Nietzsche Corpo Mente
O coração se apressava e ela sentia todas as vibrações do corpo. E pulsava, e batia no ritmo da música e via toda a emoção correndo na veia. E pulsava, pulsava. E dançava. Os pés pareciam se soltar do chão. E ela respirava em calafrios contidos. E rodopiava, em círculos cercando o mundo dele. E ela ria e ria, e não queria que aquilo acabasse. E não conseguia parar de admirar aquele instante, como único. Era como se todos tivessem imóveis, e como em câmera lenta observavam, só observavam. Ela se movia, e ele se movia, em completa sintonia. Sem ensaio algum, era como um encaixe. Parecia complementar. E pulsava. Em meio a euforia, o carinho parecia entrelaçado num abraço, num beijo. Ele a tocava com efeito, com sutileza. Como se nada mais tivesse importância e nada tivesse tanta certeza quanto ali, quanto aquele agora. E realmente não tinha. Estavam por inteiro, intensamente. As mãos suavam, transpiravam. Os dedos se encaixavam no ar, e ainda acompanhando a batida da música, ela não queria soltá-los mais.
" Se algum dia olhares em meus olhos, e eles não vos lhe retribuir com amor, este corpo já não terá um só sopro de vida ! "
Enquanto dos olhos escapam lágrimas doridas, o corpo esvazia o sentir que pesa. E nesse derramar de sentimentos os ventos trançam nos cabelos suas carícias divinas amainando as emoções, silenciando os pensamentos...
Se o sentimento alimentasse o corpo da população como alimenta a alma, o brasileiro não passava fome.
Os neurônios são livres para pensar e o corpo para colocar em prática. Não se limite você é sem limites.
Hortência
Decência em forma de beleza
Em teu olhar a certeza de uma grandeza
És flor, num corpo de mulher
Pétalas de vida gerada com amor
Essência de perfume da mais linda flor
Teu cartão postal estampa-se em sua inteligência
Linda mulher com nome de flor
Que chamamos pelo nome de Hortência.
Meu amor, o meu corpo está cansado, no meu rosto está marcado a lágrima que não pára de cair, meu amor, eu preciso de ajuda me proteja me escuta eu preciso do teu amor...
- Quem ama entrega-se o corpo , os olhares , os sorrisos , as mãos , os beijos e o coração , quem ama se entrega e não espera nada em troca , quem ama se apaixona a toda hora , quem ama , ama !
Meu espírito preza pela liberdade e meu corpo corresponde, tanto que eu não consigo dormir de conchinha, não gosto de me sentir sufocado.
Juntos somos um só. Um só corpo, um só coração! Batendo forte e clamando ao mundo o mínimo de compreensão.
Meu corpo fala: Nem tente, você sabe que não irá conseguir. Meu coração fala: Tente, sofra, lute, corra atrás, mas não desista.
Torneira de Emoções
Desligue a torneira que o copo já transborda, e um copo cheio é como um corpo lotado de emoções, já não cabe o doce da vida, já não cabe o negro café que amarga, o branco leite que alimenta, já não cabe outras pessoas, já não cabe você – Então seu olhos transbordam em emoções por alguém que não te fez bem, deixe o copo cair, quebre o copo, ou antes que a torneira de emoções encha seu copo, coloque ‘o doce, ’‘o branco’, ‘o negro’ ‘e você’
Em um exato momento, senti meu corpo tremer,
percebi que estava no limiar da loucura;
Mas esperar o que do amor?
Energia latente, que nunca morre.
Sentimento voraz que avassala,
uma dor que assalta
os corações incautos, desavisados da dor do amor.
Covardia seria?
Prudência costumeira, para não machucar o coração de quem se ama.
Frases desconexas, para exprimir o que se senti por um amor primaveríl,juvenil.
Que teus olhos aparecem quando estou com os meus fechados.
Que o teu corpo sinuoso estão em minhas mãos quando não a toco.
E o sabor de seus lábios é um sentir de amor que ainda não veio.
A ausência fortalece o Amor distante, mas entristece o presente quando ausente.
Quando se fecha os olhos do corpo abre-se o da alma. Feche seus olhos agora e veja o que há dentro de você
Fiquei imóvel com os olhos rendidos e perdidos em mim mesma.
Aos poucos a água tomou-me o corpo e os braços se abriram.
Tudo, ao meu redor, rodava lento.
Os pensamentos sangravam-me em gotas.
Uma arrastada eternidade tirava-me o foco de todo resto.
Vesti-me de um delírio solitário.
Abracei os meus desatinos.
Abocanhei os sons distorcidos.
Não senti frio, tão pouco o calor.
Uma sensação única devorou-me toda.
Não lutei contra.
Deixei-me levar.
Flutuei.
Apenas flutuei
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