Nem sei quem sou
Ei, tudo que eu faço é tentar , sei que é complicado para você entender , mas compreende ta bom... E não demora muito .. Para que não seja tarde de mais.
Não sei porque, mas você se foi.
Não me disse adeus nem para onde foi.
Não se despediu, nem um bilhete deixou dizendo até depois.
E mesmo assim você se foi.
Me pergunto porque? , Por que você partiu assim?
Será que o erro foi meu, ou você que já não estava mas afim? .
Tantas perguntas eu me fiz e nenhuma resposta obtive.Dói pensar que você partiu.
Chorei por noites intermináveis, lágrimas que eu não via fim.
Por vezes te procurei em vários lugares mas nunca te encontrei.
Por vezes busquei solução e apenas achei o fim.
Pior de tudo é que não consigo curar essa dor que sinto no coração.
Muito tempo se passou e ainda não curei meu coração.
Te esquecer não irei, mas dei um fim na minha solidão.
Não com outra pessoa, mas aceitando a decepção.
Sei que nada irá curar essa dor você foi pura ilusão.
Me prometeu o mundo mas me tirou o chão.
E em pensar que te procurei além desse sertão.
Procurei por alguém que brincou com meu coração.
Nunca me perdoei por querer o teu perdão.
Pois o meu único erro foi ter aceitado você no coração.
hoje sei se preciso viveria o hoje
Tudo novamente cada segundo
Tenho tudo que preciso
Tudo que tenho me faz feliz
Me completa
A ditadura…
Por ser governar, sem aval do povo;
Nem sei, como ainda existe, cá em nós?!
Devido a em tal: faltar a de nós voz;
E nela haver tanto roubar; a um POVO!
Não passa de um poder: tido entre injustos;
Para ao pobre povo, escravizar;
Daí termos que a tal, desenraizar!...
Pra pós tal, nos considerarmos; JUSTOS.
Ai que dor sinto em mim, no ver fortunas;
Roubadas, da de nós: tanta pobreza;
Nas mãos, de uma dúzia de ditadores!...
Devido a haver em nós tantas lacunas;
Quem em nós transformam: força em fraqueza;
Que tão alimenta, esses tais estupores.
Com mágoa, mas também esperança;
Amar
Amar? Não sei, mas no peito sinto qualquer coisa pulsar quando você passa; é a estranha sensação, que em mim pressinto, deixa minha alma perturbada e lassa.
Sofrer? Talvez. Quando você aparece e a luz do seu olhar não se dirige a mim; meu rosto se volta e empalidece. Deve ser isso a dor que me anseia.
Chorar? Nunca... no entanto se você andasse junto de outra pessoa, talvez eu chorasse. O pranto, as vezes, nossa dor consola.
Esquecer-te? Ouve a ti, posso dizer-te um dia, no futuro hei de esquecer-te!
Quando? Não sei. Talvez depois da morte.
Porque? Porque te amo.
Agora eu sei como o coração bate, tudo acontece devagar, mas imediatamente, e há um meio especial, uma frase ridícula pode ser suficiente.
Olhei pra trás outra vez
O que eu vi?
Eu não sei
Esses olhos refletem o céu?
De onde vem essa cor profunda?
Profunda como mar
E carregam histórias que te fazem recitar
Recita a beleza e inspira
Quase posso compreender
O reflexos desses olhos
São a saudade que teima em te doer
- Sobre sua saudade
Amigo, por que você fez isso comigo? De me bloquear?
Sei que eu fiz errado também. Eu não queria passar o seu contato para outra pessoa. Mil desculpas. Eu gosto muito de você: Henrique Breno, sei que você está chateado comigo, dá para ver. Mas, se por acaso, você me der a ÚLTIMA CHANCE???
Não sei andar na chuva
muito mais que o tempo, dividir um guarda-chuva
atravessar sem medo, queda longe da parede
pega pela mão, a formiga
na outra, carrega-o
– tempo de costas
alguém disse: não sei andar na chuva
sendo um a menos
estampido são os gritos
no ritmo dos passos
alguém repetiu: eles eram muito felizes
ela, quinze anos
ele, os mesmos quinze
dividiam no guarda-chuva
a mesma tempestade
o riso insolente
o silêncio na xícara de café
beija o inverno delicado
não havia mais ninguém na casa
além do talher empoeirado
ainda da última visita
de um marido morto
a música que faz chorar
hoje só esconderijo
impossível viver numa casa onde não faz calor
frágua que forja lágrimas
onde a chuva não caminha
como dói a paisagem
quando o olho morre aberto
fica no meio um abismo vermelho da saudade
para entrar no sonho
e esperar que aconteça um milagre
Tão triste
O caos dos sentidos
… ao longe
não sei onde
não sei…
mas sinto
tua ausência… o vento geme.
Faz tempo já… foste embora.
Tua imagem…
Fumaça desgarrada
Escurecendo a manhã acinzentada.
Deixou-me somente uma imagem
Deixou tão claro que por mim… estavas só de passagem.
Partiste.
Trêmula… desesperançada…
Não te espero mais, nem espero nada.
Tua imagem deixa-me tão triste.
Sinto o caos dos sentidos… completamente sem sentido.
Caos dos sentidos… desordem, revolta…
Assim está tudo à minha volta.
No princípio era o caos?
Sim… era um caos invisível, insensível, desativa..
Agora?
Sinto todo o caos na ponta dos dedos… sem segredos… tudo tão visível… uma qualidade totalmente negativa.
Alguns vivem sem fazer com medo de se arrepender.
Já eu vivo sem arrependimento, pois sei que uma parte dele teve meu consentimento.
é o tempo, eu sei o tanto que dói
eu sei o quanto o nosso olhar
é apenas por está tela, um perfil
não o se preocupe, é apenas ele, o tempo...
é ele, o tempo...
o nosso eterno tempo e ninguém nos tira
como não nos tira o tanto que nos olhamos
nos abraçamos e sempre nos beijamos
é junto um corpo único, um corpo de um tempo, que só ê meu e você, ê nosso
Será que eu preciso morrer de amor
reecarnar e nús
completamente loucos, sermos um corpo , um só
ou
morrer antes deste todo que é só nosso.
mas... eu sei,
tudo, é o louco tempo que nos deixará eternamente juntos.
Roberto Auad
PASSAR
Ao te ver me faz lembrar
com poucas palavras não sei dizer
me inquieta um sussurrar
sem você não vou pensar
se era certo o incorreto
porque não desfrutar
Um olhar sem direção
essa é a gratidão
ta dentro, ta no fundo
segue em frente no meu mundo
com você vou me encontrar
quem sabe um dia nos lembrar
Essa Menina
Quando eu a vejo eu fico louco fico querendo ter ela pra mim sei que o amor no século que vivemos acabou, mas eu ainda acredito.
Bem sei que cada flor recebida...
Não foi a toa e nem em vão...
Foi plantio que fiz nessa vida...
Com amor e a dádiva do perdão
Ivânia D.Farias
Culpado ou inocente
Eu não sei bem.
Não carrego a certeza do mal e do bem.
Nessa imensidão vulcânica.
Montanhas e nuvens viajantes.
Como nossos pensamentos.
Correndo aos ventos.
Sem a direção do certo ou errantes.
Talvez somos uma cadeia de tribunal.
Condenamos nosso próprio mau.
Presidiário cumprido sentença.
Esperando de Deus a recompensa.
Sem ter a crítica do que se esparrama.
O veneno letal.
Somos a imoralidade viva.
Somos a nobre criação.
Essa arma mortal.
Essa esperança da moral.
O fato que fechamos e abrimos.
Vestidos e despidos.
Transcende o próprio saber.
Criatura mais complexa.
Deixa toda circunstância anexa.
A santidade perplexa.
Tudo confuso e claramente.
O homem.
Culpado ou inocente?
Giovane Silva Santos
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