas a verdade é que nunca estamos preparados pra chegada do amor.
Ele nem sempre vem e nos aborda com flores, muito menos chega em um cavalo branco, ele pode até ser um príncipe, mas não como nos contos. Ele pode ser até aquele que há anos passou por você, e o tempo o trouxe pra mais perto, enfim.., não sei. Só sei que nunca estamos inteiramente preparados pra chegada do amor.
Ele chega como um tapa de luva e te faz perder as estribeiras, mexe com teu coração e te faz indagar que reviravolta foi essa que aconteceu? No momento você esquece até quem és, quem dirás o que está sentindo. A mente fica confusa e o estômago com borboletas dançantes.
O lado de dentro vira um caos e eis que surgem as dúvidas. Se doar ou não? Se apegar ou desapegar? A felicidade se confunde com uma melancolia. O vôo é alto. Aliás, tudo no amor é extremo, principalmente o medo da entrega.
O medo vem e com ele o receio de não saber o que te espera, voar sem ter idéia de qual lugar está destinado o pouso. Mas ainda assim a gente embarca. É tudo tão novo, tão bom. Novos horizontes surgem às vistas. A alegria de uma mensagem recebida.
Ainda assim o medo de entrar no jogo e sair perdendo não some, mesmo que não seja a primeira vez que a gente se apaixone. Por isso a verdade deve ser dita: Nunca estamos preparados pra chegada do amor.
As coisas começam a acontecer quando você começar a olhar para a frente. Entenda logo, águas passadas não voltam mais. É preciso remar, andar sempre em frente e seguir o fluxo natural da vida sem medo.
Ilusão (soneto)
No beiral do cerrado a vida que passa
tal passada larga e velocidade feroz
num galope de ilusão faz-se algoz
da mocidade se tonando fácil caça
O tempo traga um vinho sem graça
da ilusão ser iludida pela face tardoz
de que é possível ter mundo de "oz"
no tardar veloz do fado que nos abraça
E assim, nesta altiva e devaneadora voz
tenta comandar com cortina de fumaça
a ilusão sonhando em não chegar a foz
Doce ledo engano desta ilusão trapaça
servindo a esperança do que já é após
de amarga fantasia em cuia de cabaça
Luciano Spagnol
11 de junho de 2016
06'30"
Cerrado goiano
Os dias passaram devagar semana passada. Essa semana porém, o tempo escorre pelos meus dedos. O que serão os próximos dias então?
A ansiedade que me cercava não existe mais. O que ficou agora é só uma alegria que me move. Tic tac, diz o senhor tempo. E eu caminho em direção ao sol. A jornada começou a muito tempo. E eis que chega em seu ponto de ápice.
Oh! Por favor, que meus olhos possam apreciar e meu coração sentir cada momento, cada maravilha, cada minuto. Para que minha memória eternize tudo isso. E na máquina do tempo que é a nossa mente, eu possa ir e vir, sem parar de fitar os novos horizontes que se estendem a minha frente.
(Cantata das histórias da Aquarela)
Brasil das Aquarelas, diversas.
A emoção passada por Elis no henfil da vida dos bêbados, que dançam na corda bamba.
Os arrepios trazido por Bethânia rodeada por tupis e erês, no seios de Dona Canô.
O medo de abrir qualquer dia os olhos na música de Lins.
Na terra de todos os santos, a noite de magia de uma sexta-feira de candomblé,
E aos sons das atabaques desce um rebanho de seres de luz.
Já vemos a aquarela de milhares de cores...
No arenoso solo vermelho da seca, tem quem dance de sombrinha numa terra que não chove.
Tem também por perto dança de boi, terra que tem como conterrânea a Marrom.
Tem lugar que se chama marquês, onde passa batuques e pessoas arretadas com pé no samba.
Estado cinzento, onde pobre não tem vez.
Lugar frio que quase neva, mas gelo cai.
Tem bahiana mineira e gaucha do sudeste.
Tem isolamento de gente que fala estranho, e anda nu, que dança envolta da fogueira.
Também vencemos os canhões com flores de lótus. Orgulho e tristeza disso tudo, e vergonha dos corpos escondidos nos DOPS.
E mais uma vez destros golpeia canhotos. Quem vai gritar fora?
Há quem idolatram guerreiros e guerrilhas do mal, homenagem à quem golpeou as costas dos mestiços.
Choram crianças, e alimentam-se os devassos do dinheiro público.
Oh Brasil, meu Brasil!
Saudade da bodega.
A saudade ainda navega
naquela era passada
um bom dia não se nega
de inflação não tinha nada
e eu saía da bodega
com a sacola abarrotada.
Ela é feito manteiga, e eu feito pão. Ela foi passada em mim, com enorme distração. Eu a abracei, e não foi em vão. Depois nos devoraram, porque não aguentaram, nossa perfeita combinação.
#TernoDeReis #VaiLá,
´´E hoje a alegria toma conta, a cada passada uma risada a cada sorriso um encontro. Uma viagem ao passado, entre as ladeiras de uma São Miguel uma São Miguel amada de um povo com espirito de festa e de alma abençoada. Na batida do tambor no swing e no embalo dos pandeiros, as senhoras cantam e os senhores acompanham o enredo. Chama rei chama rainha chama todo povo pra fazer balançar pelas ruas em clima de festa sem tem hora pra acabar.´´
#RobertAlbuquerque
Outra vez !
Dentre dia da semana passada , te vi,
Você também,
Nossos olhares foram além,
Apenas visto cumprimentado tudo bem!
Porque !, você não espera naquela hora ver,
Alguém que, seu coração. corpo iria se comprometer,
Felizmente somos adultos nem pensamos
pois, seria pequeno pro seu ser.
Tudo bem , como esta você ?,
E ai viajou distraiu deixou se enlouquece ?
Até então, meu corpo andava triste,
Foi naquele ida vê-la , meu tempo foi ardente.
A nossa vida é passada na frente de um grande espelho. Tudo que você fizer, será refletido em sua imagem.
(http://www.boscodonordeste.recantodasletras.com.br)
Meu olhar mostra determinaçao
é prova de toda a aventura passada.
Meus olhos tem vocabulario proprio!
Eles podem falar mais que mil palavrasjamais poderiam dizer...
Meus olhos sao expressivos e contam contos magicos de força,resistencia e gratidao.
nao tenho medo de admitir abertamente meus erros e fraquezas ; e por isso causo admiraçao!!!
Nasci para liderar.
Sou uma Pessoa Espiritual cheia de Misterios...
A salvação começa na eternidade passada. Deus poderia ter escolhido não salvar a ninguém, mas ele amou um povo e o escolheu para ser seu."
ministeriomaxsalgado.webnode.com
Trecho do Livro : Linhagem Espiritual
O poeta poetizou com imagem,
Uma linguagem que o povo não lê.
A mensagem que lhe foi passada,
Só não passa na sua TV.
Flor de Tu.
Noite passada toquei teu interfone, tu apareceu na sacada
Eu te vi,depois te abracei
Não senti pouco, senti muito, bastante.
Tu não me viu, não sentiu,
pediu pra voltar mais tarde, voltar depois.
