No meio da Multidão
eu sou simplesmente eu
No meio da multidão, quanta gente, quantos risos e eu quieta,
Só olhando, sentindo e nem ao menos pensando, só olhando
Uma dor foi me apertando, uma angustia crescente, chegou a faltar o ar.
Engoli,
seco, coloquei a mão no peito, coração batendo forte e sendo preenchido
por uma tristeza imensa, tão grande, tão grande que chegou à doer,
minutos
passando,de repente um leve roçar em meu rosto, naõ era ninguém,
sómente o vento me mostrando que eu não estava só, mas eu não estava
só, tanta gente ao meu redor, como essa tristeza e essa solidão ? O que
me falta ? eu não sei,
Só angustia, tristeza, me perco então nos
meus pensamentos e viajo, pra onde não sei, um lugar qualquer, todos
são iguais e o aperto no meu peito aumenta, me sufoca, Deus, o que é
isso ?
De repente explosões, olho para o céu, luzes, luzes muito brilho, um barulho ensurdecedor,
mas
o espetáculo é lindo, tranquei então minha tristeza, minha saudade,
angústia e dor, e me deixei transportar pelo brilho e luzes que
continuavam explodindo no céu,
Dai o silencio, senti algo quente em
minhas faces, eram lágrimas, de alívio talvez, então me virei e vi o
rosto do meu filho, lindo ,deslumbrado com tanta beleza, olhei naqueles
olhos inocentes e sorri…..e assim o abracei e disse feliz 2009.
Quem sou eu em meio a multidão?! Sinto-me Sozinho entre toda essa gente a caminhar pela cidade!... E de repente uma angústia me invade! Há tantas luzes do lado de fora - mas por dentro de mim tudo é tristeza e escuridão! A alma grita mas a boca cala! Tudo vira vaidade quando a gente fala! Sozinho em meio a multidão! Cidade cheia! Um vazio no coração! Caminhando incerto na mais pura certeza da ilusão! O que fazer se você era a minha direção?! Vagando vou em meio a multidão enquanto está em Lockdown o meu coração! Sem ter ninguém a me esperar!... Já não sei onde irei chegar! Mas uma voz interior me diz que eu não posso parar de caminhar! Há Barulho do lado de fora mas aqui dentro de mim é tudo silêncio e escuridão! Ontem sonhei que você segurava as minhas mãos!...Um vazio imenso toma conta de mim!... E esta estrada que parece não ter fim!... Sinto-me sozinho em meio a multidão!... Sozinho em meio a multidão!...
Que alegria foi para quem louvou a Deus, por Jesus, de coração, em alta voz, no meio da multidão, "dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!" (Lc 19.38)
Ela existe principalmente em forma de largos sorrisos em meio a multidão, te adoece sem nenhuma preocupação, te tritura como um grão qualquer, ela não quer saber quem você é ou que fez de bom, ela simplesmente não tem perdão, ela tem muitos apelidos, mas a maioria a conhece como "depressão".
A solidão não é somente viver rodeado de ninguém, mais sim, é se sentir sozinho em meio a multidão" ou "O pior sentimento do mundo não é terminar sozinho, mas sim estar cercado por pessoas que fazem você se sentir solitário
No meio da multidão,
meu silêncio grita mais alto
Rostos passam, vozes se misturam,
mas nenhum olhar me alcança
É estranho...
o coração apertado
caminha cercado de passos,
e ainda assim tropeça no vazio
O riso alheio ecoa,
mas não encontra eco em mim
Sou ilha em um mar de gente,
sou sombra que dança sem par
E nessa solidão barulhenta,
aprendo a me escutar
mesmo que doa,
mesmo que a saudade seja só
daquilo que nunca chegou.
Sou como tantas árvores que secam
Em meio à multidão.
Mas renasço a cada amanhecer
Com um novo amor no coração!
Eu te escolhi em meio a multidão.
E seria bom chegar em casa e ter você garantida.
Me esperando na sala de jantar.
Era muito fácil te ver orbitando
Por tanto me acostumei a isso.
O que eu senti quando te vi ?
Você era o meu sol
Mas te vi indo embora pra sempre.
Percebi o que você fez.
Você usou meu nome
Pra dizer coisas tão lindas.
Poderia usar o seu.
Senti raiva do mistério nunca descoberto.
Eu jamais escreveria tão bem assim.
Por o meu nome ?
Por que você não me contou a verdade?
Quem me dera ter você do jeito que fosse.
Mas você não teve coragem.
Se escondeu em mim.
Ainda assim, você seria escolhido por mim na multidão...
Ninguém me olhou com esses olhos.
Invisível na Multidão
Invisível em meio à multidão,
Reduzidos a meras cifras e estatísticas.
Pois quando o número deixa de existir,
Resta apenas o peso do nome e do sobrenome.
Há quem alcance as oportunidades,
Enquanto outros vagam à sorte do mundo,
Ou aguardam, em silêncio, o amparo
Da escassa bondade de alguém.
Por motivos diversos e caminhos incertos,
Nenhum ser humano está imune ao destino;
Pois todos estamos sujeitos à queda,
Nesta frágil jornada que chamamos de vida.
Roseli Ribeiro
Há um tipo de solidão que não tem barulho que distraia.
Ela aparece no meio da multidão, quando tudo está cheio por fora e vazio por dentro. Quando há vozes, notificações, compromissos, rostos... mas nenhum lugar onde a alma realmente repousa.
E é ai que o coração começa a lembrar.
Lembrar de um tempo em que a vida não precisava ser provada o tempo inteiro. Em que havia simplicidade na fé, descanso na entrega, e uma paz que não dependia de performance, nem de aprovação.
Uma paz que vinha de estar em Yeshua não como ideia distante, mas como presença viva que acolhe até o que você não sabe explicar:
Porque a solidão mais profunda não é estar sozinho.
É estar desconectado do que te sustenta por dentro.
O aos poucos o orgulho vai tentando convencer que dá pra seguir assim mesmo. Que não precisa voltar. Que já passou. Que tanto faz.
Mas o ego, por mais alto que fale, nunca consegue curar o vazio-que ele mesmo ajudou a criar.
Há um chamado mais baixo que o orgulho. Mais suave que a culpa.
Mais firme que a confusão.
um chamado que não força convida.
Não acusa restaura. Não expõe cobre com paz.
Voltar não é sobre se diminuir. E sobre se alinhar.
É reconhecer que existe um lugar de descanso onde o peso não precisa ser carregado sozinho. Onde o coração não precisa performar força o tempo inteiro. Onde você pode simplesmente ser sem máscara, sem defesa, sem guerra interna.
Yeshua não chama pelo seu desempenho. Ele chama pelo seu nome quando ninguém mais conseque te alcançar por dentro.
E talvez o primeiro passo não seja grandioso. Talvez seja simples como parar de fugir de si mesmo. Respirar com honestidade.
Admitir o cansaco. Permitir-se voltar ao básico da alma humildade.
Porque a humildade não é se diminuir. É se posicionar no lugar certo da vida.
E nesse lugar, o orgulho perde peso. O ego perde voz. E a paz volta a ter espaço.
Voltar é isso-quebrar a ilusão de que você precisa se bastar sozinho.
E descansar outra vez na verdade de que existe um amor que não se afasta quando você se perde-ele te espera até você lembrar de onde veio a sua paz.
E existe algo que o orgulho tenta esconder, mas que a verdade insiste em revelar com delicadeza - você não é o único que erra.
Todos erram. Todos falham. Todos, em algum momento, se perdem de si mesmos, dizem o que não queriam, se afastam do que sabiam ser certo, se confundem no caminho, se cansam da própria tentativa de acertar.
A humanidade não é feita de perfeitos é feita de pessoas em processo.
E por isso a graça existe.
Em Veshua, isso não é teoria bonita, é fundamento vivo não é sobre nunca falhar, é sobre não ser definido pela falha. É sobre entender que o erro não tem a palavra final sobre quem você é. Existe perdão. Existe recomeço. Existe restauração. o talvez o passo mais dificil não seja pedir perdão aos outros mas permitur-se receber o perdão que já foi oferecido e estendê-lo a si mesmo.
Você está perdoado.
Não como uma ideia distante. Mas como uma verdade que pode ser acolhida agora, se você parar de lutar contra si mesmo por tempo suficiente para ouvir.
Liberar perdão para si mesmo é quebrar correntes invisíveis. E parar de carregar um peso que não foi feito para ser permanente. E sair do ciclo onde você se acusa por dentro-enquanto tenta seguir por fora.
E deixar que seus olhos,
Não sejam apenas mais dois no meio da multidão,
Mas sejam meus,
Para guiar minha vida...
E deixar que suas mãos,
Não andem por ai, em busca de afagos,
Mas encontrem nas minhas,
Todo seu ideal...
Que seu corpo, não vague por ai,
Tomando um espaço, ocupando apenas um lugar...
Pois quando em seu coração brotar a flor da paixão,
Que ele seja o jardim de um grande amor...
Pra que eu não deixe que você não passe de um detalhe,
Que estou sempre a olhar, a querer sentir....
Oscar
“” O amor nasce de um sorriso, um olhar
E faz alguém especial em meio à multidão
O problema é se brotar em um só coração....””
Amar, é admirar com os olhos.
É encontrar alguém, que no meio da multidão, te olhou do jeito certo.
E nunca mais querer outro olhar, pois foi ali, perdido naquela imensidão, que encontrou o que tanto buscava, o amor.
Sinto-me seu, sinto-me amado
Sozinho em meio à multidão
Mais um perdido apaixonado
Em tuas mãos eu repousei
Me fiz cansado,errado! Não me perduarei... Se me perdoas
Lhe agradeço!
Pois te presenteio com rosas vermelhas
Vou ao teu encontro
Ainda sim nos falamos
Para então nos amar
A todo instante;
É em meio à multidão que se percebe o quanto somos iguais, mas é a partir de uma ideia individual que se constrói o verdadeiro elo da fraternidade.
Dois segundos
Foram dois segundos de passagem em meio a multidão,
mais eu reconheci a minha provedora de felicidade eterna num piscar de olhos.
