Nietzsche Corpo Mente
Sua alma transmite amor. E por isso eu me apego mais a ela que ao seu corpo.
Ilusões fogem
Verdades me conquistam
É o que no livro da eternidade está escrito.
Sua vida estagnada,
Seu corpo pegou estrada,
Rumo a embarcação.
Embarcou na ideia dura,
De não causar mais mistura,
Entre o ódio e o coração.
Partiu para longe,
Nem a mesma sabe onde.
No cantinho do silêncio, da paz, do acalento.
Teve que fazer escolhas, saiu de sua bolha.
A estação se foi, só restou as folhas.
Esqueceu do bem que fez,
Quem recebeu só se refez,
Longe de pô-la em seus planos outra vez.
Ela mesma não permitiu, ergueu a cabeça e sorriu.
E partiu.
Se foi com excelência,
Carregou a sua crença,
Se libertou da doença,
Dando um chá de inexistência.
Paixão é essa que me envolve, faz senti seu gosto ,cheiro ,arrepia meu corpo por inteiro,causando uma vontade louca de quere estar ao seu lado beijando seus lábios, essa distancia só aumenta mais e mais minha saudade,que aperta o peito aumenta meu desejo que nao vai saciar só com um beijo.
No banco da praça
Me espere com graça
Eu pra te amar
Quando a lua for cheia
Corpo de sereia
Vou a ti buscar
Me espere um ano
Ou dois não te engano...mas
Quando a lua for cheia
Corpo de sereia
Eu quero te amar
Abracemos de corpo e Alma nosso Planeta, o qual nos acolhe, seja lá quem somos ou estejamos sendo, além do mais, é palco da nossa própria Vida.
Meu coração ainda tem pressa, corre contra o tempo e energiza meu corpo como se o mundo fosse acabar amanhã, gritando: viva,viva,viva.
Trágica
meu galego
não conhecia minha ira
era dono do meu corpo
meu espírito de porco
sabia minha ginga
minha pletora, minha míngua
conhecia cada fresta
cada trinca, cada aresta
cada vinco, furo, fissura,
mau humor, amargura
mas da minha ira
condenada ira
ira da maldita
ira de mulher
fêmea exata
ana saliente
uterina, enfezada
ele não sabia nada
(meu galego dorme esta noite num cemitério improvisado)
Todo corpo é uma casa
cada corpo é um frasco onde se lê: frágil
onde se lê: força
onde se lê: entre sem bater
Há entre nós silêncios confortáveis
e conversas transparentes
palavras feitas de dedo e vapor
palavras que só acordam com o calor
Identidade
Amanhece
em mim um corpo insone
sou uma ave sem nome
nem sobrenome…
voa na branca manhã aclareada
bate as asas devagar em meio à bruma fria
sozinha
rasgando o céu
sem destino certo
voa por ares incertos…
sente-se rainha.
Estou me despedindo de um continente conhecido e cheio de regras que eu criei. Meu corpo me leva de volta à floresta.
Meu corpo estremesse, minha alma incendeia, ao teu corpo ele pede, em alicerce, de uma plena
sexta - feira.
Dizem que o amor está no coração, que meu
coração seja portador, que meu corpo seja ospedeiro e que minha mente produza adrenalina necessária para agitar meu coração e eu continue crendo que ele realmente aloja-se lá.
Homem é bicho bobo! Para ganhar o amor de uma mulher,
é romântico, vira poeta, torna o corpo de um atleta,
e depois da conquista, volta a ser o que sempre foi.
Essências não mudam!
Meteoros
Do estalar dos dedos
O suor das mãos abafa
O calor do corpo
Me sinto de mãos atadas
O viajar do cometa
No céu tatuado
Entre estrelas e meteoros
E o relógio atrasado
Poema do infinito
tâmaras maduras em teus quadris
corpo em flor de anis
escapa vivo num torso místico:
todo o profano
Aruanda é aqui
nesta cama
