Nem tudo que Balança Cai
Pedi minhas contas, viajei e caí no mundão
Vou ver o mundo tendo o mundo como anfitrião
Florestas, rios, cidades e litorais
Pessoas, sentimentos, tradições e rituais
Colocarei meus pés em trilhas, pedras, manguezais
Fazendo o elo entre meus filhos e meus ancestrais
Serei sincero com o meu verdadeiro ser
Quero servir, quero ensinar, eu vim pra aprender
A vida é como aprender a andar de patins. Uma hora tu cai e levanta; outra tu apenas escorrega, mas continua de pé.
E quando a noite cai
O peito pulsa inquieto
Desajeitado
Sentindo-se incompleto
Voam das mãos ao céu
E lá reluzem
Na infinitude da alma
Aquele amor
Eterno, infalível
Que uniu-me
Num afago que acalma.
Por um minuto o mundo todo cai sobre mim, fico se ter o que fazer, num consigo pensar em nada, só no dia em que tudo isso vai acabar i eu vou estar com você, na beira da montanha, com os ventos vindo i indo, por nos, a felicidade nos cercando. Nesse exato momento, tudo fica bem claro em minha mente. Mas o que torna isso triste e o fato de que você nem sonhe que isso possa acontecer, e então aquele paraíso que eu havia planejado, sonhado por muito tempo, tinha se desfeito, teria tudo ido para os ares? Não! Não foi, continua dentro do meu coração me fazendo sofrer ainda mais.
Não adianta fingir ter uma personalidade que não lhe pertence, uma hora a máscara cai e o que você havia conquistado irá permanecer no passado.
Não adianta fingir, mais dia menos dia tua máscara cai, e aí se confirmará todas as minhas teorias sobre você.
A chuva cai torta
Como as minhas lágrimas
Na direção do vento
Escorrendo pelas calçadas
As pétalas voando
De um buquê de flores
Que eu nunca ganhei
E não fico esperando
Passaram lindas
Girando como em uma dança
E leves como o coração
De uma criança
O meu choro era pesado
Pesava mais que uma nuvem carregada
Porque levava a tristeza
Que também escorria pela calçada
Um dia daqueles
Que o sol já não brilhava
Que meus olhos não sorriam
E o silêncio dominava
Dominava até mesmo
O barulho dos trovões
Que caiam do céu com raiva
Mas eu só via os clarões
Iluminavam os meus olhos
Me faziam pensar mais
Será que existe outro caminho?
Ou só cair como a chuva faz?
Aquieta-te
Aquieta-te, coração,
Que a chuva cai lá fora
E a tempestade raivosa ruge com seus trovões
Intempestivos e ameaçadores
Aquieta-te, pois os lamentos da minh’alma
Cantam em júbilo louvores a ti.
Aquieta-te, coração,
Até que a primavera chegue novamente
E os lírios floresçam nos verdes vales sem fim
Irei respirar teu aroma deixando minha alma adormecida...
Aquieta-te e ouve minha longa história
Vê quantos segredos enraizados numa penúria sem fim
Tento arrancá-los, mas, suas raízes são profundas e velhas.
Difícil tarefa com minhas mãos frágeis.
Vê, coração, quantos anos se passaram
O pêndulo do imortal segredo guardado continua lá
Na quietude do abismo onde o sol nasce e
O véu da escuridão aguarda o pôr do sol.
Canta meu coração, eleva tua voz aos céus
Arranca as penúrias da alma
Que as trevas evaporem nas ruínas infinitas
E a aurora desponte no limiar do amanhecer...
A um carneiro morto
Misericordiosíssimo carneiro
Esquartejado, a maldição de Pio
Décimo caia em teu algoz sombrio
E em todo aquele que for seu herdeiro!
Maldito seja o mercado vadio
Que te vender as carnes por dinheiro,
Pois tua lã aquece o mundo inteiro
E guardas as carnes dos que estão com frio!
Quando a faca rangeu no teu pescoço,
Ao monstro que espremeu teu sangue grosso
Teus olhos - fontes de perdão - perdoaram!
Oh! tu que no perdão eu simbolizo,
Se fosse Deus, no Dia do Juízo,
Talvez perdoasses os que te mataram!
* Fiz esse texto a um ex amigo, que fez parte da minha vida.
Quando cai a noite, é de você que eu lembro, Quando vem a neblina eu relembro os bons momentos que passamos juntos, Eu me lembro que eu disse que jamais iria te deixar que se fosse possível traria a Lua pra selar nossa amizade, mas. Mas veja oque aconteceu, Oque você fez Oque eu ti fiz, Do que adianta eu chorar se isso eu já faço quase todos os dias, Oque você fez, você me jurou um dia nunca me abandonar... Eu nunca signifiquei nada a você? Eu nunca fui nada pra você... Ah isso me deixa tão pra baixo, isso me desgasta , Olha oque fizemos, Naquela noite selamos uma amizade é numa mesma noite terminamos. Sim chegou o fim, Entre nós acabou oque tinha que dar já deu, Eu não vou mais sofrer. Porque você da à mínima, mas para mim eu nunca esqueci, Mas chegou o fim.
Eu fiz escolhas e elas me fizeram quem sou.
Eu cometi erros e eles se tornaram aprendizado.
Eu cai e com isso me tornei mais forte.
Eu agradeci e me tornei um abençoado!
" As lagrímas que caí dos olhos de um homem não faz dele um fraco, mas sim forte, pois reconhece seu limite e sabe que depende de Deus."
Ela é dura na queda
Mas quando cai
Desaba nas nuvens
Na própria atmosfera
Ela um vislumbre
Ela por ela e pra ela
Maliciosa ela é, harmoniosa, a ela tudo lhe cai bem, perigosa, mas mais ainda calorosa, traz consigo possibilidades, ritmo, nuances e variáveis, reflete aquilo o que se mais deseja, como também o que mais causa espanto , ela aceita, ela revela, ela transforma, maliciosa ela é , a quem diga que a conhecem bem, outros que ela é algo inconcebível, ser ela assim tão simples de se apresentar, e tão complexa no modificar, tudo a ela lhe cai bem, maliciosa ela é, ela faz acontecer, mas também deixa estar, capoeira a sua maneira, cada história é uma história pra contar.
Pouco restou a dizer
Ante os tons do cinza
que pinta a tarde que cai
Murcharam as folhas nos galhos
calou-se a passarada
Nem magia
Nem poesia
Nem alegria
E nem nada
Quando Deus age a nosso favor ,todo mal desejado para nós cai por terra.
Jesus nos fez e faz mais que vencedores .
